O Estado de S. Paulo
No discurso após sua reeleição, no domingo,
dia 25, o presidente Lula prometeu regular as plataformas digitais, que teriam
servido de instrumento para uma “intromissão” externa na eleição brasileira.
Trata-se, antes de tudo, de levantar uma bandeira cara à esquerda mundial, que
defende a aprovação de leis para evitar que o poder das novas tecnologias fique
concentrado nas mãos de grandes corporações privadas — insistindo na velha
lógica da disputa sobre quem tem o controle dos meios de produção.
Há quem, corretamente, alerte para o risco de exagerar na dose da regulação, permitindo ao Estado praticar censura ou inibir a inovação.







