Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

sábado, 27 de setembro de 2025

O que a mídia pensa | Editorial / Opiniões

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Congresso não pode se eximir do combate ao crime organizado Por O Globo A cada dia fica mais urgente agenda legislativa que dê musculatu...

Os muros que nos dividem. Por Marco Aurélio Nogueira

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O Estado de S. Paulo Fazer política é construir democracia, ou seja, é saber ultrapassar os muros e ir além da indignação Sociedades est...

Por um Brasil mais aberto, próspero e justo. Por Bolívar Lamounier

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O Estado de S. Paulo Permitam-me fazer-lhes uma convocação. Chega de choradeira, chega de cabeça baixa. Vamos levantar a cabeça e agir C...

O bolsonarismo eduardista. Por Carlos Andreazza

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O Estado de S. Paulo Eduardo Bolsonaro desenvolve o seu pós-Bolsonaro – pós-Jair, para não haver dúvida. Pós-pai. A superação político-ele...

A arma de Eduardo que Bolsonaro não controla. Por Thaís Oyama

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O Globo Filho Zero Três do ex-presidente convenceu-se de que é preferível a direita perder a eleição para Lula a vencer com Tarcísio Edu...

Bandeiras. Por Eduardo Affonso

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O Globo Manifestações provaram que a esquerda continua hábil em se achar dona de pautas que são de todos os democratas Domingo, 21 de se...

O elo perdido. Por Flávia Oliveira

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O Globo A quantidade de gente Brasil afora tornou visível a indignação sugerida no mundo virtual Os holofotes, não sem motivo, se voltar...

O efeito manada na PEC da Blindagem revela muito sobre o Congresso. Por Roberto Fonseca

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Correio Braziliense Entenda como a pressão popular enterrou a PEC da Blindagem. A reação nas ruas foi o que salvou os deputados A cena p...

A política externa americana. Por André Gustavo Stumpf

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Correio Braziliense Os diplomatas concorreram para que houvesse o encontro "ocasional" de Lula e Trump nos bastidores da Assembl...

Idas e vindas da democracia. Por Marcus Pestana

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O mundo dá voltas e o destino prega peças. Não deixa de ser irônica a atual conjuntura. Há 50 anos, nós, democratas e progressistas, lutávam...

Vitórias de Lula duram até 2026? Por Hélio Schwartsman

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Folha de S. Paulo Presidente se beneficia de erros cometidos pela direita bolsonarista e pelo centrão Eleitores que não se alinham nem a...

Não à blindagem tributária para partidos. Por Adriana Fernandes

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Folha de S. Paulo A regulamentação da reforma precisa obrigar os que são livres da cobrança a prestar contas Não é admissível que legend...

Brasil: El impacto de las movilizaciones populares contra la impunidad. Por Fernando de la Cuadra

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Clarin (Chile) La Propuesta de Enmienda Constitucional (PEC) destinada a blindar a los parlamentarios de posibles condenas por diversos ti...

A sede do Legislativo. Por Pedro Serrano

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CartaCapital O Congresso Nacional não pode outorgar a si próprio a condição de guardião máximo da Constituição, que compete ao Supremo A...

Shangri-lá: um paraíso imaginário. Por Luiz Gonzaga Belluzzo e Manfred Back

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CartaCapital No mundo das certezas, a economia não se move e é sempre igual, ancorada nas expectativas racionais Shangri-lá é um paraíso...

A Palestina daqui em diante. Por Jamil Chade

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CartaCapital O reconhecimento do Estado palestino por aliados europeus de Israel é um passo importante, mas, por ora, simbólico O massac...

Poesia | Carta do Ausente, de Vinicius de Moraes

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Música | MPB4, Chico Buarque - Roda Viva

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sexta-feira, 26 de setembro de 2025

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Senado mostrou altivez ao rejeitar PEC da Blindagem Por O Globo Qualquer iniciativa para ampliar impunidade precisa ser rechaçada. Socie...

Reinvenção da Câmara vira tema eleitoral. Por Fernando Luiz Abrucio

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Valor Econômico O que era antes um sentimento de descrédito e impotência se tornou um vendaval de revolta. A pressão institucional e socia...

