Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

sábado, 10 de janeiro de 2026

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Liberdade continua a ser miragem na Venezuela Por O Globo Repressão e cerceamento à imprensa persistem, enquanto próceres da ditadura ch...

Desafios da nova desordem internacional. Por Oscar Vilhena Vieira

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Folha de S. Paulo Intervenções militares marcam abandono do direito entre países Carta da ONU perde força com retorno da lei do mais for...

Veias abertas. Por Jamil Chade

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CartaCapital Trump foi transparente em relação à intenção de saquear os recursos naturais da América Latina Teotihuacan é o local onde o...

Transição pactuada. Aldo Fornazieri

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CartaCapital Diante do fracasso das intervenções no Iraque, no Afeganistão e na Líbia, Trump optou por manter o governo venezuelano Não ...

Destino manifesto. Por Luiz Gonzaga Belluzzo

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CartaCapital Os desvarios incrustados na história do Irmão do Norte desmentem a excepcionalidade das proezas de Trump Se há uma lição fu...

Golpes de mestre e o caso Master. Por Hélio Schwartsman

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Folha de S. Paulo O que surpreende no caso Master não é existência do lobby, mas o fato de ele estar fracassando Apoio do sistema financ...

O momento é decisivo para o futuro da democracia. Aqui e no mundo. Por Paulo José Cunha

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Correio Braziliense Se a democracia foi ameaçada num único país chamado Brasil, ela está sendo literalmente pisoteada na que se considerav...

O xerife está de volta. Por André Gustavo Stumpf

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Correio Braziliense Trump decidiu elevar o já fabuloso orçamento de defesa dos Estados Unidos. Ou seja, ele quer mais: Groenlândia, Panamá...

CPI para o ‘gabinete do ódio’ do Master. Por Roseann Kennedy

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O Estado de S. Paulo Banqueiro tem relações com políticos de diversos partidos; governistas não assinaram pedido A liquidação do Banco M...

Para que serve a imprensa. Por Thaís Oyama

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O Globo Ao contrário dos influenciadores da internet, jornalistas trabalham com um sistema de regras, com revisão e checagem A jornalist...

Sinais de resistência. Por Flávia Oliveira

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O Globo Dos Estados Unidos também surgem os primeiros sinais de corajosa insatisfação popular Um bem-vindo soluço do multilateralismo se...

Ladrões, marinheiros e galinhas. Por Eduardo Affonso

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O Globo Há os que conseguem festejar a queda do ditador Nicolás Maduro e condenar a ação absurda do protoditador Donald Trump Reelaboran...

Os riscos de um mundo sem lei. Por Juliana Diniz

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O Povo (CE) A operação na Venezuela e o caso do PL da Dosimetria mostram que a lei, quando ignorada, se transforma numa ficção, e o que te...

A Pax Americana: o império sem máscara. Por Roberto Amaral *

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“Vamos recuperar nosso quintal” — Peter Hegseth, Secretário de Guerra dos EUA Há escassa novidade por trás dos fatos: raramente o processo ...

Tudo pelo Bicho: Os Donos do Jogo, por Giovana Freire*

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A série “Os Donos do Jogo” constrói uma narrativa densa e moralmente ambígua sobre o submundo do bicho carioca, onde o poder é herdado pela ...

Poesia | Diálogo de todo o dia, de Carlos Drummond de Andrade

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Música | Moacyr Luz & Samba do Trabalhador, com Zeca Pagodinho - Vida da minha vida

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Opinião do dia - Edson Fachin*

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“Este tribunal seguirá na defesa intransigente da democracia e do Estado de Direito Democrático, assim como de um diálogo respeitoso e repub...

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Lula tornou CVM mais vulnerável a ingerência política Por O Globo Indicação para presidir autarquia reflete acordo que despreza relevânc...

A era do direito relativo. Por Vera Magalhães

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O Globo Nos planos global e doméstico, instabilidade marca início de 2026, e exige do Brasil capacidade de navegar no escuro E 2026 come...

