Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Opinião do dia: Gilvan Cavalcanti*

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“ Na minha opinião a questão mais importante na conjuntura mundial e no Brasil é o fenômeno do pensamento político populista e antilibera...
Um comentário:

Entrevista / Luiz Werneck Vianna*

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Bolsonaro e a proposta radical de criar uma sociedade compatível com o capitalismo neoliberal. Um modelo que “não tem futuro aqui”.  ...

Marcus André Melo*: A corrupção é profecia autorrealizável

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- Folha de S. Paulo Mudança institucional com corrupção sistêmica é possível? A Lava Jato produz dois efeitos contraditórios. De ...

Celso Rocha de Barros*: Os golpistas de 2019

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- Folha de S. Paulo Não há mais como discordar que a democracia brasileira está em crise há vários anos A revista Veja desta sema...

Vinicius Mota: Debate argentino revive clichês dos 80

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- Folha de S. Paulo Estagnada há um século, nação discute inflação de 50%, congelamentos e FMI Para um emigrante europeu no final...

Leandro Colon: Paciente do SUS não pode ser tratado como mané

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- Folha de S. Paulo Episódio envolvendo avó de primeira-dama deveria servir para cair a ficha de Bolsonaro Dados compilados pela ...

Eugênio Bucci* /Taís Gasparian*: Sobre hackers e jornalistas

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- Folha de S. Paulo Informação de interesse público deve ser publicada Recentemente, o presidente da República declarou que o jor...

Fernando Gabeira: O clima da resistência

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- O Globo Noruega e Alemanha se interessam pela Amazônia porque estão investindo ali e precisam dar satisfação a seus contribuintes ...

Cacá Diegues: Ódio e poder

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- O Globo O mundo de hoje, 50 anos depois de Woodstock, talvez se ria dessa ideia tola de paz e amor The Woodstock Music & Ar...

Demétrio Magnoli: Lição de casa

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- O Globo Os profetas convencionai serraram na previsão de que aguerra comercial entre EUA e China se dissolveria numa paz administra...

Carlos Pereira: Quando devemos nos preocupar?

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- O Estado de S.Paulo Instituições de freios e contrapesos têm limitado os excessos do presidente Até que ponto a retórica belico...

Cida Damasco: O vespeiro dos impostos

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- O Estado de S.Paulo Governo promete algum alívio no IR, mas fantasma da CPMF assusta Por tudo que se disse nos últimos dias, a ...

Bruno Carazza*: Viciado em likes

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- Valor Econômico Bolsonaro radicaliza de olho nas redes sociais Smartfones e redes sociais mudaram tanto a nossa vida, e devotam...

Alex Ribeiro: Caixa já tinha planos para seu lucro recorde

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- Valor Econômico Governo exige mais dividendos, banco queria cortar juros A Caixa Econômica Federal e o Tesouro Nacional estão n...

Edson Fachin*: Tempos de Weimar

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- Valor Econômico À primavera constitucional de 1919 se contrapôs, não muitos anos depois, a tragédia e o horror O transcurso do ...

Ricardo Noblat: Dallagnol, pela boa sete

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- Blog do Noblat / Veja Ele e Moro, sob o risco de serem encaçapados Quando os hackers de Araraquara foram presos, os mais apress...

O que pensa a mídia: Editoriais

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Rede de mentiras: Editorial / O Estado de S. Paulo O presidente Jair Bolsonaro se valeu das redes sociais para compensar a baixa exposiçã...

Vinicius de Moraes: Soneto do amigo

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Enfim, depois de tanto erro passado Tantas retaliações, tanto perigo Eis que ressurge noutro o velho amigo Nunca perdido, sempre reenco...

Música / Teresa Cristina - A vida me fez assim

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domingo, 11 de agosto de 2019

Opinião do dia: Ascânio Seleme*

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“ Bolsonaro já distorceu verdades sobre armas, meio ambiente, drogas, tortura, agrotóxicos, educação e muito mais. Os institutos de checa...

Hélio Schwartsman: Presos à filosofia

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- Folha de S. Paulo Escapar da miséria é mais fácil do que da filosofia É mais fácil escapar da miséria do que da filosofia. Afin...

Bruno Boghossian: O radicalismo ajuda Bolsonaro

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- Folha de S. Paulo Plataforma extremista não é majoritária, mas funciona como jogada de imagem Jair Bolsonaro nunca quis saber d...

Janio de Freitas: Inspirações para Bolsonaro

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- Folha de S. Paulo Criação de escolas militarizadas foi decisiva para infiltração do nazismo O governo Bolsonaro não tem a direc...

Thiago Amparo*: O que nos ensina Shakespeare sobre tirania

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- Folha de S. Paulo Livro de cabeceira de Angela Merkel nos diz como lutar contra autoritarismos de hoje “Baseando-se na indifere...

Rolf Kuntz *: Novo elogio a torturador reforça sinais de alarme

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- O Estado de S.Paulo As falas destemperadas compõem uma figura mal ajustada ao Estado democrático e de direito O presidente Bols...
Um comentário:

Pedro S. Malan*: A linguagem dos mitos

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- O Estado de S.Paulo Estamos na categoria dos países grandes que criam problemas para si próprios? Penso que sim “Na linguagem ...

Eliane Cantanhêde: Motosserra

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- O Estado de S. Paulo Que grande empresa quer colar sua marca num país que involui no meio ambiente? Só falta agora o president...

Vera Magalhães: Os 3 pilares da tributária

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- O Estado de S. Paulo Contribuição sobre pagamentos seria casada com menor encargo trabalhista e fim de impostos Com a transferê...

José Roberto Mendonça de Barros*: O PIB visto da Faria Lima

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- O Estado de S.Paulo Pujança vista dessa avenida paulista não se repete no resto da cidade e do País Vistas da Avenida Faria Lim...

Luiz Carlos Azedo: A insensatez e a classe média

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- Nas entrelinhas / Correio Braziliense “Os que se mantiveram na classe média, diante do risco de perder essa condição, e os que volt...

Merval Pereira: Falta de inteligência

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- O Globo O Brasil já começa a sofrer consequências práticas pelo alinhamento total com a política externa de Trump O alinhamento...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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