Poderes ocultos. Por José de Souza Martins

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Valor Econômico Na movimentação apressada em favor dos condenados, já antes da condenação, o golpe continua. Por esses meios, pretendem as...

Senado e Câmara divergem sobre dosimetria e relação com o Supremo. Por Luiz Carlos Azedo

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Correio Braziliense Iniciativa de transformar a anistia no PL da Dosimetria foi articulada por Paulinho da Força, Aécio Neves e o ex-presi...

Lula surfa na crise do bolsonarismo. Por Vera Magalhães

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O Globo Pior momento de ex-presidente desde 2022 dá ao petista chance de recuperar imagem, e até Centrão manda recados para conversar Na...

Catinga de vaca popular. Por Bernardo Mello Franco

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O Globo Rejeição de proposta foi raro alento numa legislatura marcada por retrocessos Ao justificar seu voto contra a PEC da Blindagem, ...

Belo Horizonte na vanguarda. Por Pablo Ortellado

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O Globo Se texto for aprovado, a cidade se tornará a primeira capital do Brasil e a maior metrópole do mundo a adotar a gratuidade Belo ...

Brasileiros não sabem o que é ‘isenção’ do IR. Por Andrea Jubé

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Valor Econômico Deconhecimento do significado da palavra preocupa a comunicação do governo “Eu acredito no poder da palavra”, disse o pr...

Na ONU, um diálogo apesar dos discursos. Por Fernando Gabeira

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O Estado de S. Paulo É de esperar que Lula e Trump se concentrem no clima amistoso do encontro e deixem em suspenso a contradição entre se...

Mais perto, mais longe. Por Eliane Cantanhêde

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O Estado de S. Paulo Se a ‘química’ de Trump e Lula é boa, a de Alcolumbre e Motta vai de mal a pior Se a “química” entre Donald Trump e...

Tecnologia e taxação do desemprego. Por Celso Ming

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O Estado de S. Paulo Têm coisas que à primeira vista parecem recomendáveis e fazem sentido, mas que se mostram prejudiciais quando colocad...

O semipresidencialismo pode trazer estabilidade. Por Orlando Thomé Cordeiro

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Correio Braziliense Seria uma forma do Legislativo sair da cômoda posição de apenas determinar como deve ser a utilização de fatia conside...

BC prevê PIB miudinho para o ano eleitoral. Por Vinicius Torres Freire

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Folha de S. Paulo Para o BC, economia cresce 1,5% no ano que vem, menos da metade do que se viu em 23 e 24 Apesar dos melhores números de ...

Copacabana me fez lembrar do tempo em que conheci Caetano. Por Marcos Augusto Gonçalves

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Folha de S. Paulo Em 1977, convidei Caetano a participar de um show para alertar sobre a prisão de colegas militantes; ele foi e cantou ...

Quem sai aos seus não se regenera. Por Dora Kramer

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Folha de S. Paulo Herdeiros do legado autoritário esbravejam de longe, na simulação de um poder que não têm Ação dos EUA colocou Eduardo...

Selvageria epistêmica. Por Hélio Schwartsman

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Folha de S. Paulo Pregação de Trump contra o paracetamol (Tylenol) não tem base fática ou científica Questões técnicas deveriam estar ma...

O tamanho da herança maldita fiscal. Por Bráulio Borges

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Folha de S. Paulo Boa parte do aumento das despesas federais veio da PEC da Transição Equilíbrio das contas públicas não deve caber some...

King Kong e King Trump. Por Ruy Castro

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Folha de S. Paulo Os dois animais têm perigosas características em comum Mas Kong, isolado, perdeu, e Trump, cercado de subtramps, pode ...

Poesia | Rosa de Hiroshima, de Vinicius de Moraes

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Música | Chico Buarque: Conversa de Botequim (Noel Rosa)

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quinta-feira, 25 de setembro de 2025

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Trump traz esperança à Ucrânia Por O Globo É incerto até que ponto ele honrará suas declarações, mas a reviravolta, se mantida, será aus...

A química política. Por Merval Pereira

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O Globo As relações pessoais entre presidentes do Brasil e dos Estados Unidos raramente tiveram tanta importância quanto durante a atual c...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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