Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

domingo, 9 de agosto de 2015

Dora Kramer - Perdidos na crise

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- O Estado de S. Paulo Da declaração do vice-presidente da República apontando a necessidade de que “alguém” unifique o País à propos...

Bernardo Mello Franco - Com roubo e tudo

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- Folha de S. Paulo "Com roubo e tudo, vamos chegar lá." A frase foi tuitada por Eduardo Cunha em 2012, quando o time para ...

Eliane Cantanhêde - Script de crise

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- O Estado de S. Paulo A atual crise é cheia de meandros, particularidades e ramificações políticas, econômicas e empresariais, mas, ...

Fernando Gabeira - Um cerco de muitos anéis

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- O Globo / Segundo Caderno • É uma estupidez política ironizar a opinião da maioria do país que os rejeita Estava na Lagoa da Co...

Luiz Carlos Azedo - A charada do Moreira

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- Correio Braziliense • O tom dramático de Dilma nos remete a outros momentos da história, como o suicídio de Getúlio Vargas (1954), ...

Juan Arias - Os olhos do mundo estão voltados para o Brasil

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- El Pais • Todos querem saber como a crise vai acabar. A mídia internacional começa a contratar mais correspondentes para entender o...

Elio Gaspari - Sem faxina, Dilma arruinará o país

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- O Globo • A doutora acha que a Lava Jato é um problema dos marcianos, mas é lá que está o olho do furacão que a ameaça Em 2011,...

Pedro S. Malan - Verdadeiro, falso e fictício

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- O Estado de S. Paulo O título deste artigo é o subtítulo de um belo livro de ensaios do italiano Carlo Ginzburg (O Fio e os Traços)...

Míriam Leitão - Um amargo regresso

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- O Globo A crise piorou muito. A retomada dos trabalhos legislativos foi o fator detonador. Os políticos visitaram seus redutos elei...

Samuel Pessôa - O PT que perdeu

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- Folha de S. Paulo • Toda a sociedade paga hoje o preço de o PT ter se recusado a discutir uma trava nos gastos públicos No iníc...

Rolf Kuntz - O panelaço dos fatos e dos números

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- O Estado de S. Paulo O maior panelaço contra o vergonhoso e grotesco programa do PT, na quinta-feira, foi comandado por um homem de...

Vinicius Torres Freire - Bifes, contas de luz e lixão

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- Folha de S. Paulo • Governo zumbi e oportunistas sórdidos do Congresso degradam mais as condições de saída da crise É chover no...

Ismael Silva e MPB 4 - Seleção Ismael Silva

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Vinicius de Moraes - Dialética

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É claro que a vida é boa E a alegria, a única indizível emoção É claro que te acho linda Em ti bendigo o amor das coisas simples É cla...
sábado, 8 de agosto de 2015

Opinião do dia – Roberto Freire

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“ Diante do quadro de ingovernabilidade instalada, aumentam as chances de abertura do processo de impedimento de Dilma Rousseff pelo Cong...

Isolada, Dilma sofre pressão para reduzir espaço do PT

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Pressão aliada contra o PT • ‘Ninguém vai tirar legitimidade que o voto me deu’, diz Dilma; base quer reduzir ministérios do partido ...

Dilma diz que ‘ninguém vai tirar legitimidade do voto’

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'Voto é a fonte da minha legitimidade e ninguém vai tirar essa legitimidade', diz Dilma Lisandra Paraguassu - O Estado de S. ...

Ninguém tira a legitimidade do meu voto, afirma Dilma

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• Em meio à grave crise política, presidente pediu respeito entre os Poderes • Um dia após ser alvo de panelaço, petista foi a ato em...

Dilma convoca senadores para defender pauta de governabilidade

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Ricardo Brito e Adriana Fernandes - O Estado de S. Paulo • No encontro, que será realizado na próxima segunda no Palácio do Alvorada, a...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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