Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

domingo, 24 de novembro de 2013

OPINIÃO DO DIA – Fernando Henrique Cardoso: mobilidade

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“ Nunca foi tão difícil viver nas metrópoles. Tanto o pobre que anda de ônibus como o rico que fica com o carro retido em engarrafamentos...

Atual sistema político 'favorece a corrupção', avalia PT

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Documento preliminar critica modelo do presidencialismo de coalizão e financiamento privado de campanhas Vera Rosa BRASÍLIA - Em no...

BB cobrará na Justiça verba desviada por mensaleiros

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O Banco do Brasil pediu ao Supremo Tribunal Federal para ter acesso a todo o processo do mensalão. O objetivo é preparar uma ação para tent...

MPs de Dilma oneram contas públicas em R$ 96,3 bilhões

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Efeito das propostas do governo contrasta com discurso de austeridade reforçado pela presidente nos últimos dias Levantamento feito pel...

Cresce apoio do PPS a Aécio

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Diretório estadual do Rio é o quarto a defender aliança com PSDB em 2014 Felipe Canêdo O presidente nacional do PSDB, senador Aécio...

Em encontro do PPS, Aécio não garante apoio de Roberto Freire

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Presente ao Congresso, o presidente nacional do PPS disse à imprensa ter preferência em apoiar Eduardo Campos (PSB) O senador Aécio Nev...

Com medo da fuga de aliados, Lula cobra ação política de Dilma

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Ex-presidente também critica desgaste provocado por Haddad em SP Fernanda Krakovics O ex-presidente Lula anda desgostoso com o que ...

Entrevista: Luiz Werneck Vianna - O poder, esse sedutor

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Para cientista político, a volúpia pela eternização no governo desarma a sociedade, impede mudanças e imobiliza o País Juliana Sayuri...

Depois de junho: possibilidades e riscos - Luiz Sérgio Henriques

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Para quem, como nós,viu as manifestações de junho último como fenômeno de múltiplos significados, capazes, ao mesmo tempo, de reforçar a ...

Piadas de salão - Ferreira Gullar

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Dirceu e Genoino se dizem presos políticos; para isso, seria preciso que o atual governo fosse uma ditadura E agora, como ficam Lula ...

China capitalista - Merval Pereira

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O mais ambicioso plano de reformas sociais e econômicas da China, anunciado há uma semana, encaminha o país para o capitalismo de mercado...

A Papuda embranqueceu - Eliane Cantanhêde

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Você sabia que 61,8% dos negros vítimas de violência não dão queixa na polícia? Pois é. Eles não confiam nos agentes do Estado pagos ...

Bom dia a cavalo - Dora Kramer

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Como qualquer cidadão, partido, entidade, meio de comunicação, sindicato, movimento, grupos organizados em geral, o PT dispõe de liberdad...

Depois do dilúvio - Tereza Cruvinel

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O futuro dirá se as prisões são fatos inaugurais de um novo padrão jurídico e político ou se serão punições isoladas, em grande parte fom...

Pedro Simon: "Dizer que Lula não sabia é difícil"

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Jumariana Oliveira Com quatro mandatos no Senado Federal, o senador Pedro Simon (PMDB-RS), além de ser um nome emblemático na polític...

Direto de Brasília - João Bosco Rabelo

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A candidatura capitalista No momento em que ogovemo comemora, muito justamente, o êxito dos leilões dos aeroportos, com ágios de até o ...

Política – Claudio Humberto

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• Palocci retoma ‘interlocução’ com empresários O ex-ministro Antônio Palocci, está por trás da inquietação do PT em relação à “falta d...

Brasília-DF - Denise Rothenburg

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A magia do “mais” Certa de que a geração de empregos estará segura em 2014, apesar da diferença entre setembro e outubro deste ano, a p...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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