Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

domingo, 14 de junho de 2015

'O PMDB não repetirá a aliança com o PT'

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Entrevista. Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados • Cunha afirma que ‘modelo está esgotado’ e partido ‘vai buscar o seu c...

Com pauta 'bomba', Cunha impõe ritmo frenético de votações

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- O Globo • Projetos em análise têm perfil conservador e são incômodos ao governo BRASÍLIA - Desde que assumiu a presidência da Câm...

Aécio diz que PSDB não tem do que se envergonhar em MG

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Leonardo Augusto - O Estado de S. Paulo • Senador e presidente da sigla falou durante a posse do novo diretório estadual e rebateu as c...

PSDB tenta conter ímpeto de seus radicais

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Daniela Lima – Folha de S. Paulo • Debate sobre maioridade penal e impeachment de Dilma expõe diferenças entre caciques e bancada da Câ...

Merval Pereira - Aos trancos e barrancos

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- O Globo Recusado no Congresso Nacional do PT o rompimento com o PMDB, por que os petistas não têm condições políticas neste momento...

Dora Kramer - Infiel à origem

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- O Estado de S. Paulo O ex-presidente Luiz Inácio da Silva falou ao PT, no 5.º Congresso, como se os fatos e os atos pudessem ser ap...

Bernardo Mello Franco - Conversa com o almirante

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- Folha de S. Paulo O almirante Julio de Sá Bierrenbach, que morreu na quinta-feira aos 96 anos, não gostava da esquerda e de esquerd...

Luiz Carlos Azedo - Sobre o carisma e a ética

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• Dilma exerceu o poder no primeiro mandato como se fosse uma matriarca, mas agora exerce uma autoridade racional-legal. Nesse aspecto, a...

Eliane Cantanhêde - ‘No mesmo saco’

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- O Estado de S. Paulo Sempre pode mudar, mas, neste momento, os rumos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Vana Rousseff apontam ...

Pedro S. Malan - Tudo muito pouco usual

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- O Estado de S. Paulo “Ficará cada vez mais claro quão pouco usual foi a última década”, escreveu a revista The Economist em julho d...

Miriam Leitão - Tergiversar em alemão

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- O Globo A presidente Dilma Rousseff disse a Deutsche Welle coisas de impressionar. Falou que chegar a um acordo entre Mercosul e Un...

Vinicius Torres Freire - O diabo dos juros e seus advogados

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- Folha de S. Paulo • Acusado de relaxamento sob Dilma 1, Banco Central agora pode se sufocar na sua nova saia justa O Banco Cent...

Rolf Kuntz - Dona Dilma e seu tsunami de estimação

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- O Estado de S. Paulo Judas, Cristo ou São Cristóvão, como ele mesmo sugeriu, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, tem como grande t...

Ajuste é insuficiente e recuperação será lenta

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Entrevista Affonso Celso Pastore • Para ex-presidente do BC, país vive círculo vicioso em que recessão reduz arrecadação, e alta de trib...

Fernando Gabeira - Maioridade e tudo o mais

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• Não se examina o fracasso de projeto mais liberal e a violência urbana - O Globo / Segundo Caderno A redução da maioridade pena...

Cacá Diegues - O direito das tribos

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• O direito de escolher seu modo de viver é uma conquista do homem moderno - O Globo A foto nos jornais, onde se veem deputados a...

Ferreira Gullar - A crítica de arte hoje

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• A arte contemporânea não pode ser analisada. Talvez por isso, a crítica de arte militante não exista mais - Folha de S. Paulo / Ilu...

João Cabral de Melo Neto - Morte e Vida Severina

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• (Está completando 60 anos o poema. Veja um pequeno trecho) — O meu nome é Severino, como não tenho outro de pia. Como há muitos Seve...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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