Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Manchetes dos principais jornais do Brasil

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O GLOBO O maior calor da história Orçamento fica para fevereiro Natal: Estradas tiveram 38% mais mortes Apagão no Galeão e em bairros do...

O que pensa a mídia - Editoriais dos principais jornais do Brasil

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http://www2.pps.org.br/2005/index.asp?opcao=editoriais

Crise entre Congresso e STF criou impasse

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Fernanda Krakovics Depois de ministro do Supremo anular pedido de urgência para analisar vetos ligados aos royalties, deputados, já ins...

Crítica de Márcio Thomaz Bastos ao STF cria polêmica

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Para ex-ministro, direitos e garantias do Código Penal estão ameaçados Bruno Góes, Sérgio Roxo RIO e SÃO PAULO - Um artigo em que o...

Após condenação no mensalão, advogados planejam manifesto

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Troca de e-mails mostra inconformismo diante de decisões do Supremo que levaram à condenação de 25 réus no processo Advogados dos réus ...

Ministro do STF não vê "caça às bruxas"

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Marco Aurélio Mello rebate declarações de Márcio Thomaz Bastos, que afirmou em um artigo e sem citar o mensalão, que "a tendência repr...

Reeleição depende da economia, avalia PT

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Preocupada com o pífio desempenho da economia, a presidente Dilma Rousseff inicia em janeiro a segunda metade de seu mandato com a tarefa d...

2013 é ano-chave para Aécio

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Tucanos divergem sobre a melhor postura do senador, consolidado como principal oposicionista Expectativa é de conciliação entre crítica...

Orçamento fica para fevereiro

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Diante da ameaça da oposição de ir à Justiça, governo desiste de votar ainda este ano o Orçamento de 2013 e terá que editar medida provisór...

Réveillon em Buenos Aires - Eugênio Bucci

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Neste final de ano, a batalha espetacular sobre a regulação de mídia na Argentina ganhou cores intensas, contrastadas, com idas e vindas ...

Três mil vetos e uma grande omissão - Alberto Dines

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Quando há duas semanas descobriu-se que havia mais de três mil vetos presidenciais na fila para serem examinados pelo Congresso – alguns ...

Dez anos, êxitos e autocrítica - Valdo Cruz

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O PT completa, neste final de 2012, dez anos no poder -oito de Lula e dois de Dilma Rousseff no Palácio do Planalto. Período de avanç...

Feliz 2015 - Eduardo Graeff

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Difícil fazer um trabalho bom quando a base governista ocupa sem limite a máquina estatal. O clientelismo imediatista é ruim à própria co...

Mal estar na democracia brasileira - Marcus André Melo

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A despeito do regozijo coletivo com o desempenho do STF pelo julgamento do mensalão, há um mal estar entre os brasileiros. Avaliar a demo...

Custos do impasse - Tereza Cruvinel

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Por mais que o governo e seus líderes no Congresso minimizem as consequências do adiamento da votação do Orçamento de 2013 para fevereiro...

Inflação, pecado e virtude - Carlos Alberto Sardenberg

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Em 2011, a inflação oficial, medida pelo IPCA, índice do IBGE, bateu em exatos 6,5%, no teto da margem de tolerância. Neste ano, deve fic...

Pedi e não recebereis - Celso Ming

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Nos seus contatos mantidos ao longo deste ano com os empresários brasileiros, o governo Dilma alardeou não ter feito outra coisa senão at...

Estagnação com pleno emprego - José Luis Oreiro

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Os dados divulgados recentemente pelo IBGE a respeito do PIB do terceiro trimestre de 2012 confirmam as análises feitas anteriormente nes...

Certeza da dúvida - Míriam Leitão

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A Venezuela vive uma situação dramática. Hugo Chávez luta pela vida em Cuba, depois de quatro cirurgias. Há dúvidas sobre quem toma posse...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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