Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

sábado, 26 de dezembro de 2020

Paulo Fábio Dantas Neto* - Saúde Pública e Política: a eficácia da estratégia maricas

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- Politica & Coisa &Tal Há duas semanas - mais precisamente em 11 de dezembro passado - o ex-ministro da Saúde, Luiz Mandetta, con...

Marco Aurélio Nogueira* - Um ano para não esquecer

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- O Estado de S. Paulo 2021 há de nos ajudar a encontrar a melhor estrada para recuperar o terreno que perdemos O ano de 2020 termina co...

Bolívar Lamounier* - Deitado eternamente num catre de madeira

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- O Estado de S. Paulo Exceção feita ao agronegócio, a verdade é que estamos parados, ou retrocedendo Sei que não é de bom tom fechar o ...

Marcus Pestana* - Nada será como antes

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A aventura humana é sempre mistério. Permanentemente nos perguntamos: de onde viemos? para onde vamos? qual é o sentido da existência? Muito...

Demétrio Magnoli* - O sermão nosso de cada dia

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- Folha de S. Paulo Jornais descobriram atalho de confirmar e reforçar as coleções de ideias dominantes no seu público-alvo Reza a sabed...

Raul Jungmann* - Soberania e clima

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- Capital Político O conceito moderno de soberania emerge dos acordos da Paz de Westfália em 1648, após a Guerra dos Trinta anos, que deva...

Ricardo Noblat - Natal manchado pelo sangue de mulheres assassinadas

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- Blog do Noblat | Veja Feminicídio avança no Brasil Thalia Ferraz, 23 anos, celebrava o Natal com parentes em sua casa em Jaraguá do Su...

Hélio Schwartsman - As sementes do abuso

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- Folha de S. Paulo Desde que existem sistemas de Justiça, sabe-se que eles podem falhar Desde que existem sistemas de Justiça, sabe-se ...

Cristina Serra - Que vergonha, excelências!

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- Folha de S. Paulo Ainda nem temos vacinas aprovadas e liberadas, e STF e STJ já estavam prontos para furar a fila da imunização No Bra...

João Gabriel de Lima - Palavras que queremos ouvir em 2021

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- O Estado de S. Paulo   ‘Moral money’, ‘ESG’, ‘impacto’, vocábulos, siglas e expressões que prometem irromper o ano Uma boa forma de fa...

Daniel Aarão Reis - Este ano eu não morro

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- O Globo Nesta sinistra pandemia, a ideia de que viveremos livres, corajosos e solidários foi o melhor presente de Natal   ‘Esta noite ...

Jorge Zaverucha* - Cansaço de esperança

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- O Globo É inadmissível que cinco ministros do STF tenham votado para dizer que ‘vedar’ significa ‘não vedar’. A consolidação democráti...

O que a mídia pensa: Opiniões / Editoriais

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A peculiar agenda de Bolsonaro – Opinião | O Estado de S. Paulo Desde que chegou ao Planalto, a maior interação do presidente com o Congre...

Música | Simone - "Ex-amor"

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Poesia | Vinicius de Moraes - Pátria minha

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sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Fernando Gabeira - Vacina, o fator que importa

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- O Estado de S. Paulo Este ano que passou foi terrível. Mas o que virá será muito difícil ainda O fato do ano foi a pandemia, a esperan...

Eliane Cantanhêde - Mas vai melhorar...

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- O Estado de S. Paulo Vacina, saúde, felicidade e esperança para a Nação, eficiência e responsabilidade para os líderes! O melhor prese...

Luiz Carlos Azedo - A vacina do Natal

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- Correio Braziliense Sim, os mais fortes sobreviverão. E por que não os mais fracos? É para isso que serve a medicina. Fé e confiança na ...

Ricardo Noblat - As duas faces de Bolsonaro no Natal da pandemia

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- Blog do Noblat / Veja Escolha a que lhe pareça mais verdadeira Na véspera do Natal, o presidente Jair Bolsonaro ofereceu aos brasileir...

Geraldo Tadeu Monteiro* - Rio: última chamada

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- O Globo Por trás da imagem ufanista, o Rio é hoje uma cidade empobrecida, desordenada, poluída e desigual Nós, cidadãos cariocas, cres...

Bernardo Mello Franco - O poeta e a política

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- O Globo Em outubro de 1945, um golpe derrubou a ditadura do Estado Novo e abriu caminho para a redemocratização do país. No dia seguinte...

Flávia Oliveira - Natal da fome

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- O Globo De setembro em diante, com o corte do benefício à metade e o mercado de trabalho ainda debilitado, a fome voltou a rondar os lar...

Silvio Almeida* - Democracia e desigualdade

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- Folha de S. Paulo Relação entre os dois temas será central no debate político pós-pandemia Ano de 2021 começará com enormes desafios ...

Hélio Schwartsman - O país das carteiradas

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- Folha de S. Paulo Uma das explicações para o fracasso do Brasil é que ele é atávica e renitentemente corporativista Uma das explicaçõe...

O que a mídia pensa: Opiniões / Editoriais

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Milagre de Natal – Opinião | O Estado de S. Paulo Com as incertezas nas eleições no Congresso, seria preciso que o presidente Bolsonaro fi...

Música | Simone - Fulgás

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Poesia | Pablo Neruda - Se você me esquecer

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Dora Kramer - Ano que vem

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- Revista Veja Problemas não caminham sozinhos nem são subservientes ao calendário Nos últimos acordes deste ano atípico o senso comum l...

Luiz Carlos Azedo - No fio do bigode

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- Correio Braziliense Há meses, Lira vem negociando individualmente com as bancadas de oposição; além de verbas e cargos, oferece para cad...

Maria Hermínia Tavares* - Para além da emergência

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- Folha de S. Paulo Tendo perdido a hora de ficar mais justa, a nação deverá se preparar para conviver com a pobreza por muito tempo O f...

Fernando Schüler* - 2020, o ano que ainda não acabou

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- Folha de S. Paulo Responsabilidade social e fiscal são duas faces da mesma moeda   “Topo ser babá, cozinheira, auxiliar de cozinha, fa...

Bruno Boghossian – Vícios incorrigíveis

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- Folha de S. Paulo Fux tentou corrigir lambança, mas é difícil não enxergar a velha marca da busca por privilégios Luiz Fux quis corrig...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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