Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Opinião do dia: Luiz Werneck Vianna

›
“ Na cena política aberta à nossa frente não há como negar que o longo ciclo da modernização conservadora chegou ao fim nesta triste suce...

Fernando Gabeira: Crônicas do ensaio geral

›
- O Globo A fusão de Meio Ambiente e Agricultura suscitaria acusações do tipo raposa tomando conta do galinheiro Numa antiga peça...

Demétrio Magnoli: Você disse ‘Dois Brasis’?

›
- O Globo O mapa eleitoral do segundo turno reproduz, em cores ainda mais nítidas, a polaridade regional de 2014. Bolsonaro triunfou,...

Cacá Diegues: Uns choques necessários

›
- O Globo Na democracia, a maioria escolhe os que comandarão a sociedade, mas também os que vão fazer oposição O Partido dos Trab...

Marcus André Melo: Como viemos até aqui

›
- Folha de S. Paulo As questões redistributivas no país não foram eclipsadas pelas identitárias O que Brexit, Trump, Erdogan, Dut...

Celso Rocha de Barros: E aí, Moro? Qual vai ser?

›
- Folha de S. Paulo Há bons testes de sua convicção democrática que podem ser aplicados já hoje A decisão de Sergio Moro de aceit...
Um comentário:

Eugênio Bucci: Macarthismo e mau-caratismo

›
- Folha de S. Paulo Brasil transita em direção a uma cultura da violência O senador americano Joseph McCarthy (1908-1957), republ...

Vinicius Mota: Quem não teve Blair terá Thatcher

›
- Folha de S. Paulo Quando a centro-esquerda não compreende o mundo, arrisca-se a ter Paulo Guedes como resposta A democratização...

Leandro Colon: A Casa Civil de Bolsonaro

›
- Folha de S. Paulo Pasta é bem maior que biografia de Onyx Lorenzoni. Deputado terá de surpreender no cargo O governo Bolsonaro ...

Cláudio Gonçalves Couto: O papel do STF no bolsonarismo de coalizão

›
- Valor Econômico Proteção do STF às universidades pode ser um prenúncio O presidente eleito, Jair Bolsonaro, sinaliza desde a ca...

Angela Bittencourt: Em 3 dias, 5 ministros e pressões setoriais

›
- Valor Econômico EWZ iShares Brazil ETF: concentração de apostas na queda Jair Bolsonaro, presidente eleito do Brasil, é um home...

Gustavo Loyola: E agora, Jair?

›
- Valor Econômico Com a visão ultra liberal de Guedes, seria de se esperar uma agenda mais agressiva de privatizações e concessões ...

Cida Damasco: Primeiros sinais

›
- O Estado de S.Paulo Ministérios, Previdência, impostos. Nova equipe busca discurso comum O presidente eleito Jair Bolsonaro ent...

Eleição testa pesos e contrapesos da democracia: Editorial | O Globo

›
Mecanismo de equilíbrio do regime demonstra seu funcionamento no pleito As eleições presidenciais de 1989 foram acompanhadas de alguma ...

Vaivém ambiental: Editorial | Folha de S. Paulo

›
Bolsonaro indica recuo na intenção de anexar pasta do Meio Ambiente à da Agricultura; o que importa é conciliar melhora da produção rural e...

Cada vez mais urgente: Editorial | O Estado de S. Paulo

›
O esgotamento do prazo para a criação, pela União, de uma linha de crédito especial para governos estaduais pagarem precatórios, sem que ne...

Cenário melhora após eleição, mas Copom mantém cautela: Editorial | Valor Econômico

›
Na sua primeira reunião após a eleição do deputado Jair Bolsonaro (PSL) para a presidência da República, os membros do Comitê de Política M...

Oposição tenta se reinventar para travar pauta conservadora

›
Com 150 deputados eleitos, partidos de esquerda buscam pautas comuns, mas já há rachaduras entre eles Angela Boldrini | Folha de S. Pau...

PSDB junta os 'cacos' depois da eleição

›
Fernando Taquari | Valor Econômico SÃO PAULO - A eleição de 2018 terminou com um gosto amargo para o PSDB e acentuou as incertezas qu...

