Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Lulismo e tradição

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EDITORIAL DEU NA FOLHA DE S. PAULO Ambiguidades da retórica presidencial evidenciam linhas de continuidade entre seu governo e antecessores ...

O pior cego...

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Sérgio Fausto DEU EM O ESTADO DE S. PAULO Um amigo, que agora acompanha de perto a cena política da Itália e faz tempo reflete sobre as rela...

Quem é o Estado?

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Alberto Dines DEU NO JORNAL DO COMMERCIO (PE) O Estado somos nós – os três poderes formais, o Ministério Público, a imprensa, seus leitores,...

Pode ser, mas está difícil

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Dora Kramer DEU EM O ESTADO DE S. PAULO Os novos presidentes da Câmara e do Senado acertaram na escolha do conteúdo, mas claudicaram visivel...

Em marcha forçada

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Nas Entrelinhas :: Luiz Carlos Azedo DEU NO CORREIO BRAZILIENSE Dilma opera com o Orçamento da União, os bancos oficiais, os fundos de pensã...

Lula e Obama: proximidades

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Merval Pereira DEU EM O GLOBO NOVA YORK. A começar pelo próprio presidente Lula, e referendado por muita gente boa da academia, tanto no Bra...

Drama maior

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Miriam Leitão DEU EM O GLOBO O maior drama numa crise é o desemprego. Na virada do ano eu perguntei ao professor José Pastore quantos empreg...

O pacotão de Lula, a banca e o BC

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Vinicius Torres Freire DEU NA FOLHA DE S. PAULO Governo já fez o que podia no crédito, falta só cortar gastos. Mas BC e banca privada ainda ...

Protecionismo e crise social

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Luiz Gonzaga Belluzzo DEU NA FOLHA DE S. PAULO No abismo sem fundo da crise, germina a hostilidade em relação ao "outro": as impor...

Respostas à crise: o uso de Keynes

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Pedro S. Malan DEU EM O ESTADO DE S. PAULO "Nunca a conjuntura foi tão pouco conjuntural" (André Lara Resende). O que é uma forma ...

O QUE PENSA A MÍDIA

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Editoriais dos principais jornais do Brasil http://www.pps.org.br/sistema_clipping/mostra_opiniao.asp?id=1233&portal =
sábado, 7 de fevereiro de 2009

ENTREVISTA: Amartya Sen, Premio Nobel de Economía 1998, economista y filósofo

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Por J. P. Velázquez-Gaztelu DEU EM EL PAÍS (Madrid - 7/2/2009) "Necesitamos una alianza entre el Estado y el mercado" Nació en un ...

Cabe ao Judiciário resolver o conflito

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Wálter Fanganiello Maierovitch DEU NA FOLHA DE S. PAULO DEPOIS DE 20 anos de fascismo, os italianos, em 1948, elegeram o modelo republicano....

(In) cultura do Brasil

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Dora Kramer DEU EM O ESTADO Uma das formas mais perversas e cínicas do conformismo mora na ideia de que no Brasil "há uma cultura"...

Lula desconfia do esquema que armou

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Villas-Bôas Corrêa DEU NO JORNAL DO BRASIL As imagens do presidente Lula transpirando por todos os poros, a camisa amarfanhada e com manchas...

A realidade pressiona

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Merval Pereira DEU EM O GLOBO NOVA YORK. A batalha congressual para aprovar o plano de recuperação econômica acabou matando o projeto políti...

Leitura de sinais

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Miriam Leitão DEU EM O GLOBO Um grande exportador brasileiro para a China me disse que "a China parou de piorar". Alguns projetos ...

De imóveis e patins

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Clóvis Rossi DEU NA FOLHA DE S. PAULO SÃO PAULO - Alguma coisa não fecha na história da crise. No mesmo dia em que se anuncia que a Mercedes...

"Não há luz no fim do túnel" para a crise, diz economista

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Entrevista: Flavio Bartmann Sérgio Dávila DEU NA FOLHA DE S. PAULO Para consultor brasileiro em Nova York, conjuntura atual é pior que a de ...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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