Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

sábado, 14 de maio de 2022

Marco Antonio Villa: Teremos eleições em outubro?

›
Revista IstoÉ Os contínuos ataques de Bolsonaro ao Estado Democrático de Direito passaram dos exageros retóricos para a prática antirrepub...

Ricardo Rangel: Amor (à pátria) em tempos de ódio

›
Revista Veja No afã de se reeleger, Bolsonaro tenta comprar votos com dinheiro Quase um terço do eleitorado não quer nem  Lula  nem  Bol...

Demétrio Magnoli: Polarização à brasileira

›
Folha de S. Paulo No país, essa é forma de descrever a dinâmica do antipetismo "A hiperfragmentação e o baixíssimo partidarismo pol...

Cristina Serra: Força, Rubens Valente!

›
Folha de S. Paulo Jornalistas abriram uma campanha na internet para ajudá-lo Sentença do STF contra o jornalista  Rubens Valente , já em...

Alvaro Costa e Silva: Pague o Pix e dê o golpe

›
Folha de S. Paulo Orçamento secreto libera Bolsonaro e generais para agir O repórter  Patrik  Camporez  contou que em outubro de 2021 o ...

Vera Rosa: Tucano histórico declara apoio a Lula no 1º turno

›
O Estado de S. Paulo O ex-chanceler Aloysio Nunes está convencido de que não existe espaço para a terceira via nas eleições e vai apoiar o...

João Gabriel de Lima: Faça política, não faça guerra

›
O Estado de S. Paulo Para atrair os jovens, os políticos precisam criar um debate mais civilizado Num momento em que 2 milhões de cidadã...

Adriana Fernandes: O País dos dois dígitos

›
O Estado de S. Paulo Representantes do mercado têm apoiado propostas, mas ainda mantêm ceticismo sobre o PT O mercado tenta encontrar ju...

Ascânio Seleme: A hora civil

›
O Globo Fachin, fisicamente o mais frágil dos ministros do STF, mostrou que fardas, botas, tanques e fuzis não o amedrontam A  mensagem ...

Pablo Ortellado: Fanatismo contraproducente

›
O Globo Uma parte dos eleitores mais vocais de Lula tem demonstrado grande intolerância com quem titubeia em votar no ex-presidente. Os he...

Eduardo Affonso: Nota de obscurecimento

›
O Globo No lançamento da candidatura Lula-Alckmin, alguém alertou: — Quero fazer um escurecimento ou esclarecimento. Como nós respeitamos ...

Carlos Alberto Sardenberg: O Banco Central que alimenta incertezas

›
O Globo O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) colocou a “incerteza fiscal” como uma das causas da deterioração do quadro...

Ricardo Henriques: Auxílio Brasil é retrocesso

›
O Globo Programa escorrega no assistencialismo e perde virtudes essenciais do Bolsa Família. Tornou-se versão mais injusta e ineficiente ...

Marcus Pestana*: A urna eletrônica e a roda d’água

›
Em 1949, foi lançado o livro “Coronelismo, enxada e o voto” de Victor Nunes Leal, que se tornou clássico da ciência política brasileira. O a...

George Gurgel de Oliveira*: Brasil (in)sustentável: a agroecologia em questão. Quais os desafios?

›
A escolha de uma determinada política pública em qualquer sociedade é uma opção política, com reflexos econômicos, sociais e ambientais. C...

O que a mídia pensa: Editoriais /Opiniões

›
Editoriais Governo Bolsonaro fracassou na reforma tributária O Globo A movimentação no Congresso para tratar de temas tributários a ci...

Poesia | Bertolt Brecht: Quando me fizeram deixar o país

›
 

Música | Joyce Cândido: Saudosa Maloca (Adoniran Barbosa)

›
 
sexta-feira, 13 de maio de 2022

Vera Magalhães: Bolsonaro preso em seus embustes

›
O Globo O teatrinho encenado entre Paulo Guedes e seu ex-subordinado e agora colega Adolfo Sachsida a respeito da disposição de privatizar...

Eliane Cantanhêde: Enquanto isso, no ‘porto seguro’...

›
O Estado de S. Paulo Troca de canal: sai guerra ao TSE, entram demissão de militares e privatização da Petrobras O presidente Jair Bolso...

Fernando Gabeira: Como se houvesse futuro

›
O Estado de S. Paulo Um projeto brasileiro que estabeleça uma nova relação entre natureza e tecnologia pode ser a mensagem mais importante...

Luiz Carlos Azedo: Bolsonaro perdeu o rumo e passa a improvisar

›
Correio Braziliense O fim da pandemia não resultou num cenário favorável à reeleição de Bolsonaro, por causa do desemprego, da carestia de...

Dora Kramer: Só no salto alto

›
Revista Veja Dianteira faz o PT repetir a lógica do venha a nós, e ao reino dos aliados acena muito pouco ou quase nada Houve um tempo e...

José de Souza Martins*: 22 milhões de jovens poderão decidir as eleições de 2022

›
Valor Econômico / Eu & Fim de Semana Novas gerações tendem a uma percepção mais acentuadamente crítica do que lhes seria o natural por...

Claudia Safatle: Mais inflação, mais juros e menos crescimento

›
Valor Econômico Nosso potencial de crescimento é baixo porque somos muito ineficientes não compartilha do movimento que grandes bancos e...

Humberto Saccomandi: Piora externa é desafio à reeleição de Bolsonaro

›
Valor Econômico Choques simultâneos, tanto do lado da demanda quanto da oferta, podem dificultar as chances de reeleição de Bolsonaro Co...

Maria Cristina Fernandes: Explode a bomba-relógio da pandemia

›
Valor Econômico / Eu & Fim de Semana Se a CPI foi o clímax do conflito político provocado pela incúria, corrupção e oportunismo, a tra...

Bruno Boghossian: Lula e a agenda do 'não'

›
Folha de S. Paulo Há um ponto comum nas declarações mais enfáticas do petista sobre seus planos na área Há um ponto comum em algumas das...

Reinaldo Azevedo: Pestana quer vender a Petrobras

›
Folha de S. Paulo Conversa sobre privatizações é papo-furado, com laivos demenciais Vulgares. Mistificadores. Deslumbrados. Essa é a c...
‹
›
Página inicial
Ver versão para a web

Editor

Minha foto
Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
Ver meu perfil completo
Tecnologia do Blogger.