Raquel Tavares: As rosas não falam (Cartola)

›

Cecília Meirelles: A arte de ser feliz

›
Houve um tempo em que minha janela se abria sobre uma cidade que parecia ser feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase...
domingo, 4 de novembro de 2018

Fernando Henrique Cardoso: Paciência histórica

›
- O Estado de S.Paulo Que movimentos e partidos poderão materializar um radicalismo de centro? Com a eleição de Bolsonaro e a he...

Luiz Werneck Vianna: A hora dos intelectuais

›
- O Estado de S.Paulo Caem os véus e já se divisa a situação de risco a que seremos submetidos O martelo está batido. Começamos u...

Vera Magalhães: O mundo de Bolsonaro

›
- O Estado de S.Paulo Eleito pauta declarações sobre política externa e comércio exterior pela ideologia Para vencer uma eleição ...

Eliane Cantanhêde: “Pouco contato”?!

›
- O Estado de S.Paulo Inteligente, preparado e falante, o vice Mourão ainda vai dar muita dor de cabeça Passou suavemente, quase ...

Merval Pereira: Separação de Poderes

›
- O Globo A separação dos poderes não é intrínseca à democracia, mas ao presidencialismo, criada na Constituição americana em 1789 ...

Míriam Leitão: Governo terá briga de agendas

›
- O Globo Novo governo vai ter que enfrentar o dilema de escolher em qual das suas agendas pretende investir a lua de mel do começo d...

Elio Gaspari: Moro no governo dos ‘humanos direitos’

›
- O Globo Sergio Moro lustrou a biografia de Jair Bolsonaro e de seu futuro governo ao aceitar o superministério da Justiça. Foi um t...

Ascânio Seleme: Montando o governo

›
- O Globo A redução do número de ministérios no governo de Jair Bolsonaro não vai resultar necessariamente em queda importante das de...

Hélio Schwartsman: A revolta dos oprimidos

›
- Folha de S. Paulo Cientistas políticos ligam onda de populismo a uma insatisfação popular com as elites Cientistas políticos vê...

Bruno Boghossian: Os Lorenzonis

›
- Folha de S. Paulo Pauta ruralista e evangélica será chave de Bolsonaro no Congresso O próximo ministro da Fazenda não gostou de...

Vinicius Torres Freire: Quais são os superpoderes de Moro

›
- Folha de S. Paulo Ministro terá poder de investigação do governo e informação sobre crimes financeiros O ministério que Sergio ...

Samuel Pessôa: Narrativas

›
- Folha de S. Paulo A vitória de Bolsonaro representa o desejo de diversos grupos de reescrever nossa história A democracia reque...

Luiz Carlos Azedo: Os mascates

›
- Correio Braziliense Há um mês, cerca de mil pessoas — homens, mulheres crianças e até idosos —, fugindo da fome e da violência, dei...
Um comentário:

Senado semeia incerteza com veto à privatização: Editorial | O Globo

›
Proibição da venda de empresas da Eletrobras gera insegurança jurídica e perdas para o Erário Em fim de legislatura, o Senado conseguiu...

É grave equívoco depreciar as relações com China e Mercosul: Editorial | O Globo

›
Novo governo deve ter prudência ao reavaliar interesses do país na diplomacia e no comércio O presidente eleito Jair Bolsonaro deveria ...

Teste na Previdência: Editorial | Folha de S. Paulo

›
Primeiro desafio de Bolsonaro é definir estratégia para conter déficit do sistema de aposentadorias; há opções mais e menos ambiciosas de r...

Os desesperados: Editorial | O Estado de S. Paulo

›
Uma oposição “propositiva” ao governo de Jair Bolsonaro é o que prometem alguns partidos de esquerda que já começam a se organizar com vist...

Martinho da Vila: Onde o Brasil aprendeu a Liberdade

›

Carlos Drummond de Andrade: José

›
E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, Você? Você que é sem nome, que...
‹
›
Página inicial
Ver versão para a web

Editor

Minha foto
Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
Ver meu perfil completo
Tecnologia do Blogger.