Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Luiz Carlos Azedo - Quem larga na frente?

›
- Correio Braziliense Bolsonaro saiu do pleito muito menor do que entrou, embora os partidos de Centrão, principalmente o PP e o PSD, tenh...

Joel Pinheiro da Fonseca* - A volta da política

›
- Folha de S. Paulo População mostra que os surtos revolucionários duram pouco Nas eleições municipais, o Brasil voltou à velha política...

Cristina Serra - A difícil travessia de 2021

›
- Folha de S. Paulo Foi um alívio assistir à confirmação do fracasso de Bolsonaro como cabo eleitoral As eleições municipais de 2020 des...

Hélio Schwartsman - O encolhimento do PT

›
- Folha de S. Paulo Partido precisa apresentar lideranças renovadas O PT é um dos partidos que saem  derrotados  destas eleições. Pela p...

Vinicius Torres Freire - Meteoros vermelhos caem, esquerda se renova e centrão domina

›
- Folha de S. Paulo Eleição municipal foi uma onda cinza, dominada pelo crescimento do PSD e pelo ressurgimento do DEM Os meteoros verme...

Paulo Hartung* - 2020, o ano que não termina

›
- O Estado de S. Paulo Desafios desta dúzia de meses atormentados ecoarão firmemente no correr dos dias de 2021 Hoje é o primeiro dia do...

Ana Carla Abrão* - Novos mandatos, velhos problemas

›
- O Estado de S. Paulo Problemas estruturais continuam presentes em todos os municípios – e os novos prefeitos precisarão enfrentá-los H...

Andrea Jubé - Vai, Rodrigo!, ser “gauche” na vida

›
- Valor Econômico PT da Câmara vai se posicionar contra a reeleição na Mesa A esquerda saiu derrotada das urnas - com ressalva ao desemp...

Luiz Gonzaga Belluzzo* - Fintechs, Banco Centrais e FMI

›
- Valor Econômico Na hora do aperto, o abastecimento de liquidez, a seiva dos mercados financeiros, só encontra provimento nos bancos cent...

Francisco Góes - É o ‘emprego, emprego, emprego’, diz Covas

›
- Valor Econômico Incerteza é sobre a capacidade dos municípios de sustentar suas receitas No discurso da vitória, no domingo à noite, o...

Míriam Leitão - Recomeço ou nova direção

›
- O Globo Os prefeitos eleitos terão que começar a trabalhar imediatamente, mesmo antes da posse. Há desafios enormes. A boa notícia é que...

Bernardo Mello Franco - O PT diante da derrota

›
- O Globo Foi um tombo histórico. Pela primeira vez, o PT não conquistou a prefeitura de nenhuma capital. Um desempenho ainda pior que o d...

José Casado - Acabou a moleza

›
- O Globo Com voto facultativo na prática, candidatos terão de se virar para convencer o eleitor a sair de casa Por lei, o voto continua...

Carlos Andreazza - O golpe de Alcolumbre

›
- O Globo Não tem vírgula para controvérsia de reeleição de presidentes da Câmara e do Senado. Não pode Está marcado para a próxima sext...

Merval Pereira - Partidos em excesso

›
- O Globo A fragmentação partidária brasileira resultou em que nada menos que 28 partidos dos 32 que concorreram às eleições municipais el...

Vera Magalhães - DEM já (bem) dividido entre Doria e Huck

›
- O Estado de S. Paulo Já está avançada a divisão interna dos principais caciques do DEM, uma das jóias mais vistosas das eleições de 2020...

Doria vai ter que se nacionalizar para 2022, diz FHC

›
Em entrevista, ex-presidente comenta eleições de 2020 e futuro do governador do PSDB Folha de São Paulo | Uol Em um tom de conselho ao g...

O que a mídia pensa: Opiniões / Editoriais

›
Um novo e positivo cenário – Opinião | O Estado de S. Paulo Ao rechaçar extremismos ideológicos e optar por candidaturas de centro, o elei...

Música | Luciana Mello - Tendência (Jorge Aragão)

›
 

Poesia | Ferreira Gullar - Digo sim

›
Poderia dizer  que a vida é bela, e muito,  e que a revolução caminha com pés de flor  nos campos do meu país,  com pés de borracha ...
Um comentário:
segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Carlos Pereira* - Nova face da polarização

›
-O Estado de S. Paulo A não obrigatoriedade da vacina é o novo mote identitário de Bolsonaro Vínculos identitários para serem duradouros...

Eliane Cantanhêde - Frente antibolsonarista toma forma

›
- O Estado de S. Paulo Segundo turno confirmou estrondosa derrota dos extremos O segundo turno  confirmou a estrondosa derrota dos extre...

Vera Magalhães - Eleitor rejeita 2º turno de 2018

›
- O Estado de S.Paulo Bolsonarismo e lulopetismo são as forças mais derrotadas nas eleições municipais Dois anos depois, o eleitor do Br...

Ricardo Noblat - O que o futuro reserva para o presidente Jair Bolsonaro

›
- Blog do Noblat | Veja No meio do caminho tem uma pedra – a economia E o pior para o presidente Jair Bolsonaro ainda está por chegar. C...

Celso Rocha de Barros* - Bolsonaro perdeu nas urnas e nas ideias

›
- Folha de S. Paulo Quem tentou ganhar cidade grande com discurso bolsonarista morreu pendurado na mamadeira Foi uma eleição de continui...

Marcus André Melo* - Equidistância política

›
- Folha de S. Paulo Como anticomunistas, muito brandos; como antifascistas, muito severos Em “O Tempo da Memória: De Senectude e outros ...

Bruno Carazza* - O mapa da mina

›
- Valor Econômico Encerrado o segundo turno, é hora de fazer contas para 2022 Fechadas as urnas em todo o Brasil (com exceção de Macapá,...

Sergio Lamucci - Um país cada vez mais isolado

›
- Valor Econômico Com a derrota de Trump nas eleições americanas, o Brasil fica distante de todas as principais potências globais Novemb...
‹
›
Página inicial
Ver versão para a web

Editor

Minha foto
Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
Ver meu perfil completo
Tecnologia do Blogger.