Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

O movimento que pareceu sair do nada - Renato Janine Ribeiro

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Há movimentos que saem do nada? Ninguém esperava que o Passe Livre mobilizasse assim a nação. Mas isso não significa que tais manifestaçõ...

Fantasia desorganizada- Rubens Ricupero

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Não é com as Diretas Já ou o Fora Collor que se parecem as manifestações atuais. Aquelas iniciativas foram enquadradas e dirigidas po...

Na América Latina, PIB do Brasil na lanterna

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Em meio à inflação alta e à saída de investidores do país, Cepal vai rever para baixo previsão de crescimento Eliane Oliveira BRASÍ...

Dilma em sua fantasia de manifestante

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Numa época em que as ações se desenrolam na alucinante velocidade das redes sociais, a presidente da República demorou uma eternidade par...

Villa Lobos - Bachiana nº 5 - Amel Brahim

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O sertanejo falando - João Cabral de Melo Neto

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A fala a nível do sertanejo engana: as palavras dele vêm, como rebuçadas (palavras confeito, pílula), na glace de uma entonação lisa, d...
domingo, 23 de junho de 2013

OPINIÃO DO DIA – Alberto Goldman: Dilma perplexa

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“ Vai daí, a presidente Dilma está perplexa, diriam os cavalheiros. Apalermada, digo eu. Reúne sua equipe e não sai nada. Sem saber o que...
2 comentários:

Manchetes de alguns dos principais jornais

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O GLOBO Brasil nas ruas - Juventude desiludida Zapatistas inspiram líderes de protestos FOLHA DE S. PAULO Maioria dos paulistanos defen...

O que pensa a mídia - editoriais de alguns dos principais jornais

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http://www2.pps.org.br/2005/index.asp?opcao=editoriais

A semana em que o Brasil tremeu

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Protestos expõem surdez política Guilherme Mazui BRASÍLIA - A Casa se desconectou do povo – que agora quer entrar. Símbolo da dem...

Brasil nas ruas - Juventude desiludida

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Proporção de eleitores de 16 a 18 anos caiu pela metade em duas décadas; semana de protestos deixa claro o desencanto com políticos e a c...

Maioria dos paulistanos defende mais atos nas ruas

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Para 66%, manifestações nas ruas devem continuar Pesquisa Datafolha aponta que apoio parte dos mais escolarizados e ricos Avenida...

Dilma age para conter crise e mudar rumos do governo

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Presidente rompe isolamento do Palácio do Planalto e monta agenda para responder às manifestações de rua e abafar o coro de "Volta L...

De novo: Confronto nas ruas

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Enquanto no restante do país os protestos arrefeceram e o dia foi relativamente tranquilo, inclusive em Salvador, onde jogou a Seleção Br...

Que país é este tomado por manifestações?

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Um dia depois do pronunciamento da presidente Dilma Rousseff, os protestos continuaram em, pelo menos, 100 cidades brasileiras. Milhares ...

Discurso de Dilma não freia protestos

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Um novo debate político. Acuada, Dilma vai mudar de estilo Avessa a negociações, petista rompe o isolamento e monta agenda para o...

Protestos: desafio é manter a sociedade mobilizada

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João Pedro Pitombo Primeiro, veio a mobilização - cidadãos se unindo com o simples objetivo de colocar para fora o seu grito engasgad...

O novo de novo na Rio Branco -- Raimundo Santos

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A vitalidade da juventude está encerrando estes nossos tempos de imobilização da sociedade e da política. Essa ativação juvenil – sua for...

Quando a rua se torna a Arena – Michel Zaidan Filho

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Entre os antigos romanos, a palavra arena era designada como lugar de jogos e manifestações diversionistas destinadas ao povo. Mas também...

É abuso demais – Ferreira Gullar

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Não sou a favor de vandalismo, mas entendo que as pessoas tenham ido para as ruas protestar contra o aumento das tarifas de transporte co...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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