Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Manchetes de alguns dos principais jornais do Brasil

O GLOBO
Mulher de novo coordenador do Dnit representa empresas
Filme sérvio é vetado agora em todo o país
Férias de 60 dias de juízes causam revolta
Presidente da Petrobras diz que 'o problema do Rio são os cariocas'
BC admite que inflação só ficará perto de centro da meta em 2013

FOLHA DE S. PAULO
'Insensatez' externa é ameaça global, diz Dilma
Aviação doméstica do país é a que mais cresce
Brasileiro ingere muita caloria e pouco nutriente
Birra

O ESTADO DE S. PAULO
Desaceleração faz BC acenar com fim da alta dos juros
País lidera expansão global do setor aéreo
Brasileiros comem muito e mal, mostra IBGE
Novo presidente do Peru toma posse e copia Lula

VALOR ECONÔMICO
Concessões de elétricas devem ser prorrogadas
Plano ambicioso
Mercado surpreso e desorientado
Bases sólidas para o governo no Senado
Dilma deu sinal verde a medidas duras

ESTADO DE MINAS
Estamos comendo muito mal
Cartas ao presidente

CORREIO BRAZILIENSE
O perigo chega à mesa do brasileiro
BC interrompe alta dos Juros. Dólar sobe de novo
STJ exige valorização dos concursos

ZERO HORA (RS)
Força da chuva emite alerta contra cheias
Cai número de suicídios no Estado

JORNAL DO COMMERCIO (PE)
Brasileiro está se alimentando muito mal
Gilvan Cavalcanti de Melo às 08:24:00
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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