Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

domingo, 14 de outubro de 2018

'Não estou vendendo a minha alma ao diabo', diz FHC

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Entrevista com Fernando Henrique Cardoso Ex-presidente nega apoio automático a Haddad, critica o PT, diz que não votará em Bolsonaro ...
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Bolívar Lamounier*: Um roteiro para a concórdia

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- O Estado de S. Paulo O nome do jogo agora é restaurar a confiança dos mercados no País e em suas instituições Não me arrisco a ...

Eliane Cantanhêde: ‘Bloco da Sensatez’

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- O Estado de S. Paulo Devastado, PSDB tenta reunir os cacos num bloco contra a crise contratada para 2019 O PSDB, ou o que sobro...

Vera Magalhães: Já ir se acostumando

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- O Estado de S.Paulo O slogan martelado por apoiadores de Bolsonaro é um bom ponto de partida para ele Um dos resumos mais fiéis...
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Míriam Leitão: Os deserdados da terra do meio

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- O Globo PT cometeu erros que jamais deixei de criticar neste espaço. Mas reafirmo que considero o risco à democracia maior em Bolso...
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Bernardo Mello Franco: Apologia do extermínio

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- O Globo Em discursos na Câmara, Bolsonaro defendeu a atuação de esquadrões da morte. Ele também elogiou as milícias, que dominam fa...

Elio Gaspari: O delegado viu paz e amor na suástica

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- O Globo Quem marcou a barriga da jovem inverteu a perna do S, mas sabia muito bem o que estava fazendo Uma jovem de 19 anos con...
2 comentários:

Merval Pereira: Minas e o Brasil

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- O Globo Resultado da eleição em Minas volta a repetir o perfil da votação em todo o país. O estado reproduz características do Bras...

Hélio Schwartsman: Uma aposta metafísica

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- Folha de S. Paulo Com provável vitória de Bolsonaro, turma dos meio-liberais está em vias de chegar ao poder No país da meia-en...

Bruno Boghossian: Moinhos de vento

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- Folha de S. Paulo Mentiras e vilões imaginários afastam campanha do mundo real Os problemas do Brasil são gigantes, mas há gent...

Vinicius Torres Freire: Atenção para encrenca no Congresso

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- Folha de S. Paulo Maré da nova direita desmonta esquema de 25 anos na Câmara Como tudo mais na política, o Congresso sofreu um ...

Samuel Pessôa: A hora maior do PT

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- Folha de S. Paulo Partido, porém, preferiu manter sua pureza ideológica na oposição Em tom emotivo de “sangue, suor e lágrimas”...

Luiz Carlos Azedo: O mito positivista

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- Correio Braziliense “Bolsonaro está sendo obrigado a desdizer não somente seus auxiliares, como Paulo Guedes, futuro ministro da Fa...

Ricardo Noblat: Bolsonaro, raso como um pires

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- Blog do Noblat | Veja Por uma rede de postos Ipiranga Jair Bolsonaro é tão raso como um pires. Ou uma tigela, se preferirem...

A cautela dos partidos: Editorial | O Estado de S. Paulo

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A nova dinâmica eleitoral, com uma massiva adesão ao antipetismo mais à direita, deixou parte considerável dos partidos políticos em compas...

Governo incerto: Editorial | Folha de S. Paulo

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Declínio de partidos tradicionais eleva dúvidas sobre negociações de reformas no Congresso Eleito o novo Congresso e definidos os dois ...

A agenda pesada que espera o novo presidente: Editorial | O Globo

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Decisões sobre despesas, com um Orçamento no vermelho, precisam ser tomadas ainda este ano Amenos de 15 dias do segundo turno, Bolsonar...

Faxina da cláusula de barreira precisa ser apenas o início: Editorial | O Globo

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Levou-se uma década para o Brasil atender ao princípio de que, na democracia, é o voto que conta Em bora pudesses ermais rápido, o apre...

José Roberto Mendonça de Barros*: Muita confusão à vista

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- O Estado de S.Paulo Nem o candidato nem o seu ministro forte jamais chegaram perto do executivo No primeiro turno das eleições ...

Alceu Valença - Voltei Recife (Luiz Bandeira)

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Manuel Bandeira: O rio

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Ser como o rio que deflui Silencioso dentro da noite. Não temer as trevas da noite. Se há estrelas no céu, refleti-las E se os céus se...
sábado, 13 de outubro de 2018

Opinião do dia: Alberto Aggio*

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“ A chegada de dois polos excêntricos ao segundo turno não foi um raio em céu azul. O colapso do centro político acabou produzindo uma si...

Merval Pereira: Questão de honra

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- O Globo Em momentos radicalizados como o atual, é preciso conter os impulsos primitivos que podem aflorar em militantes O candi...

Míriam Leitão: O meio ambiente e o bolsonarismo

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- O Globo General diz que não se pode derrubar uma árvore no Brasil sem que alguém venha ‘encher o saco’. Só em 2017, 14 milhões fora...

João Domingos: Águas turvas

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- O Estado de S.Paulo Bater boca com eleitor é um dos erros que todos os candidatos devem evitar Restam ainda duas semanas para o...

Adriana Fernandes: Não deixem o Brasil quebrar

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- O Estado de S.Paulo Novas projeções da dívida pública brasileira caminham para 100% do PIB Bastou menos de uma semana de campan...

Demétrio Magnoli: A carta que Haddad não escreverá

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- Folha de S. Paulo O que o candidato do PT à Presidência deveria dizer na atual campanha eleitoral O Datafolha mostrou que a dem...
Um comentário:

Hélio Schwartsman: Em busca de um voto honesto

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- Folha de S. Paulo Não faltam sistemas mais sofisticados, cada qual com seu mix de pontos positivos e negativos Escrevi alguns d...

Julianna Sofia: Morde e assopra

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- Folha de S. Paulo Bolsonaristas batem cabeça sobre Previdência, mas pode ser só estratégia eleitoral Alheio ao mau agouro do an...

Luiz Carlos Azedo: O piloto sumiu

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- Correio Braziliense (12/10/2018) “Haddad não esperava que a transferência de votos do petista batesse no teto tão cedo, bem abaixo ...

Ruy Fabiano: Os números elegem Bolsonaro

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- Blog do Noblat | Veja Bastam-lhe os votos dados a João Amoedo, Cabo Daciolo e Henrique Meirelles, que guardam perfil claramente ant...

A democracia vai passar por um teste inédito

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Entrevista: com o cientista político Sérgio Abranches Por Vicente Vilardaga | IstoÉ As eleições da semana passada definiram uma n...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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