Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

O valor das palavras

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Merval Pereira DEU EM O GLOBO NOVA YORK. Há palavras, e até mesmo frases inteiras, que nunca foram ditas, mas entram para a História, podend...

Caso de tolerância

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Dora Kramer DEU EM O ESTADO DE S. PAULO Os dados da pesquisa encomendada meses atrás pela Comissão de Ética Pública da Presidência da Repúbl...

Quem não brinca em serviço

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Eliane Cantanhêde DEU NA FOLHA DE S. PAULO BRASÍLIA - Parte da Polícia Federal e da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) investiga banq...

Os bancos e o boi no pasto

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Clóvis Rossi DEU NA FOLHA DE S. PAULO SÃO PAULO - Fabio Barbosa, presidente do Grupo Santander no Brasil e presidente também da Federação Br...

O passado interditado

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Raymundo Costa DEU NO VALOR ECONÔMICO É provável que a Advocacia Geral da União (AGU) recue em parte do parecer que emitiu sobre a extensão ...

Considerações sobre Bretton Woods II

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Luiz Gonzaga Belluzzo DEU NO VALOR ECONÔMICO Desde o século XVIII os teóricos e praticantes da moderna economia política debatem os conflito...

O QUE PENSA A MÍDIA

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Editoriais dos principais jornais do Brasil http://www.pps.org.br/sistema_clipping/mostra_opiniao.asp?id=1144&portal =
segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Jürgen Habermas: Ainda Potência

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Entrevista Thomas Assheuer DEU NA FOLHA DE S. PAULO/ MAIS! PARA O FILÓSOFO ALEMÃO JÜRGEN HABERMAS, FUTURO POLÍTICO DO PLANETA DEPENDERÁ DA P...

Democracia é assim (ou não é)

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Wilson Figueiredo Jornalista DEU NO JORNAL DO BRASIL Sempre foram ambivalentes as relações do presidente Lula com os jornais. Tanto podem se...

A face da nova geração

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José de Souza Martins* DEU EM O ESTADO DE S. PAULO / ALIÁS A significativa vitória do Partido Democrata, apoiada no desempenho eleitoral de ...

A Casa Branca e o DA da Católica

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Fábio Wanderley Reis DEU NO VALOR ECONÔMICO No dia seguinte ao da queda de Saigon, ao chegar para o trabalho na UFMG, me dizia uma aluna, be...

O QUE PENSA A MÍDIA

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Editoriais dos principais jornais do Brasil http://www.pps.org.br/sistema_clipping/mostra_opiniao.asp?id=1143&portal =
domingo, 9 de novembro de 2008

Filósofo lança livro de memória em que reafirma sua condição de comunista

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ENTREVISTA: LEANDRO KONDER Idéias & Livros Rodrigo de Almeida, JB Online A crise do capitalismo é providencial RIO - O filósofo Leandro ...

Serra: “Torço para que o pior da crise tenha passado”

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Entrevista: José Serra Maria Isabel Hammes e Sebastião Ribeiro DEU NO ZERO HORA (RS) Considerado um dos maiores vencedores das eleições de 2...

Palco eleitoral antecipado

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Tiago Pariz DEU NO ESTADO DE MINAS OPOSIÇÃO Adversários do presidente Lula mudam estratégia e apostam num discurso propositivo para criticar...

PT discute antecipar lançamento de Dilma

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Luiza Damé DEU EM O GLOBO Berzoini diz que podem surgir outros nomes BRASÍLIA. Reunido ontem-ontem durante todo o dia, o Diretório Nacional ...

O realismo de José Dirceu

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Nas Entrelinhas :: Luiz Carlos Azedo DEU NO CORREIO BRAZILIENSE O PT deve ter consciência de que a sucessão começou e a legenda hoje, em qua...

O mundo em festa

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Alberto Dines DEU NO JORNAL DO COMMERCIO (PE) Irrelevante determinar quem rotulou o século 20 como o Século Americano, muito menos sua exata...

Erro de avaliação

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Merval Pereira DEU EM O GLOBO NOVA YORK. O presidente eleito Barack Obama deve participar do jantar de encerramento da reunião do G-20 no p...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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