Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Carta na mesa:: Míriam Leitão

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A Grécia já passou do ponto de ser salva. Os credores foram longe demais; o país, também. Nem o remédio que os credores prescrevem é viável,...

Clara Nunes - O canto das três raças

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Sobre a atual vergonha de ser brasileiro :: Affonso Romano de Sant’anna

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" Este é o país do diz e do desdiz onde o dito é desmentido no mesmo instante em que é dito. Não há linguista e erudito que apure ...
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

OPINIÃO DO DIA – Alberto Goldman: símbolos da coerência

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" Em junho do ano passado os bombeiros do Rio de Janeiro, em greve por melhores salários, invadiram o quartel-central da corporação. No...

Manchetes de alguns dos principais jornais do Brasil

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O GLOBO Grécia aprova cortes em meio a caos nas ruas Dois milhões elegem rival de Chávez Piso da polícia pode custar R$ 46 bilhões FOLH...

O que pensa a mídia - editoriais dos principais jornais do Brasil

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http://www2.pps.org.br/2005/index.asp?opcao=editoriais

As fronteiras da ação policial :: José de Souza Martins*

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A greve na Bahia e o despejo no Pinheirinho expressam as imperfeições da ordem e o desprezo elitista pelo Brasil da margem A greve da Políc...

Mentira:: Caetano Veloso

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Tarde demais para lamentar a imperdoável desatenção do governador Jacques Wagner aos problemas que levaram à greve da Polícia Militar da Bah...

General do povo, não:: Elio Gaspari

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No século passado, havia generais de direita e de esquerda, deu em ditadura, assassinatos e tortura A cena de confraternização do general G...

Caetano Araújo é reeleito presidente da Fundação Astrojildo Pereira

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Diretório Nacional do PPS aprova nova direção da FAP Por: Assessoria do PPS O Diretório Nacional do PPS aprovou, nesta sexta-feira, após i...

E como mentem! :: Ricardo Noblat

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"Se anistiar, vira um país sem regra." (Dilma, que, no ano passado, anistiou PMs e bombeiros grevistas de 13 Estados) "Ment...
Um comentário:

Chave de segurança:: Melchiades Filho

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O fim da greve dos PMs da Bahia e o início claudicante, porque sufocado, do levante no Rio podem dar a falsa impressão de que o problema est...

O partido industrial:: Janine Ribeiro

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Há no Brasil um projeto político - sem partido - composto daqueles que se inquietam com a desindustrialização do país, ou melhor, com a redu...

Eleição quântica:: José Roberto de Toledo

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O PSD kassabista tem poder de personagem de história em quadrinhos. Contamina os partidos do qual se aproxima com sua capacidade quântica, a...

O PT e as privatizações:: Aécio Neves

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Toda mudança para melhor deve ser saudada. Por isso, devemos reconhecer como positiva, ainda que com o atraso de uma década, a privatização ...

Um sonho que acabou:: Ferreira Gullar

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Nenhum defensor do regime cubano desejaria viver num país de onde não se pode sair sem permissão É com enorme dificuldade que abordo este a...

Uma questão de números: Merval Pereira

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A disputa pelo controle político da nova classe C, explicitada pela preocupação do ministro Gilberto Carvalho de não a deixar "à mercê...

Debate tolo:: Míriam Leitão

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Uma discussão ociosa surgiu depois da privatização dos aeroportos: quem privatiza melhor, PT ou PSDB? O PT, que usou eleitoralmente a privat...

Incoerente da Silva:: Dora Kramer

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A tardia, mas benfazeja privatização dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília, que abre ainda o caminho para a entrega do Galeão (R...

A semana que abalou dogmas do PT

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PT discute a relação e atropela dogmas O PT comemorou seus 32 anos tendo que encarar a queda de alguns dogmas que o marcaram como um parti...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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