Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Manchetes de alguns dos principais jornais do Brasil

O GLOBO
EUA e Europa pedem a saída de ditador sírio; Brasil diverge
PT não gosta da faxina de Dilma...
Mas FH...
Rossi fez 'extraordinário trabalho'
12 laranjas confessam fraudes

FOLHA DE S. PAULO
FGV é usada para fraudar licitação vencida pela PUC
Lobby é legítimo, diz ministro
60% não ligam para abertura da Copa 2014 em São Paulo
Conselho restringe publicidade de médico na web

O ESTADO DE S. PAULO
Preocupação com Europa e EUA volta a derrubar bolsas
Petistas temem que ‘faxina’ de Dilma afete Lula

VALOR ECONÔMICO
Voltam desconfiança e pessimismo
Empresários se unem sobre aviso-prévio
Aperto fiscal será menor em 2012
Vale estuda criar mais uma empresa de logística
Crédito de PIS e Cofins é tributado

ESTADO DE MINAS
Risco maior
Agora é o álcool que está faltando nos postos de BH

CORREIO BRAZILIENSE
"Quero aprender com Rossi" afirma novo ministro
Faxina na miséria une Dilma e FHC em São Paulo
TCU veta pagamento ao cespe e exige explicações
Novas regras de ingresso no 1º ano

ZERO HORA (RS)
O desafio de Mendes - Agronegócio pede seguro e prazo para pagar dívidas

JORNAL DO COMMERCIO (PE)
Policiais vão trocar burocracia pela rua
Mendes Ribeiro assume Agricultura
Gilvan Cavalcanti de Melo às 07:57:00
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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