Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

domingo, 30 de dezembro de 2012

OPINIÃO DO DIA Aloysio Nunes Ferreira: falha humana

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" Dilma acerta no diagnóstico do apagão. Este é o governo da falha humana. Falha humana na saúde, na educação, na segurança. " ...

Manchetes dos principais jornais do País

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O GLOBO Paes agora promete fazer 277 escolas em 4 anos Dilma: metade das promessas ainda no papel Montadoras vão investir US$ 25 bi Bras...

O que pensa a mídia - Editoriais dos principais jornais do País

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http://www2.pps.org.br/2005/index.asp?opcao=editoriais

A canção que nos embala - Luiz Sérgio Henriques

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Há alguns anos, um artista admirável, como Chico Buarque, vaticinou o fim da canção, tal co¬mo a conhecemos em nossa geração e que muitas...

Dilma: metade das promessas ainda no papel

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Ao chegar à metade de seu governo, a presidente Dilma está longe de cumprir pelo menos 23 de 46 promessas de campanha, desde a construção d...

Forte na política, mas desgastado, PT faz 10 anos no poder

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Favorito para emplacar 4ª vitória presidencial em 2014, partido teve imagem abalada pelo escândalo do mensalão Petistas aderiram aos mé...

Três áreas que desafiam Dilma

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Reprovados pela população, setores de saúde (74%), segurança (68%) e educação (56%) figuram como os grandes entraves para Dilma em 2013 ...

Dois anos de fiasco econômico – Editorial / O Estado de S. Paulo

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A presidente Dilma Rousseff completa meio mandato com um balanço econômico assustador - dois anos de produção estagnada, investimento em qu...

Congresso em dívida com a sociedade – Editorial / O Globo

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No transcorrer de 2012, as instituições republicanas brasileras, em particular o Poder Judiciário, ganharam maturidade, algo notável em uma...

Me engana que eu gosto - Ferreira Gullar

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O próprio Lula admitiu que houve o mensalão ao pedir desculpas publicamente em discurso à nação Muitos de vocês, como eu também, hão ...

Um pedido para 2013: parem com as promessas - Elio Gaspari

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O governo só terá a ganhar se parar de enganar a patuleia dizendo que fará aquilo que sabe que não entregará A doutora Dilma poderia ...

Contando os minutos - Eliane Cantanhêde

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O ex-presidente Lula e sua pupila e sucessora Dilma não veem a hora de 2012 terminar. Foi, ou está sendo, um ano difícil. O mito Lula...

O que falta - Amir Kahir

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O próximo ano é decisivo para o futuro político da presidente Dilma Rousseff. E seu principal desafio é, sem dúvida, conseguir reativar a...

Recuperando a historia - Suely Caldas

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Mais um ano se foi. O 2° do governo Dilma, o 10° de gestão petista e o 18º de estabilidade econômica e inflação sob controle. Mesmo resum...

O ano que não esquentou - Míriam Leitão

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Seria um reflexo no espelho do ano anterior. Essa era a aposta geral. O ano de 2012 começaria frio mas esquentaria ao longo dos meses e t...

Boa sorte, prefeitos - Tereza Cruvinel

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Os prefeitos que tomam posse em 1º de janeiro vão encontrar, quase sempre, o caixa vazio, quando não pendências financeiras deixadas pelo...

Com apagão e privatização - João Bosco Rabello

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O desfecho do julgamento do mensalão, junto com o ano útil, foi mais forte que a capacidade do governo da presidente Dilma Rousseff de re...

Alta rotatividade: como reduzir? - José Pastore

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A imprensa vem registrando de forma insistente que o governo pretende elevar, por lei, a alíquota do PIS nas empresas que apresentam taxa...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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