Democracia e rigor fiscal para reduzir os juros e a pobreza
Por Folha de S. Paulo
A Folha reafirma o compromisso de não
recomendar voto em partidos ou nomes; a opção pelo apartidarismo fortalece a
posição de submeter ao crivo da crítica qualquer um que saia vencedor
Um eleitorado mais uma vez dividido ao meio
decidirá neste domingo (25) quem governará o Brasil nos próximos quatro anos. O
vitorioso terá o desafio de recolocar as contas públicas nos trilhos, condição
indispensável para uma queda sustentável dos juros —sem novos
surtos inflacionários — que permita ao país crescer e, assim, reduzir a
pobreza. Respeitar o Estado democrático de Direito é mandatório.
Se vencer Flávio Bolsonaro (PL), o Brasil voltará a lidar com o grupo político cuja passagem pela Presidência da República deixou um legado nefasto para a institucionalidade. Durante sua administração, de 2019 a 2022, Jair Bolsonaro (PL) investiu reiteradamente contra a democracia.












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