Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

A Carta da Democracia

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Fernando Perlatto Fonte: Gramsci e o Brasil Lopes, Júlio Aurélio Vianna. A Carta da Democracia. O processo constituinte da ordem pública de...

Dos males, o maior

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Dora Kramer DEU EM O ESTADO DE S. PAULO Declaração falsa de patrimônio, processo no Supremo Tribunal Federal, exacerbação do compadrio, nada...

Saçaricando

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Eliane Cantanhêde DEU NA FOLHA DE S. PAULO BRASÍLIA - Esta semana é de festa em Brasília, com Lula, seus 84% de aprovação e a sua candidata ...

Lula turbina o voo de Dilma

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Daniel Pereira DEU NO CORREIO BRAZILIENSE Crédito para casa própria de servidores Em meio a uma série de medidas em benefício dos prefeitos ...

Governo lança pacote para acelerar PAC e brecar ato de prefeitos

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Simone Iglesias e Letícia Sander DEU NA FOLHA DE S. PAULO Municípios, que fazem ato tradicional em março, terão prazo para pagar dívidas com...

O plano de voo do PT para Dilma

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Raymundo Costa DEU EM VALOR ECONÔMICO O PT quer começar a campanha da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) a partir de abril, já com uma age...

Sinais, mas ambíguos

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Clóvis Rossi DEU NA FOLHA DE S. PAULO SÃO PAULO - Antes de mais nada, agradeço aos leitores que se deram ao trabalho de enviar explicações p...

Dupla militância

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Merval Pereira DEU EM O GLOBO Existem dois G-20 nas negociações internacionais: um formado pelos países em desenvolvimento que se uniram par...

Meio cheio, meio vazio, quase vazio

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Vinicius Torres Freire DEU NA FOLHA DE S. PAULO Primeiros dados da economia em janeiro indicam que do chão não se passou, mas há problema no...

O comércio exterior e a crise

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Rubens Barbosa DEU EM O ESTADO DE S. PAULO A crise financeira global e a recessão das economias desenvolvidas da Europa e dos EUA, além da r...

A recessão da deflação de ativos

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Yoshiaki Nakano DEU NO VALOR ECONÔMICO Até o momento, a crise financeira nos Estados Unidos e na Europa provocou uma contração econômica mod...

Ataque engasgado

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Miriam Leitão DEU EM O GLOBO O governo americano tenta um ataque duplo à crise, mas o gatilho ainda está mascando. De um lado, o anúncio do ...

O QUE PENSA A MÍDIA

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Editoriais dos principais jornais do Brasil http://www.pps.org.br/sistema_clipping/mostra_opiniao.asp?id=1235&portal =
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Baixa representatividade social dos partidos dificulta renovação

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Liliana Lavoratti DEU NA GAZETA MERCANTIL A recondução do senador José Sarney (PMDB-AP) e do deputado Michel Temer (PMDB-SP) para a presidên...

PMDB elege a maioria dos presidentes das Assembleias

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Felipe Bächtold e Sílvia Freire DEU NA FOLHA DE S. PAULO Após assumir o Senado e a Câmara, partido está no comando da maioria das Casas PMDB...

Governador do Rio, Sérgio Cabral busca a reeleição em 2010 e corteja o PT

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Heloisa Magalhães e Ana Paula Grabois, do Rio DEU NO VALOR ECONÔMICO Cabral aposta em aliança com PT no Rio Aliado político do presidente L...

Renda básica na política

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Marina Silva DEU NA FOLHA DE S. PAULO HÁ UM QUASE consenso de que a política brasileira precisa de mudanças profundas. São várias as receita...

São Paulo: grandeza e humildade

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Alberto Goldman Vice-governador do estado de São Paulo DEU NO CORREIO BRAZILIENSE Qual a razão da pujança do Estado de São Paulo? Bem, isso ...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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