Folha de S. Paulo
Flávio Bolsonaro (PL) defende 'tesouraço', e
auxiliares de Lula (PT) acenam com revisão de gastos
Sem detalhes de eventuais medidas, resultado
será grave crise ou estelionato eleitoral
O desequilíbrio
das contas é uma realidade concreta, a ponto de os dois
principais pré-candidatos à Presidência ou o seu entorno precisarem acenar com
ajuste fiscal a partir de 2027. Isso agrada a Faria Lima, mas não nos
enganemos: são promessas vagas o suficiente para evitar qualquer possível
desgaste com a maioria que vota.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) defende há meses um "tesouraço" nas despesas, mas não diz o que pretende cortar se for eleito. O ministro Dario Durigan (Fazenda), hoje o principal auxiliar de Lula (PT) na área econômica, fala em revisão de gastos obrigatórios, mas tampouco detalha o que mudaria.












