Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

sábado, 17 de novembro de 2012

Ritmo de crescimento cairá na América Latina, diz OCDE

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Relatório sobre perspectivas econômicas da região foi apresentado no primeiro dia da Cúpula Íbero-Americana Andrei Netto CADIZ - Ch...

O tamanho do impasse - Míriam Leitão

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A conta é simples: os EUA arrecadam US$ 2,4 trilhões; gastam US$ 3,5 trilhões. Rombo de US$ 1,1 trilhão. Esse é o orçamento do governo a...

Compensações do câmbio - Celso Ming

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O tambor produz sempre o mesmo som. Ele repete, repete, repete e é necessário que seja assim. E uma das observações que precisam ser ...

O Capibaribe de João Cabral de Melo Neto

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Guilherme Freitas e Mariana Moreira    Presença constante na obra de João Cabral de Melo Neto (1920-1999), o rio Capibaribe aparec...

Caetano Veloso, Gilberto Gil, Ivete Sangalo - Você é linda

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Retrato do poeta quando jovem – José Saramago (16/11/1922-18/6/2010)

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Há na memória um rio onde navegam Os barcos da infância, em arcadas De ramos inquietos que despregam Sobre as águas as folhas recu...
sexta-feira, 16 de novembro de 2012

OPINIÃO DO DIA – Ayres de Britto: defesa do STF

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  “ Eu acho que faz parte da liberdade de opinião, da liberdade de expressão (a nota divulgada pelo PT). Acho que o Supremo julgou com to...

Manchetes dos principais jornais do Brasil

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O GLOBO Toffoli deu pena alta a réu em 2010 Superlotação de 170 mil Cúpula pedirá mais crescimento Alckmin minimiza crise em São Paulo ...

O que pensa a mídia - Editoriais dos principais jornais do Brasil

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http://www2.pps.org.br/2005/index.asp?opcao=editoriais

Toffoli deu pena alta a réu em 2010

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Ministro foi mais duro do que Joaquim Barbosa em julgamento por peculato de deputado acusado de desvio de recursos da Assembleia Legislativ...

Ayres Britto deixa STF sem votar penas de 14 réus do mensalão

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Ministro quis fixar sentenças na última sessão, mas homenagem impediu Carolina Brígido BRASÍLIA - O presidente do Supremo Tribunal ...

Aposta de réus do mensalão tem histórico negativo no STF

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Principal aposta da defesa para tentar reverter as condenações do processo do mensalão, os chamados "embargos infringentes" têm t...

Substituto de Ayres Britto julgará recursos

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Nome a ser indicado pela presidente Dilma Rouseff para mais uma vaga aberta no STF também vai relatar processo do mensalão mineiro Feli...

Contra a "caixinha"

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Partidos da base estão reticentes em ajudar o PT a pagar as multas aplicadas aos petistas condenados no STF Paulo de Tarso Lyra, Leandr...

A 'piada de salão' pelo mundo - Roberto Freire

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O Supremo Tribunal Federal, a mais alta Corte do país, escreveu mais um capítulo histórico do julgamento do mensalão ao condenar a 10 ano...

Em resposta à nota petista, PSDB elogia Corte

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Em resposta às críticas públicas feitas anteontem pela Comissão Executiva Nacional do PT ao julgamento do mensalão, a direção do PSDB divul...

Delírios militantes

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Opinião / O Globo É DO perfil do militante político radical rejeitar a realidade objetiva e se agarrar ao que acha ser a "verdade ...

Barbas de molho - Eliane Cantanhêde

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Os dez anos e dez meses de pena para José Dirceu, do núcleo político, ofuscaram na imprensa os 16 anos e oito meses de Kátia Rabello, do ...

Visão autoritária - Merval Pereira

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A nota oficial da Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores revela a face autoritária desse partido, nascido sob o lema de ser o pa...

Pesos e medidas - Dora Kramer

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Descontada alguma redução (pequena) decorrente dos ajustes finais a serem feitos na pena de 40 anos que recebeu do Supremo Tribunal Feder...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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