Bandeiras rasgadas. Por Bernardo Mello Franco

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O Globo Três anos depois do 8/1, Brasil ainda não produziu consenso em defesa da democracia Paulinho da Força acusou Lula de “rasgar a b...

Anti-imperialismo virou pó. Por Pablo Ortellado

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O Globo Elites do país se submeteram ao governo Trump de forma resignada Um dos aspectos mais surpreendentes da intervenção americana na...

Lula veta nova dosimetria e bate de frente com o Congresso. Por Luiz Carlos Azedo

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Correio Braziliense Mudança poderia beneficiar condenados e investigados pela tentativa de golpe de 8 de janeiro e foi aprovada sob o argu...

PL da dosimetria dentro do script: veto, derrubada, STF e eleições. Por Roberto Fonseca

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Correio Braziliense O enredo era conhecido desde o fim do ano passado: o Congresso aprova, o presidente veta, o Congresso se articula para...

Lula quer palanque com Alckmin ou Haddad em SP. Por Andrea Jubé

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Valor Econômico Vice-presidente roubou a cena no ato relativo ao 8 de janeiro no Planalto Conhecido pela discrição, o vice-presidente Ge...

Como é acompanhar ao vivo um processo de transição social. Por José de Souza Martins

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Valor Econômico Os julgamentos, as condenações, as prisões, as tornozeleiras vão desconstruindo a mentira e o poder da mentira, da farsa, ...

Fachin tenta despolitizar o STF. Por Raquel Landim

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O Estado de S. Paulo Prevalece no Supremo a visão de que cabe ao Congresso decidir sobre legislação penal e à Corte aplicá-la Não foram ...

A nova pandemia. Por Eliane Cantanhêde

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O Estado de S. Paulo Ataques e mentiras que ‘viralizam’ nas redes são o novo vírus a favor do crime e de criminosos O que tem em comum P...

A gangorra chilena. Por Simon Schwartzman

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O Estado de S. Paulo Não se trata de um mesmo ciclo que se repete, mas de uma espiral que se aprofunda Começamos o novo ano com a campanha...

Escândalo do Master só começou. Por Dora Kramer

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Folha de S. Paulo Tão ou mais escandalosa que a fraude é a rede de proteção dos subterrâneos do poder em torno do banco liquidado Indevi...

A encruzilhada da democracia: entre a apatia e a ação. Por Ricardo Henriques

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Folha de S. Paulo Democracias não morrem apenas de golpe de Estado, embora tentativas continuem acontecendo Elas sucumbem sufocadas pela...

Venezuelanos querem sonhar, mas ataque de Trump pode ser nova fase de longo pesadelo. Por Ana Luiza Albuquerque

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Folha de S. Paulo Base de dados de pesquisadores norte-americanos indica que derrubadas forçadas de regimes autoritários só resultaram em ...

Ainda bem que existem poetas. Hélio Schwartsman

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Folha de S. Paulo Assessor de Donald Trump diz que poderio militar permite aos EUA fazerem o que quiserem História mostra que força é re...

O realismo e as voltas que o mundo dá. Por Paulo César Nascimento*

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“Fora dos muros da pólis, os fortes fazem o que podem e os fracos sofrem o que devem”, assinalou Tucídides (c.460-400 a.C.), o famoso histor...

Poesia | Praia do Caju, de Ferreira Gullar

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Música | Clara Nunes - Tristeza pé no chão e você passa, eu acho graça

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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Opinião do dia – Alexandre Moraes*

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"Não é possível mais discursos de atenuante em penas aplicadas depois do devido processo legal e depois de ter sido concedida ampla pos...

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Campanha tenta sabotar autonomia do Banco Central Por O Globo Ataques nas redes sociais e processo indevido no TCU miram credibilidade d...

Um dia para não esquecer. Por Míriam Leitão

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O Globo Quem atacou a democracia brasileira está preso. Quem fez o mesmo nos EUA voltou ao poder e ameaça a ordem global Há três anos o ...

Spoiler: não é sobre gatos. Por Cora Rónai

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O Globo Após contrato de esposa de ministro do STF com banco que é um insulto, minha geração assiste agora ao ocaso da maior democracia do...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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