Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

domingo, 21 de abril de 2019

Luiz Sérgio Henriques*: A cidade e os bárbaros

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- O Estado de S.Paulo É preciso tornar à ideia da grande aliança contra os que corroem as bases da democracia liberal No ato fin...

Eliane Catanhêde: Bolsonarinho paz e amor

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- O Estado de S.Paulo Presidente tenta governar para seus eleitores, mas Guedes não está nem aí para votos e gurus O fatídico tel...
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Vera Magalhães: Arquivem o inquérito

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- O Estado de S.Paulo Recuo na censura a veículos foi correto, mas risco de arbítrio segue Passada a Páscoa e serenados os ânimos...

Marcus Pestana*: Os seis pontos de uma agenda para o centro democrático

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- O Tempo (MG) Entre o populismo de direita e a esquerda regressiva “Alguma coisa está fora da ordem, da nova ordem mundial”, ...

Luiz Carlos Azedo: Santos e dragões

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Nas entrelinhas / Correio Braziliense “Após 20 anos de regime militar e 34, de democracia, o Brasil ainda não se livrou do populismo,...
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Janio de Freitas: Salvar o que resta

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- Folha de S. Paulo Desgaste maior do Supremo fortaleceria o plano da extrema direita Na situação extravagante em que está o Bras...

Bruno Boghossian: A valsa da base aliada

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- Folha de S. Paulo Presidente dança valsa atrapalhada enquanto auxiliares tentam formar base aliada Depois de servir cafezinho n...

Elio Gaspari: O Pacificador pôs fogo no STF

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- Folha de S. Paulo / O Globo A promessa de Toffoli era parolagem, mas ninguém esperava tantos incêndios O ministro José Antonio ...

Míriam Leitão: PGR não pode espelhar governo

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- O Globo Mandato de Raquel Dodge na PGR confirmou temores sobre ela, e um sucessor de fora da lista tríplice pode aprofundar crise ...

Bernardo Mello Franco: Um antiministro no Meio Ambiente

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- O Globo Ricardo Salles transformou o ministério num playground dos ruralistas. Sua meta é destruir o que devia proteger Entre a...

Merval Pereira: O peso da imagem

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- O Globo Bolsonaro terá nova chance, ao receber nos EUA o prêmio Pessoa do Ano, de melhorar  sua própria reputação e a do Brasil no ...

Ascânio Seleme: Hora de renascer

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- O Globo Não há melhor momento para dar uma virada do que na Páscoa. Passadas as reflexões e homenagens que se faz durante a celebra...

Dorrit Harazim: A catedral do poder

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- O Globo Foi a grandiosa demonstração de torneiras abertas que reacendeu ressentimentos e rompeu a trégua sentimental entre francese...

Mario Vargas Llosa*: Uma tragédia peruana

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- O Estado de S.Paulo Seria trágico se a comoção do suicídio sabotasse o trabalho dos procuradores peruanos Eu o conheci durante ...
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Clóvis Rossi: Classe média é espremida aqui e na OCDE

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- Folha de S. Paulo Encolhimento não é um fenômeno apenas econômico e social, mas tem também implicações políticas Caro leitor, s...

Samuel Pessôa*: Mediocridade a perder de vista

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- Folha de S. Paulo Sem a liderança da Presidência, a reforma será magra; lenta recuperação sem rupturas à frente Parece que Bols...

José Roberto Mendonça de Barros*: Do ponto de vista do PIB, o ano está perdido

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- O Estado de S.Paulo O apoio de Bolsonaro à reforma tem sido limitado. Sem fazer política, não vai dar certo. Após a eleição, as...

Crise empareda governos estaduais: Editorial / O Globo

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Um resultado do aumento de gastos previdenciários sem controle é a penúria dos sistemas de saúde Três renegociações de dívidas realizad...

Nova política, velha e inepta: Editorial / O Estado de S. Paulo

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Desorganizado, acuado e forçado a negociar antes da hora detalhes da reforma da Previdência, o governo do presidente Jair Bolsonaro falhou ...

O tabu do mínimo: Editorial / Folha de S. Paulo

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Melhor caminho para retomar a valorização do piso salarial é desvinculá-lo dos benefícios da Previdência As diretrizes propostas para o...

*Alon Feuerwerker: Margem para aumentar o fogo

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- Blog do Noblat / Veja  Enquanto isso, no Congresso... Regra na política: um lado querer exatamente o que acusa o outro de trama...

*Gaudêncio Torquato: Chimpanzé, Maquiavel e Gandhi

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- Blog do Noblat / Veja Poder em jogo A democracia é um jogo de cooperação e oposição. No certame de cooperação, as regras são a pe...

Machado de Assis visto pelo olimpo

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Livro reúne textos de Mário de Andrade, Rui Barbosa, Lima Barreto e outros escritos entre 1908 e 1939, sobre o maior ícone literário bras...

Cecília Meireles: Romanceiro da Inconfidência (trecho)

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Não posso mover meus passos Por esse atroz labirinto De esquecimento e cegueira Em que amores e ódios vão: - pois sinto bater os sinos...
2 comentários:

Marcus Viana e Orquestra Sinfônica de Minas Gerais - Canção do Herói (Tiradentes)

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sábado, 20 de abril de 2019

João Domingos: Um passo atrás

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- O Estado de S.Paulo Em vez de proteger, inquérito compromete a imagem do Supremo O presidente do STF, Dias Toffoli, trabalhou p...
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Adriana Fernandes: A abertura dos dados da reforma

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- O Estado de S.Paulo Até agora, o que se viu na CCJ foram só tentativas da oposição de tumultuar A Instituição Fiscal Independen...

Demétrio Magnoli*: Combate nas trevas

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- Folha de S. Paulo Governo Bolsonaro é só uma escala técnica na rota do Partido dos Procuradores A crise institucional em curso ...
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Julianna Sofia: Suor e transigências

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- Folha de S. Paulo Governo queima a largada e cederá na Previdência já na CCJ A marcha em curso pela desidratação da reforma da ...

Merval Pereira: O tom social

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- O Globo Paulo Guedes deseja que a classe política entenda que está em marcha uma transformação em favor dela O governo ainda nã...

Míriam Leitão: A intervenção é o que parece

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- O Globo Áudio de Onyx esclarece que houve sim intervenção na Petrobras e em duas etapas: na periodicidade dos reajustes e na revoga...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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