Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

sábado, 13 de outubro de 2018

Opinião do dia: Alberto Aggio*

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“ A chegada de dois polos excêntricos ao segundo turno não foi um raio em céu azul. O colapso do centro político acabou produzindo uma si...

Merval Pereira: Questão de honra

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- O Globo Em momentos radicalizados como o atual, é preciso conter os impulsos primitivos que podem aflorar em militantes O candi...

Míriam Leitão: O meio ambiente e o bolsonarismo

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- O Globo General diz que não se pode derrubar uma árvore no Brasil sem que alguém venha ‘encher o saco’. Só em 2017, 14 milhões fora...

João Domingos: Águas turvas

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- O Estado de S.Paulo Bater boca com eleitor é um dos erros que todos os candidatos devem evitar Restam ainda duas semanas para o...

Adriana Fernandes: Não deixem o Brasil quebrar

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- O Estado de S.Paulo Novas projeções da dívida pública brasileira caminham para 100% do PIB Bastou menos de uma semana de campan...

Demétrio Magnoli: A carta que Haddad não escreverá

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- Folha de S. Paulo O que o candidato do PT à Presidência deveria dizer na atual campanha eleitoral O Datafolha mostrou que a dem...
Um comentário:

Hélio Schwartsman: Em busca de um voto honesto

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- Folha de S. Paulo Não faltam sistemas mais sofisticados, cada qual com seu mix de pontos positivos e negativos Escrevi alguns d...

Julianna Sofia: Morde e assopra

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- Folha de S. Paulo Bolsonaristas batem cabeça sobre Previdência, mas pode ser só estratégia eleitoral Alheio ao mau agouro do an...

Luiz Carlos Azedo: O piloto sumiu

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- Correio Braziliense (12/10/2018) “Haddad não esperava que a transferência de votos do petista batesse no teto tão cedo, bem abaixo ...

Ruy Fabiano: Os números elegem Bolsonaro

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- Blog do Noblat | Veja Bastam-lhe os votos dados a João Amoedo, Cabo Daciolo e Henrique Meirelles, que guardam perfil claramente ant...

A democracia vai passar por um teste inédito

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Entrevista: com o cientista político Sérgio Abranches Por Vicente Vilardaga | IstoÉ As eleições da semana passada definiram uma n...

Madame antifascista

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A ex-secretária de Estado Madeleine Albright diz que os países estão aprofundando o fosso entre ricos e pobres e precisam repudiar a viol...

O que de fato pensam os candidatos: Editorial | O Globo

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Há muitas dúvidas sobre o que na realidade será colocado em prática pelo próximo presidente Faltam debates e explicações objetivas que ...

Cacoetes estatistas: Editorial | Folha de S. Paulo

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Bolsonaro dá novas mostras de resistência à venda de estatais e causa desconfiança Se já havia dúvida quanto à sinceridade da súbita co...

Desconectados da realidade: Editorial | O Estado de S. Paulo

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Na economia, Jair Bolsonaro e o PT têm muito mais semelhanças do que os incautos imaginavam Os candidatos que disputam o segundo turno ...

PSDB não tem a linha do Bolsonaro e fará oposição a ele ou ao PT, diz Tasso

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Tucano diz que 'ventania no Congresso derrubou bons e ruins' e articula 'grupo do bom senso' Thais Bilenky | Folha de...

PT falhou em não reconhecer que praticou corrupção, diz senador derrotado

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Jorge Viana (AC) perdeu a reeleição ao Senado e seu grupo político ficou fora do governo Angela Boldrini | Folha de S. Paulo BRAS...

Madeira que cupim não rói (Capiba)

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João Cabral de Melo Neto: Discurso do Capibaribe

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Aquele rio está na memória como um cão vivo dentro de uma sala. Como um cão vivo dentro de um bolso. Como um cão vivo debaixo dos l...
sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Opinião do dia: José de Souza Martins

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“ Muitos supõem que o país deu uma guinada para a direita. Na verdade, não houve guinada. Houve lenta transformação social e desgaste dos...

Alberto Aggio: Dias de espanto

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- O Estado de S.Paulo Entre a catástrofe e o desastre, nossa frágil democracia terá de resistir para sobreviver Aos homens é facu...
3 comentários:

Eliane Cantanhêde: Quase lá

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- O Estado de S.Paulo De onde Haddad pode tirar votos para tentar virar o jogo no segundo turno? As últimas pesquisas foram receb...

Merval Pereira: A boca do jacaré

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- O Globo PT aceitou uma derrota simbólica de relevância, permitindo que Haddad apagasse de sua propaganda o rosto de Lula No jarg...

Míriam Leitão: A democracia em momento extremo

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- O Globo Após período de lua de mel, tanto Bolsonaro quanto Haddad devem enfrentar grandes dificuldades nas negociações com o Congre...

Hélio Schwartsman: Bolsonaro é neofascista?

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- Folha de S. Paulo Há mais de uma resposta possível para a pergunta Afinal, Jair Bolsonaro se qualifica ou não como um neofascis...

Bruno Boghossian: Força da gravidade

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- Folha de S. Paulo Adesões aos candidatos moldam programas e alianças de futuros governos A movimentação dos atores políticos ne...

Dora Kramer: Fragilidade ideológica

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- Revista Veja Nem direita nem esquerda: o eleitor escolhe o que lhe é vantajoso A onda direitista que varreu o Brasil junto com ...

Vinicius Torres Freire: O instável Bolsonaro e o mercado

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- Folha de S. Paulo Declarações sobre capital estrangeiro e privatizações viajaram e pegaram mal lá fora Líderes políticos, econo...

Ricardo Noblat: Os que estão chegando

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- Blog do Noblat | Veja O governo dos melhores “Quando eu construí estrada, não tinha nem Ministério Público nem o Ibama. A prime...

Elena Landau: Figura oculta

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- O Estado de S.Paulo Regras do setor elétrico estão velhas e órgão regulador assiste pacificamente esse descalabro Hoje é Dia da...

Candidatos têm de ajudar a conter onda de violência: Editorial | O Globo

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Bolsonaro e Haddad dão declarações de apaziguamento, mas precisam continuar atentos A campanha eleitoral já produziu uma sucessão de ep...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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