Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Tarifas de transporte são reajustadas em 9 capitais

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• Em quatro cidades, aumento é maior que a inflação acumulada; protestos são organizados nas redes sociais Marlen Couto - O Globo O...

João Cabral de Melo Neto: Num monumento à Aspirina

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Claramente: o mais prático dos sóis, o sol de um comprimido de aspirina: de emprego fácil, portátil e barato, compacto de sol na lápide...

Voltei Recife (Luiz Bandeira)

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Opinião do dia: Luiz Werneck Vianna

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“ Com sua intervenção sobre os ritos a serem obedecidos no processo de tramitação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff...

Aécio Neves: Ano Novo

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- Folha de S. Paulo Em tempos difíceis, o cultivo da esperança implica renovar o nosso estoque de confiança na humanidade. É preciso ...

José Roberto de Toledo: As chances dos prefeitos

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• Segundo pesquisa exclusiva do Ibope, menos de um terço dos brasileiros pretende votar no prefeito da cidade onde mora - O Estado de...

Valdo Cruz: Melado azedo

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- Folha de S. Paulo Jaques Wagner é visto como um dos petistas mais abertos ao diálogo e confiáveis dentro do PT até pela oposição, q...

Marcos Nobre: A loucura política tem método

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• Interessa ao sistema político que o ano não termine - Valor Econômico Um dos poucos consensos do momento atual é a certeza de q...

Lionel Zaclis: O impeachment no Senado da República

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- O Estado de S. Paulo Ao votar na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) n.° 378, o ministro Barroso, do Supremo ...

Gustavo Loyola: Mais um ano perdido

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• Políticas equivocadas jogam o país diante da perspectiva de ter mais uma "década perdida", saudades dos anos 1980 - Valor...

Vinicius Mota: Uma mãe para os ricos

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- Folha de S. Paulo O Tesouro Nacional está tomando dinheiro na praça com a promessa firme de pagar juros fabulosos, e por períodos l...

Sujeito oculto – Editorial / O Estado de S. Paulo

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Na gramática do governo petista, o responsável pela imensa crise atual é oculto por elipse. A presidente Dilma Rousseff cometeu erros primá...

Reforço na Lava- Jato

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• Janot amplia grupo de investigadores de olho no aumento das ações contra políticos Jailton de Carvalho - O Globo BRASÍLIA - A...

MP da leniência vai permitir recursos ilícitos a partidos, afirma procurador

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Por André Guilherme Vieira – Valor Econômico SÃO PAULO - A medida provisória 703 permitirá ao governo barrar o avanço das investigações...

Destinos de Cunha e Dilma podem se definir em março

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Por Vandson Lima, Thiago Resende e Maíra Magro – Valor Econômico BRASÍLIA - Uma série de eventos decisivos para os rumos da política na...

Eleição de 2016 será primeira sem doação empresarial

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Por Folhapress - Valor Econômico SÃO PAULO - Os eleitores dos 5.570 municípios do país vão às urnas em outubro para escolher prefeitos...

Crise derruba arrecadação de impostos e investimentos de prefeituras

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Felipe Bächtold, Gabriela Ferenzi e Thiago Amâncio – Folha de S. Paulo PORTO ALEGRE, SÃO PAULO - Na esteira da crise econômica que at...

Planalto tenta blindar novo titular da Fazenda de pedaladas fiscais

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• Nelson Barbosa, considerado fundamental para gestão tentar recuperar credibilidade na economia, é novo foco de preocupação João Vil...

Novos e-mails reforçam elo entre Lula e Odebrecht

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• Mensagens, segundo a PF, indicam a tentativa de empreiteiro em usar a influência do ex-presidente para fechar negócios no exterior Ri...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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