Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Manchetes de alguns dos principais jornais do Brasil

O GLOBO

Cade aprova megafusão mas exige concorrência
Governo vetará corte de gastos em 2012
Pagot não volta ao Dnit, avisa Dilma
Jogos Militares
Obras na Serra foram feitas sem contratos
FOLHA DE S. PAULO
Kassab falha em áreas essenciais, diz tribunal
Sadia-Perdigão é aprovada, mas terá de ficar 30% menor
Servidora relatou reunião fechada da OMS à Souza Cruz
Fifa oficializa Itaquerão como sede dos jogos da Copa em SP
O ESTADO DE S. PAULO
Ministro dos Transportes já pede volta de obras e licitações
LDO aprovada no Congresso impõe travas a gasto público
Cade aprova fusão de Sadia e Perdigão, mas suspende marca
Itaquera será sede da Copa
VALOR ECONÔMICO
Acordo salva fusão que criou BRF
Mercado vê sete erros na operação feita por Diniz
Bancos vão à Justiça contra multas da PF
ESTADO DE MINAS
Explodem os gastos via judicial com saúde
Chefe do DNIT tenta voltar. Construtoras bancaram PR
CORREIO BRAZILIENSE
Aumento para aposentados
Temer entra no lobby para manter Pagot
Brasil foods, uma fusão nada Sadia
ZERO HORA (RS)
Economia dos EUA sofre nova advertência
Como fusão muda mercado brasileiro de alimentos
JORNAL DO COMMERCIO (PE)
Três minutos, 16 mortos, dois heróis
Gilvan Cavalcanti de Melo às 07:38:00
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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