Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

sábado, 18 de agosto de 2012

Cidades do futuro - Francis Wolf

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O que é o futuro? É simples. Vocês conhecem Brasília? Claro, todo mundo conhece Brasília, inaugurada em 1960, como a cidade do futuro. Todo...

Habermas clássico sai no Brasil - Luiz Repa

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"Teoria do Agir Comunicativo" relê a obra de Lukács e Adorno e ataca as limitações da Escola de Frankfurt Se um leitor pouco disp...

O que será - Chico Buarque & Milton Nascimento

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Velha chácara – Manuel Bandeira

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A casa era por aqui... Onde? Procuro-a e não acho. Ouço uma voz que esqueci: É a voz deste mesmo riacho. Ah quanto tempo passou! (Fora...
sexta-feira, 17 de agosto de 2012

OPINIÃO DO DIA – Roberto Gurgel: ‘o mensalão maculou a República’ (XIII)

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“ O que resta (aos advogados) dizer? Que não há prova suficiente, que a denúncia é mal elaborada. É a técnica de defesa, é a ladainha espera...

Manchetes de alguns dos principais jornais do Brasil

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O GLOBO Relator pede condenação de Valério e João Paulo Caos em estradas e aeroportos Desde 2008, obras empacadas Seca - Conta a pagar ...

O que pensa a mídia - editoriais dos principais jornais do Brasil

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http://www2.pps.org.br/2005/index.asp?opcao=editoriais

Relator pede condenação de Valério e João Paulo

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No 11º dia do julgamento do mensalão, o relator, ministro Joaquim Barbosa, votou ontem pela condenação do ex-presidente da Câmara, deputado ...

Roteiro muda e 1ª sentença pode sair semana que vem

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Depois de intenso bate- boca, o STF decidiu que o julgamento seguirá um roteiro diferente, com a leitura dos votos segundo os blocos de acus...

Réu no processo insiste em manter candidatura a prefeito e divide o PT

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Fábio Zambeli A manutenção da candidatura de João Paulo Cunha à Prefeitura de Osasco em caso de condenação no STF (Supremo Tribunal Federal...

Decisão de 'fatiar' julgamento cria polêmica na Corte

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Ideia do relator é dar seu voto por grupos de denunciados e depois ouvir os votos dos colegas; decisão sobre assunto será tomada na segunda-...

Joaquim Barbosa abre caminho para condenar por lavagem de dinheiro

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Réus que receberam verba de Marcos Valério podem ser punidos Jailton de Carvalho BRASÍLIA A primeira parte do voto do relator Joaquim Barb...

Procuradores fazem desagravo a Gurgel em congresso no Rio

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Proposta que limita poderes de investigação do MP é criticada Vera Arajújo O I Congresso Internacional do Conselho Nacional dos Procurador...

A Babel - Eliane Cantanhêde

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Cumpre-se a profecia: o relator Joaquim Barbosa, que vem do Ministério Público e tem a cultura (ou vícios) do procurador-geral da República,...

Supremo desentendimento - Merval Pereira

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O ministro Ricardo Lewandowski, revisor do processo do mensalão, demonstrou grandeza de espírito ao aceitar mudar a estrutura de seu voto pa...

Dos embargos auriculares - Maria Cristina Fernandes

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Este recurso não está em nenhum manual de direito e não consta dos currículos das universidades mas seu uso faz fama e fortuna de muitos adv...

Bendita tensão - Dora Kramer

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"O Supremo não é uma agremiação de iguais nem um julgamento deve necessariamente transcorrer em clima de afinidades." A qualquer ...

A trupe togada apresenta: hoje tem marmelada! - Natanael Sarmento*

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Nem as fantásticas narrativas de Gabriel Garcia Marques, nem o absurdo teatral de Eugène Ionesco cogitaram produziram cenas mais estapafúrdi...

O Brasil depois do mensalão - Fernando Gabeira

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O que é que vai dar tudo isso? Essa é a pergunta mais comum na rua. Poucos se interessam pelos bastidores do julgamento e suas filigranas ju...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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