Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Manchetes de alguns dos principais jornais do Brasil

O GLOBO
Dilma troca ministro de Lula por ministro de Lula
Medo de nova recessão abala bolsas
IPI menor para carro não chega ao varejo
Auditores tinham R$ 13 milhões em dinheiro


O ESTADO DE S. PAULO
Mercado global derrete por temor nos EUA e na Europa
Governo diz que o País está preparado
Jobim cai e Amorim assume Defesa
Lula critica 'deselegância'
PF apreende R$ 12,9 mi em dinheiro vivo em SP


FOLHA DE S. PAULO
Bolsas desabam e cresce medo de recessão mundial
Dilma tira Jobim da Defesa e põe o ex-chanceler Amorim


VALOR ECONÔMICO
O pior dia desde a crise de 2008
Dilma troca Jobim por Amorim
'A candidata natural sou eu', diz Marta
MEC limita oferta de pós e MBA
Novo cenário inverte as expectativas para os juros


ESTADO DE MINAS
Reação em três atos
Montadoras dizem que redução vai demorar
Auditores desviaram R$ 3 bilhões


CORREIO BRAZILIENSE
Dilma demite mais um ministro da era Lula...
Crise externa deixa mercados em pânico
Planos de saúde: E-mail? ANS só receberá reclamações por telefone


ZERO HORA (RS)
Críticas à equipe de Dilma derrubam JobimTemor de recessão global sacode mercados 

JORNAL DO COMMERCIO (PE)
Bolsas despencam pelo mundo
Celso Amorim vai substituir Jobim
Gilvan Cavalcanti de Melo às 08:06:00
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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