Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

domingo, 21 de novembro de 2010

Reflexão do dia – Fernando Henrique Cardoso

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“ Igual atenção deve ser prestada ao surgimento de novas práticas e valores afins com uma cultura cívica de participação e responsabilidad...

Balões :: Merval Pereira

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DEU EM O GLOBO Entre o que ela diz e o que dizem que ela pensa, há uma enorme diferença que apenas o anúncio de seu Ministério inicial poder...

O papel de Lula:: Dora Kramer

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DEU EM O ESTADO DE S. PAULO Na condição de inventor da candidatura e de posse da prerrogativa de mentor de Dilma Rousseff, o presidente Luiz...

Arte de montar governo com palavras cruzadas:: Wilson Figueiredo

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DEU NO JORNAL DO BRASIL (ONLINE) Com um mês e pouco ao seu dispor, o presidente Lula procurou ser menos Lula do que na campanha eleitoral, e...

Presidencialismo mitigado? Sem chance :: Gaudêncio Torquato

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DEU EM O ESTADO DE S. PAULO "Quem manda é a presidente, e não blocos partidários", brada o presidente do PT ante a perspectiva de ...

O pano de fundo :: Míriam Leitão

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DEU EM O GLOBO A Europa viverá no futuro próximo uma situação semelhante a que os países latino-americanos viveram. Uma crise da dívida que ...

As microrreformas de Palocci :: Suely Caldas

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DEU EM O ESTADO DE S. PAULO O discurso lido por Dilma Rousseff no dia de sua vitória foi escrito a dez mãos. Mas, sem dúvida, as mais pesada...

Cenário desafiante para 2011 :: José Roberto Mendonça de Barros

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DEU EM O ESTADO DE S. PAULO Bastaram poucas semanas após a eleição para se tornar muito claro o grau de dificuldade que o novo governo vai e...

Lá vem o Patto! :: Urbano Patto

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DEU NO JORNAL DA CIDADE DE PINDAMONHANGABA/SP Uma primeira demonstração concreta da capacidade de articulação política da futura presidente ...

O que pensa a mídia

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Editoriais dos principais jornais do Brasil Clique o link abaixo http://www2.pps.org.br/2005/index.asp?opcao=editoriais

Entrevista de Roberto Freire, um aperitivo

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Deu no Blog Pitacos Pitacos fez uma longa entrevista com Roberto Freire, um político que se destaca dos demais por dizer abertamente o que p...

Comunicação do PSDB com eleitor é mínima, diz Guerra

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DEU EM O ESTADO DE S. PAULO Presidente do partido diz que "não se pode reclamar das cúpulas se falta base partidária" e propõe fil...

Legislação atual já regula comunicação no Brasil

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DEU EM O GLOBO Governo é criticado por tentar criar agência para controlar a mídia Fabio Brisolla Uma audiência pública na Assembleia Legisl...

Parlamentar do Rio chefia fraude de R$ 850 milhões

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DEU EM O GLOBO Inquérito no STF apura evasão na venda de combustíveis Uma investigação iniciada pela Polícia Civil e que está sob responsabi...
Um comentário:

Ex-assessor de Dirceu comandou refinaria no período das fraudes

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DEU EM O GLOBO Agora responsável por royalties, Marcelo Sereno presidiu Grandiflorum Agora à frente da Secretaria de Desenvolvimento Econômi...

A fábrica de votos não fechou

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DEU EM O GLOBO Apesar de terem perdido poder, áreas de milícia elegeram pelo menos dez políticos Elenilce Bottari O voto é a mercadoria mais...

Mantega divide os economistas e desperta dúvidas

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DEU EM O ESTADO DE S. PAULO Elogiado por desenvolvimentistas, ministro traz preocupação aos ortodoxos por suposta falta de vontade de fazer ...

Caixa perde R$ 320 milhões com crise do Panamericano

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DEU EM O ESTADO DE S. PAULO A Caixa Econômica Federal perdeu mais de R$ 320 milhões com o derretimento do valor de mercado, de R$ 2,1 bilhõe...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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