Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

domingo, 19 de setembro de 2021

Luiz Werneck Vianna* - Desventuras e promessas do liberalismo brasileiro

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Não foi a primeira vez e nem será a última em que se tentou nos infaustos acontecimentos deste 7 de setembro fazer a roda da história retroa...

Merval Pereira - Disse me disse

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O Globo Psiquiatras, que vivem de escarafunchar a mente humana, e jornalistas, que vivemos de escarafunchar a realidade, têm tido material...

Míriam Leitão - O risco real é o de banalizar o crime

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O Globo Discordo radicalmente da afirmação de que iniciar um processo para o afastamento do Presidente Bolsonaro seria banalização do impe...

Bernardo Mello Franco – Submissão de toga

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O Globo Mendonça apela a pastores para destravar indicação ao STF Após dois meses de espera, André Mendonça resolveu apelar. Com a vaga ...

Eliane Cantanhêde - “Meu sentimento”

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O Estado de S. Paulo Bolsonaro manda com base na internet e em palpites. O outro, Dr. Queiroga, obedece Entre tantas crises e desgraças ...

Luiz Carlos Azedo - O refúgio de Bolsonaro

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Correio Braziliense / Estado de Minas O Palácio do Planalto faz mistério sobre o roteiro político do presidente da República na ONU, mas o...

Dorrit Harazim - Sem bússola

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O Globo Estão fazendo tempestade em copo d’água, avaliou na sexta-feira o hemodinamicista Marcelo Queiroga, com a nonchalance recém-aprend...

Elio Gaspari - Uma viagem ao Brasil do atraso

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Folha de S. Paulo / O Globo Nunca na história da República se viu coisa igual: o governo de Pindorama está com os dois pés fincados no atr...

Ruy Castro - Modernista, porém moderno

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Folha de S. Paulo Você sabia que sem Di Cavalcanti talvez não tivesse havido a Semana de Arte Moderna? Fevereiro de 2022 está às portas ...

Janio de Freitas - Corrente de fraudadores

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Folha de S. Paulo Presidente da República estava informado de pesquisa da Prevent Senior e a propagou em defesa da cloroquina A  frase d...

Cacá Diegues - Direita selvagem

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O bolsonarismo existe independente do presidente Bolsonaro. Um dia, como todo ser humano, o presidente se acaba; mas a tropa que ele formar,...

Celso Lafer* - O Mal, Schmitt e a nossa circunstância

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O Estado de S. Paulo Há muita sintonia entre os paradigmas do jurista e o instinto da ação do presidente Bolsonaro Pe. Antonio Vieira, r...

Luiz Sérgio Henriques* - Do Terceiro Reich até nós

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O Estado de S. Paulo Há versos ou poemas inteiros que grudam na memória e, mudos, passam a nos desafiar para sempre, retornando em particu...

Paulo Fábio Dantas Neto* - As agruras da razão esclarecida diante da política como ela é

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“[..} Os mineiros, como políticos, têm o seu perfil.   É o perfil de moderação, ponderação, busca de consensos, conciliação, mas que não con...

Bruno Boghossian - Saída de emergência

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Folha de S. Paulo Com previsão de desempenho fraco em 2022, caciques avaliam distanciamento sem timidez Jair Bolsonaro também entrou em ...

Vinicius Torres Freire - Na economia, Lula ainda faz política

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Folha de S. Paulo Caminho até a eleição é comprido, mais cheio de entulho do que de costume e sujeito a terremotos Não se sabe o que  Lu...

Cristovam Buarque* - SOS Fome

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Blog do Noblat / Metrópole s Passados 130 anos da Abolição e da República, os estrangeiros se espantam, mas os brasileiros não, quando a T...

Entrevista | Bolsonaro quer ganhar a eleição, golpe já não dá mais, diz sociólogo*

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Para Brasilio Sallum Jr., professor aposentado da USP, impeachment do atual presidente é improvável Naief Haddad / Folha de S. Paulo, 17/9...

O que a mídia pensa - Editoriais / Opiniões

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EDITORIAIS O voto ou a queda Folha de S. Paulo Datafolha ajuda a explicar por que Bolsonaro recuou da cavalgada autoritária O presidente Jai...

Poesia | Joaquim Cardozo - Espumas do Mar

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Cavalos ligeiros De eriçadas crinas Por que sobre as ondas Passais sem parar? Vencendo procelas, Ressacas em flor, Num fulgor de estre...

Música | Bloco da Saudade - Madeira que cupim não rói

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sábado, 18 de setembro de 2021

Pablo Ortellado - O paradoxo do populismo das elites

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O Globo Uma das características mais intrigantes do bolsonarismo é seu apelo para os mais escolarizados. O que faria com que as elites — o...

José Eduardo Agualusa – O desleixo das democracia

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As democracias continuam frágeis e não parecem preocupadas em se proteger das ameaças internas. Assim, o que aconteceu nos EUA, pode repetir...

Claudio Ferraz - Os dinossauros e a política

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O Globo Enquanto a política brasileira se parecer com um jantar na casa de Naji Nahas, estaremos fritos Em 2009 a revista inglesa The Ec...

Ascânio Seleme - Mourão não é Temer, nem bobo

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O Globo Vice-presidente tem a confiança dos militares e está pronto para assumir o país e disposto a fazer os acordos necessários, desde q...

Carlos Alberto Sardenberg - Ainda vão devolver os R$ 15 bi roubados

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O Globo A Lava-Jato, desmontada pelo procurador Augusto Aras a pretexto de aperfeiçoar o combate à corrupção, havia conseguido algo inédit...
Um comentário:

João Gabriel de Lima* - Futuro mais verde e digital

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O Estado de S. Paulo Políticos que demonizam a sociedade civil prendem seus países no lodo do atraso Nesta quarta-feira, dia 15, a presi...

Adriana Fernandes - A montanha pariu o rato

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O Estado de S. Paulo O governo tratou praticamente como confidencial o plano gradual de corte de renúncias fiscais encaminhado ao Congress...

Fernando Schüler* - A armadilha iliberal

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Revista Veja À direita ou à esquerda, uma boa síntese dos novos iliberalismos poderia dizer: nós somos o lado certo da história, logo não ...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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