Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

As armações de um delegado

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Editorial DEU EM O ESTADO DE S. PAULO A seqüência de revelações dos últimos dias sobre as relações subterrâneas entre a Agência Brasileira d...

A anistia

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Aurélio Wander Bastos Professor de Direito e Doutor em Ciência Política DEU NO JORNAL DO BRASIL Anistia é um mecanismo de recuperação de dir...

O centenário de um discurso histórico

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Paulo Brossard DEU NO ZERO HORA (RS) Sábado próximo registrará o aniversário da Revolução Farroupilha, mas evoca também o centenário de um d...

Rupturas na ordem do dia

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Alberto Dines DEU NO JORNAL DO COMMERCIO (PE) Na Bolívia, no Cáucaso, na África e até mesmo na consolidada Europa a moda é separar-se. Ao in...

Em nome do filho

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José de Souza Martins* DEU EM O ESTADO DE S. PAULO / ALIÁS Estudo do Ipea, divulgado na semana que passou, aponta que entre 1993 e 2006 aume...

O que pensa a mídia

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Editoriais dos principais jornais do Brasil http://www.pps.org.br/sistema_clipping/mostra_opiniao.asp?id=1087&portal =
domingo, 14 de setembro de 2008

A América Latina, em traumas e repetições

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Laura Greenhalgh DEU EM O ESTADO DE S. PAULO /ALIÁS Balmaceda nos remete a Allende, que alerta Morales sobre o caráter resiliente das oligar...

Novas vertentes do 'nunca antes'

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Pedro S. Malan DEU EM O ESTADO DE S. PAULO Um amigo bem-humorado comentou de passagem que o presidente Lula havia criticado fortemente todos...

EUA e AL

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Merval Pereira DEU EM O GLOBO NOVA YORK. A América Latina nunca teve uma prioridade na agenda da política externa do governo dos Estados Uni...

Tempos modernos

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Dora Kramer DEU EM O ESTADO DE S. PAULO A linha de produção de Charles Chaplin no filme que nos empresta o título remete a mente à associaçã...

E agora, José?

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Nas Entrelinhas :: Luiz Carlos Azedo DEU NO CORREIO BRAZILIENSE As eleições municipais apontam para uma vitória maciça dos governistas, prin...

Bons prefeitos, bons candidatos

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Marcos Coimbra Sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi DEU NO ESTADO DE MINAS De Norte a Sul, quem vai bem nas eleições são os prefei...

Lula ajuda Kassab

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Clóvis Rossi DEU NA FOLHA DE S. PAULO SÃO PAULO - A afirmação que dá título à coluna é puro palpite, mas me animo a fazê-la. E a explicar: 1...

A oposição acabou?

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Adriana Vasconcelos DEU EM O GLOBO Popularidade recorde de Lula, aliada ao bom desempenho da economia, inibe ação de partidos contra o gover...

"Fortuna" e "virtù"

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Editorial DEU NA FOLHA DE S. PAULO Recorde na popularidade de Lula reflete bonança na economia que seria injusto atribuir apenas à sorte pre...

A aprovação de Lula

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Editorial DEU NO ZERO HORA (RS) A expansão da economia e os efeitos sociais dos programas de distribuição de renda estão sendo vistos como a...

O que pensa a mídia

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Editoriais dos principais jornais do Brasil http://www.pps.org.br/sistema_clipping/mostra_opiniao.asp?id=1086&portal =
sábado, 13 de setembro de 2008

Estado clandestino

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Editorial DEU EM O GLOBO Qualquer entendimento de que a ação do delegado Protógenes Queiroz na Operação Satiagraha, além dos limites da lega...

Mais tensão entre os Poderes

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Editorial DEU EM O ESTADO DE S. PAULO Ao enviar à presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) um ofício comunicando que não cumprirá a dec...

Ponto de ruptura

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Merval Pereira DEU EM O GLOBO NOVA YORK. A crise boliviana pode chegar a seu ponto de ruptura máximo neste fim de semana, quando a medição d...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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