Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Lula e a Venezuela. Por Diogo Schelp

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O Estado de S. Paulo Se governo interino colaborar com Trump, as atenções sobre a Venezuela tendem a diminuir Pode soar contraintuitivo,...

Tutelas na América Latina fracassaram. Por Oliver Stuenkel

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O Estado de S. Paulo A promessa de ‘boa governança’ na AL por meio de supervisão externa mostrou-se ilusória A história das “tutorias fisc...

Bye bye’, Maduro. Por Denis L. Rosenfield

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O Estado de S. Paulo Eis uma oportunidade que não poderia ser perdida, capaz de assegurar o futuro da democracia e o enterro do ‘socialismo ...

Master era um morto-vivo. Por Vinicius Torres Freire

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Folha de S. Paulo Banco não recolhia nem dinheiro que instituições são obrigadas a deixar no BC Ativos eram superavaliados ou fictícios,...

De Lima Barreto ao Banco Master. Por Marcus André Melo

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Folha de S. Paulo A degradacao institucional expõe também o TCU O vale tudo pós-Lava Jato explica muita coisa, mas não se trata apenas d...

Legitimidade democrática e revisão dos tribunais. Por Lara Mesquita

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Folha de S. Paulo Segundo cientista político, certas elites encontram no Judiciário proteção contra mudanças legislativas Cortes que rev...

Sobre a noção de classes e grupos subalternos em A. Gramsci

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SciELO - Scientific Electronic Library Online (junho 2024) Resumo: O objetivo do artigo é resgatar a concepção de classes e grupos subal...

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Novos desastres climáticos desafiam as autoridades Por O Globo Pelo menos 83% do território do Rio e metade dos municípios brasileiros s...

Poesia | Poética, recitado por Vinicius de Moraes

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Música | Roberta Sá - Virada

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domingo, 11 de janeiro de 2026

Opinião do dia – Antonio Gramsci*

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“O homem ativo de massa atua praticamente, mas não tem uma clara consciência teórica desta sua ação, a qual, não obstante, é um conhecimento...

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Acordo entre Mercosul e UE deve ser celebrado Por O Globo Em tempos turbulentos, ele representa uma vitória do multilateralismo e uma de...

Perda de tempo. Por Merval Pereira

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O Globo O presidente dos Estados Unidos parece ter esquecido, ou não se dá conta, é de que sem uma democracia estabelecida é difícil, quas...

Lembrar é preciso. Por Bernardo Mello Franco

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O Globo Em livro, cientista político Leonardo Avritzer lembra tentativa de golpe e alerta para permanência do extremismo: “Democracia segu...

Trump e o Cartel de los Soles. Por Elio Gaspari

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O Globo Termo foi usado em denúncia americana contra líder venezuelano no passado, mas governo constatou nesta semana que grupo não existe...

Parábola. Por Dorrit Harazim

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O Globo Ano começou com o mundo parado à porta da Casa Branca, com o guardião-mor destruindo até mesmo leis que funcionavam mal Começa a...

Muita coisa está fora da ordem. Por Míriam Leitão

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O Globo Acordo Mercosul-União Europeia dá sinal de que o mundo pode escapar do destino que Trump aponta com diplomacia, comércio e coopera...

Acordo Mercosul-União Europeia amplia margem de manobra do Brasil. Por Luiz Carlos Azedo

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Correio Braziliense Do ponto de vista da relação com os Estados Unidos e a China, o acordo com a UE funciona como contrapeso oportuno. Per...

Ano eleitoral começa com juros altos e PIB fraco. Por Rolf Kuntz

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O Estado de S. Paulo Tanto para o governo quanto para o setor privado, o custo do capital se mantém como importante obstáculo ao investime...

Donald Trump versus Mercosul-EU. Por Eliane Cantanhêde

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O Estado de S. Paulo Se ataca os Brics e desdenha a Europa, Trump ficará indiferente ao acordo Mercosul-UE? Depois de invadir a Venezuel...

Uma vitória estratégica para o Brasil. Por Lourival Sant’Anna

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O Estado de S. Paulo A lição é que alienar a direita por suas ligações com grupos radicais pode impedir exercício da liderança A aprovaç...

