Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

50 anos do AI5: Lembranças do dia em que a ditadura recrudesceu

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Há meio século, um país nas trevas Histórias da noite da promulgação do AI-5, decreto que endureceu a ditadura no Brasil e completa h...

Depoimento: Ancelmo Gois

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A locução do AI-5 pelo rádio no Colégio Estadual de Sergipe e a fuga de barco antes da prisão Ouvi pelo rádio a leitura do AI-5. Esta...

Depoimento: Fernando Gabeira

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Frieza da população nas ruas e o impacto da censura na imprensa Dois aspectos me marcaram muitos nos dias seguintes à promulgação do ...

Depoimento: Miriam Leitão

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“Cheguei à juventude em um país sob o AI-5. Em 1972, eu estava presa” Eu tinha 15 anos, mas era uma adolescente muito politizada. Mor...

Depoimento: Zuenir Ventura

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“Imaginávamos alguma reação da ditadura, mas não se esperava algo tão drástico” Lembro que naquele dia eu estava na casa do (cineasta...

Janio de Freitas: Para a história

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- Folha de S. Paulo A discussão sobre o AI-5 é feita com incorreção histórica ou dúvidas Os 50 anos do AI-5 foram percorridos, de...

A resistência democrática do PCB - Março de 1970 (Resolução do Comitê Estadual da Guanabara

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Apresentação: Armênio Guedes Em 1970, o Partido Comunista Brasileiro (PCB) vivia um momento de grandes dificuldades políticas. E não e...

Entrevista / Zuenir Ventura: 'Era impossível não tomar partido diante de uma ditadura que oprimia'

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Autor de "1968 - O Ano que Não Terminou" diz que jornalista não deve ter militância política, mas regime impôs uma situação lim...

Entrevista / José Murilo de Carvalho: 'AI-5 acarretou círculo vicioso de violência nunca antes visto no país'

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Marco Rodrigo Almeida | Folha de S. Paulo SÃO PAULO - Um dos mais importantes historiadores brasileiros, José Murilo de Carvalho afir...

William Waack: Perfeitos Latino-americanos

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- O Estado de S.Paulo Os novos presidentes do Brasil e do México vão se arriscar com a “democracia direta” Os novos presidentes d...

Maria Cristina Fernandes: A continência do presidente diplomado

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- Valor Econômico O vespeiro das benesses é candidato à lista de estelionatos No seu discurso de diplomação, o presidente eleito ...

Roberto Dias: Dois presidentes e um discurso

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- Folha de S. Paulo Sarney e Bolsonaro ouviram um galo cantar e o localizaram cada um em um lugar, mas erraram No tempo em que te...
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Bruno Boghossian: Imagem e poder

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- Folha de S. Paulo Governo escorado na popularidade do presidente é mais sensível a manchas na imagem Passaram-se sete dias desd...

Míriam Leitão: Falta clareza no caso Queiroz

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- O Globo O país aprendeu nos últimos anos, em ações memoráveis como as do então juiz Moro, a exigir explicações claras dos agentes p...

Merval Pereira: Renovação precária

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- O Globo A questão é saber como Bolsonaro conviverá com as corporações que não querem perder seus privilégios Ao deixar claro o ...

Ascânio Seleme: Yo no creo en brujas

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- O Globo O problema é a desilusão que Bolsonaro pode causar Há quem acredite em médiuns. Houve quem acreditasse em João de Deus....
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Ricardo Noblat: Cresce o laranjal

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- Blog do Noblat | Veja Wellington, o onisciente Como a investigação corre em segredo de justiça, ignoram-se os nomes dos funcion...
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Ribamar Oliveira: Todos os problemas foram mapeados

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- Valor Econômico Teto de gastos será alterado para permitir leilão de petróleo O presidente eleito, Jair Bolsonaro, vai começar ...

Zeina Latif*: Erros do tipo Macri e Macron

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- O Estado de S.Paulo Bolsonaro necessita de uma estratégia precisa para a reforma da Previdência O futuro ministro da Economia e...

Vinicius Torres Freire: Os aiatolás e o comércio brasileiro

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- Folha de S. Paulo Parte dos responsáveis pela política externa de Bolsonaro tem ideias ideológicas O acordo para facilitar o co...

Fechou-se o atalho: Editorial | Folha de S. Paulo

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Militares do futuro governo Bolsonaro encontrarão ambiente diverso do que prevalecia no AI-5 O Ato Institucional nº 5, decretado há 50 ...

Não podem pairar suspeitas sobre Bolsonaro: Editorial | O Globo

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É preciso ser explicada a estranha movimentação financeira no gabinete do filho deputado Há desconfiança com a aparente presteza com qu...

Bolsonaro monta ministério sem definir programa de ação: Editorial | Valor Econômico

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O presidente eleito Jair Bolsonaro concluiu a formação de seu ministério e a partir dele é possível vislumbrar tendências. A coordenação po...

É hora de punir crimes fiscais: Editorial | O Estado de S. Paulo

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Vários governadores prestes a deixar o cargo estarão sujeitos a penas de prisão caso não encontrem solução para o grave problema financeiro...

Samba da utopia (Jonathan Silva)

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Ferreira Gullar: Meu povo, meu poema

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Meu povo e meu poema crescem juntos como cresce no fruto a árvore nova No povo meu poema vai nascendo como no canavial nasce verde o...
quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Entrevista- 'Creio que o AI-5 passou para não voltar', diz FHC sobre o decreto de 1968

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Laura Mattos | Folha de S. Paulo SÃO PAULO - Fernando Henrique Cardoso estava em sua casa, no bairro do Morumbi (zona sul de São Paul...

Zuenir Ventura: AI-5, um ato obsceno

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- O Globo Há quem não acredite que houve um golpe militar no Brasil. Tem razão. Houve dois, um em 1964 e o outro que vai completar 50...
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Ruy Castro*: Noite de 13 de dezembro

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- Folha de S. Paulo Um disco de Charles Mingus tornou-se a triste trilha sonora do AI-5 Às 20h30 de 13 de dezembro de 1968, Alber...

Vera Magalhães: O peso da farda

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- O Estado de S.Paulo Jair Bolsonaro foi alertado diretamente pelo núcleo político do governo e por integrantes do PSL sobre o desenh...

Paulo Delgado: Civilização brasileira

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- O Estado de S. Paulo Não há entre nós uma maneira coletiva de ser e agir, uma disciplina estrita de obediência à lei A ideologi...

Merval Pereira: Linha direta

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- O Globo Bolsonaro manda um recado claro de que pretende usar as redes sociais para governar, assim como fez sua campanha Uma af...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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