Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

domingo, 19 de abril de 2015

Eliane Cantanhêde - Não só guerra de vaidades

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- O Estado de S. Paulo Todas essas crises, variadas e simultâneas, criam o ambiente político e as circunstâncias práticas para a expl...

Vinicius Torres Freire - Dilma 3, a missão

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• Governo Dilma 1 foi à ruína; Dilma 2 aceitou o inevitável de modo passivo; falta um plano novo - Folha de S. Paulo Suponha-se q...

Fernando Gabeira - Que bicho é esse?

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• Nunca vi uma situação como essa, ou mesmo um partido tão rejeitado nas ruas - O Globo / Segundo Caderno Na fronteira do Piauí c...

Luiz Carlos Azedo - Ave Caesar! Morituri te salutamus! (*)

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• A decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) assanhou a oposição, que namora o impeachment. No caso de crime eleitoral, está previst...

Celso Lafer* - Um mundo perigoso e instável

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- O Estado de S. Paulo Do pós-2.ª Guerra Mundial à queda do Muro de Berlim, o mundo configurado pela "guerra fria" era peri...

Elio Gaspari - A Petrobras blindou a roubalheira da SBM

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• Lava-Jato começou em 2014, mas a faxina interna da empresa holandesa começou em 2012 O Globo A doutora Dilma disse que a Petrob...

José de Souza Martins - Cuba libre

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• Germe corrosivo do mercado penetrará nas veias agora abertas desta ilha ideológica e ela não mais será a mesma, diz sociólogo - O E...

Miriam Leitão - O passado é incerto

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• Governo criou esqueletos fiscais, e o passado voltou a ser incerto no Brasil - O Globo O passado voltou a ser incerto no Brasil...

Sem passo atrás – Editorial / Folha de S. Paulo

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• TCU concluiu que governo Dilma descumpriu Lei de Responsabilidade Fiscal; se prevalecer essa decisão, gestores devem ser punidos Num ...

TCU põe governo contra a parede – Editorial / O Estado de S. Paulo

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A chamada "contabilidade criativa", inventada pelos petistas para maquiar as contas públicas e disfarçar a desídia do governo no ...

Brasil silencia diante da repressão na Venezuela – Editorial / O Globo

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• Obstáculos criados pelo governo de Nicolás Maduro para a aquisição de papel ameaçam várias publicações independentes. SIP cobra ação de p...

Homenageado pelo festival É Tudo Verdade, Vladimir Carvalho lança livro

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• 'Jornal de cinema' é uma coletânea de sobre a arte Carlos Helí de Almeida – O Globo / Segundo Caderno RIO - Quando cheg...

Roberta Sá - Alô Fevereiro

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João Cabral de Melo Neto - Uma faca só lâmina

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(Para Vinícius de Morais) Assim como uma bala enterrada no corpo, fazendo mais espesso um dos lados do morto; assim como uma bala ...
sábado, 18 de abril de 2015

Opinião do dia – Roberto Freire

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“ A prisão de Vaccari mostra o entrelaçamento da corrupção com o PT de Dilma. O debate do impeachment é um caminho sem volta. ” - ---...

Petrobras recebe socorro de 9 bi e vende plataformas

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Socorro de R$ 19 bilhões • Petrobras obtém financiamento de R$ 9,5 bilhões com BB, Caixa e Bradesco e vende plataforma a britânicos ...

Petrobrás consegue financiamento de R$ 9,5 bi com BB, Caixa e Bradesco

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• Com os empréstimos dos bancos brasileiros e uma operação de US$ 3 bi com o britânico Standard Chartered, estatal diz ter garantido o ca...

Impeachment é desespero da oposição, diz governo

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Oposição age por desespero, afirma ministro de Dilma • Presidente escalou auxiliares para tentar barrar discurso pró-impeachment ...

Governo sai em defesa de Dilma

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Defesa em dose tripla • Dilma escala ministro, advogado da União e procurador do BC para negarem ‘pedaladas’ fiscais Martha Beck, M...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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