Trump, o petróleo e a defesa da democracia. Por George Gurgel de Oliveira*

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É de espantar o comportamento do Senhor Donald Trump como presidente dos Estados Unidos da América. Desde o início, ele se comporta, no ex...

A mais-valia do mando. Por Muniz Sodré

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Folha de S. Paulo O excesso de poder, ponto extremo de um sistema, pode provocar a sua reversão; aconteceu com a Lava Jato Depois de se ...

Dias na trincheira. Por Hélio Schwartsman

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Folha de S. Paulo Livro de ex-editor de Política da Folha conta como foi cobrir a Presidência de Jair Bolsonaro durante a Covid-19 Obra ...

Pistas de quem ficou com o dinheiro no fim da ciranda do Master. Por Vinicius Torres Freire

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Folha de S. Paulo Fundos faziam investimentos superfaturados em outros fundos para esconder dinheiro Questão agora é saber quem estava n...

Invasão americana equipara América do Sul ao Oriente Médio. Celso Rocha de Barros

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Folha de S. Paulo Ataque dos EUA à Venezuela foi caricaturalmente imperialista Ordem internacional multilateral é principal vítima da av...

Não há crise no jogo jogado da política. Por Dora Kramer

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Folha de S. Paulo De tensão e atritos vivem as forças políticas adversárias em ano eleitoral de disputa pelo poder. É normal No veto à d...

Intervenção (parcial) de Luiz Werneck Vianna, em reunião na Bahia, 2019

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  Intervenção (parcial) de Luiz Werneck Vianna, outubro de 2019, a convite do prof. Paulo Fábio Neto e dos seus alunos do grupo de pesquisas...

Bondi Beach e o massacre. Por Marcus Cremonese*

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Neste 14 de janeiro faz exatos 30 dias do atentado anti-semita antissemita ocorrido em Bondi, praia ícone de Sydney, na Austrália. O mundo f...

Poesia | Garcia Lorca: morte na madrugada, de Vinicius de Moraes

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Música | Casuarina &.Zeca Pagodinho - Velhos Tempos

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sábado, 10 de janeiro de 2026

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Liberdade continua a ser miragem na Venezuela Por O Globo Repressão e cerceamento à imprensa persistem, enquanto próceres da ditadura ch...

Desafios da nova desordem internacional. Por Oscar Vilhena Vieira

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Folha de S. Paulo Intervenções militares marcam abandono do direito entre países Carta da ONU perde força com retorno da lei do mais for...

Veias abertas. Por Jamil Chade

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CartaCapital Trump foi transparente em relação à intenção de saquear os recursos naturais da América Latina Teotihuacan é o local onde o...

Transição pactuada. Aldo Fornazieri

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CartaCapital Diante do fracasso das intervenções no Iraque, no Afeganistão e na Líbia, Trump optou por manter o governo venezuelano Não ...

Destino manifesto. Por Luiz Gonzaga Belluzzo

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CartaCapital Os desvarios incrustados na história do Irmão do Norte desmentem a excepcionalidade das proezas de Trump Se há uma lição fu...

Golpes de mestre e o caso Master. Por Hélio Schwartsman

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Folha de S. Paulo O que surpreende no caso Master não é existência do lobby, mas o fato de ele estar fracassando Apoio do sistema financ...

O momento é decisivo para o futuro da democracia. Aqui e no mundo. Por Paulo José Cunha

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Correio Braziliense Se a democracia foi ameaçada num único país chamado Brasil, ela está sendo literalmente pisoteada na que se considerav...

O xerife está de volta. Por André Gustavo Stumpf

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Correio Braziliense Trump decidiu elevar o já fabuloso orçamento de defesa dos Estados Unidos. Ou seja, ele quer mais: Groenlândia, Panamá...

CPI para o ‘gabinete do ódio’ do Master. Por Roseann Kennedy

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O Estado de S. Paulo Banqueiro tem relações com políticos de diversos partidos; governistas não assinaram pedido A liquidação do Banco M...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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