Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

domingo, 29 de agosto de 2021

Paulo Fábio Dantas Neto* - História de antolhos (ou como violar monumentos desafiando o perigo fascista)

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Chegou-me, pela mão certeira de um aluno, um ensaio de Ortega Y Gasset, escrito há mais de cem anos (“Espanha invertebrada”, 1917), sobre a ...

Luiz Carlos Azedo - O braço armado de Bolsonaro

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Correio Braziliense / Estado de Minas “ No establishment econômico, institucional e até mesmo militar, porém, a grande interrogação é se c...

Ricardo Lewandowski* - Intervenção armada: crime inafiançável e imprescritível

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Folha de S. Paulo Preço a pagar por atravessar o Rubicão pode ser alto Na Roma antiga existia uma lei segundo a qual nenhum general poderi...

Eliane Cantanhêde - Fuzil ou feijão?

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O Estado de S. Paulo Vitória ou morte! O grito de Bolsonaro é para jogar o País numa guerra inútil e insana O presidente Jair Bolsonaro ...

Merval Pereira - As coxas de Lula

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O Globo Uma foto do ex-presidente Lula com sua noiva Janja, à luz do luar na praia do Pico no Ceará, bombou nas redes sociais. Um procedim...
3 comentários:

Bernardo Mello Franco - Mais fuzis, menos feijão

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O Globo Jair Bolsonaro tem um dom inegável: produz slogans contra seu próprio governo melhor que qualquer político da oposição. Na sexta-f...

Míriam Leitão - O governo é incompetente

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O Globo A inflação beira os dois dígitos, o desemprego e o desalento deixam de fora do mercado de trabalho 20 milhões de brasileiros, a mi...

Dorrit Harazim - O meio e o fim

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O Globo O poder do terrorismo reside em fazer crer que é capaz de tudo, até do inimaginável. Não tem pátria nem precisa de conquistas terr...

Elio Gaspari - A briga pueril de Queiroga

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Folha de S. Paulo / O Globo Ministro da Saúde condenou o que chama de 'demagogia vacinal' praticando obscurantismo oral em torno d...

Bruno Boghossian - O PT e a direita

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Folha de S. Paulo Aproximação com ex-opositores vira arma em ambiente de radicalização promovido por Bolsonaro A derrota em 2018 e a rad...

Vinicius Torres Freire - Bolsonarismo muito além de Bolsonaro

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Folha de S. Paulo Presidente pode empatar jogo no 7 de Setembro, mas ideais destrutivos seguem vencendo A  pororoca do 7 de Setembro  bo...

Entrevista | Tasso Jereissati: ‘Pode ter só um nome contra Doria nas prévias’

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Senador admite a possibilidade de uma aliança com Eduardo Leite e Arthur Virgílio na disputa interna do PSDB Eduardo Kattah e Pedro Vences...

Entrevista | Rodrigo Pacheco: 'Não admitiremos qualquer retrocesso'

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Chefe do Congresso defende respeito às manifestações, mas diz que anseio por ruptura há de ser coibido, e revela contato com Forças Armadas ...

Entrevista | Gilberto Kassab: “Ninguém aguenta mais”

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O presidente do PSD tenta conquistar governos estaduais para a sigla, aposta na terceira via e diz ser triste um país onde poucos levam a sé...

Entrevista | Eduardo Giannetti: ‘Paulo Guedes se desmoralizou por completo’

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Para economista, ministro não tem ‘firmeza’ para resistir ao ‘impulso populista’ do presidente Jair Bolsonaro Luciana Dyniewicz / O Estado...

O que a mídia pensa - Editoriais / Opiniões

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EDITORIAIS Conto do vigário O Estado de S. Paulo “Uma CPI se sabe como começa, mas não como termina.” O dito corriqueiro em Brasília, ...

Poesia | Manuel Bandeira - Evocação do Recife

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Música | Paulinho da Viola - Argumento

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sábado, 28 de agosto de 2021

Marco Aurélio Nogueira* - Crise, caos e confusão

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O Estado de S. Paulo Paranoia, autoritarismo golpista e incompetência de Bolsonaro paralisam o Brasil Agosto foi um típico mês do cachor...

Cristovam Buarque* - A pobreza da democracia

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Blog do Noblat / Metrópoles A terceira maior pobreza é que as lideranças democráticas se submetem a apelar aos generais para saber se eles...

Bolívar Lamounier* - Dois degraus a mais na escala do horror

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O Estado de S. Paulo A sobrevivência da civilização dependerá de muita lucidez, tirocínio e poder militar Não consigo conceber a humanid...

João Gabriel de Lima - A estratégia de criar inimigos em modo ‘reels’

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O Estado de S. Paulo Seguindo o exemplo de Trump, Bolsonaro radicalizou a linha de Maduro, Duda e Modi Criar inimigos é um clássico do a...

Adriana Fernandes - Brasil, um balaio de problemas

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O Estado de S. Paulo Com os preços dos alimentos e combustíveis em alta e o tarifaço da conta de luz mostrando a sua cara, o presidente Ja...

Murillo de Aragão - O alto custo da instabilidade

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Revista Veja Setores radicais estão querendo tornar pior o que já não está bom O semestre parecia positivo ao país. A vacinação seguia d...

Marco Antonio Villa - Precisamos salvar o Brasil do bolsonarismo

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Revista IstoÉ O presidente quer que a oposição vá para o pau-de-arara, seja torturada e morta. Só não o fez ainda graças à ação corajosa d...

Oscar Vilhena Vieira* - Tiro ao alvo

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Folha de S. Paulo Judiciário representa o principal obstáculo ao projeto de Bolsonaro de subjugar a democracia brasileira Ao transformar...

Cristina Serra - Progressistas, acordem!

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Folha de S. Paulo Em setores da oposição ao fascismo, prevalece aparente falta de estratégia e/ou predominância de projetos pessoais Ele...

Alvaro Costa e Silva - Dia da dependência

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Folha de S. Paulo O golpe, se ocorrer, será um dos únicos da história feito às claras, com conhecimento da população e das instituições ...

Demétrio Magnoli – Motim, Munique

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Folha de S. Paulo Triunfo eleitoral, cada vez mais distante, sempre foi o plano B de Bolsonaro Munique tornou-se, desde setembro de 1938...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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