Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

domingo, 19 de abril de 2026

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Dívidas das famílias espelham gastos de Lula Por Folha de S. Paulo Em pesquisa Datafolha, 67% dizem ter passivos financeiros, e 28%, con...

A religião, a loteria e o ópio da miséria, por Antonio Gramsci*

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Nas Conversazioni criitiche & (Série 11, p. 300-301), Croce busca a "fonte" do Paese di Cuccaga’, de Matilde Serao, e a encont...

Ao lado de Sanches, Lula sobe o tom contra Trump em evento na Espanha, por Luiz Carlos Azedo

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Correio Braziliense Há um equilíbrio frágil entre a crítica legítima ao presidente dos Estados Unidos e uma escalada retórica desnecessári...

O Papa e o imperador, por Bernardo de Mello Franco

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O Globo Pontífice é comparado a Pio VII, que peitou Napoleão, por não se dobrar ao imperador laranja Foi no período de sede vacante, o i...

Os Supremos, por Merval Pereira

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O Globo Agora já não é mais um governo autoritário que ameaça o Supremo, é o Supremo que ameaça a democracia A fórmula mais usada em gov...

Roubalheiras antigas, por Dorrit Harazim

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O Globo Afinal de contas, nunca é demais ver como funcionava a mente privilegiada e honrada do autor de ‘Os miseráveis’ Na semana passad...

A terceira via existe? Por Elio Gaspari

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O Globo Tentar ler numa pesquisa de abril o comportamento do eleitorado em outubro é pouco mais que um exercício de quiromancia, sobretudo...

Como a guerra chega na eleição, por Míriam Leitão

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O Globo Um recorte exclusivo da pesquisa Genial/Quaest mostra que apenas 16% dos brasileiros não se sentem afetados pela alta dos combustí...

Nas asas da Panair, ops!, da FAB, por Eliane Cantanhêde

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O Estado de S. Paulo É fácil viajar de graça no Brasil! Basta ter um cargo importante em qualquer poder Enquanto milhões de brasileiros ...

O castelo de areia de Trump, por Lourival Sant’Anna

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O Estado de S. Paulo Os acordos de reabertura do Estreito de Ormuz pelo Irã e de cessar-fogo entre Israel e o Líbano não passam de encenaç...

Pancadas sobre o turismo, por Celso Ming

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O Estado de S. Paulo Tempo de guerra é sempre ruim para o turismo. Desta vez, não é diferente. Mas o setor vem levando pauladas há mais te...

A promessa de arrocho de Flávio Bolsonaro e o risco de bananismo autoritário, por Vinicius Torres Freire

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Folha de S. Paulo Candidato da extrema direita quer 'tesouraço' nos gastos e menos impostos ao mesmo tempo Se houver protesto co...

CPI pega STF e livra políticos, por Celso Rocha de Barros

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Folha de S. Paulo Relatório não indiciou quem roubou, ganhou dinheiro e tentou salvar o Master com dinheiro público Se tivesse contado a...

STF se enreda na própria teia, por Dora Kramer

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Folha de S. Paulo Não há solução à vista para a recuperação do alto grau de desconfiança da população no Supremo Cabe ao tribunal decidi...

Dejetos apocalípticos da guerra, por Muniz Sodré

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Folha de S. Paulo Na corda bamba sobre o abismo sem fundo da decadência ocidental, Trump alimenta a velha voracidade capitalista por solos...

Poesia | Inconfesso Desejo, de Carlos Drummond de Andrade

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Música | Billy Blanco - "A Banca do Distinto" - A Bossa de Billy Blanco

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sábado, 18 de abril de 2026

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Ameaça de Gilmar Mendes a senador é desproporcional Por Folha de S. Paulo Reação do ministro do STF viola o princípio constitucional que...

A crueldade como política, por Oscar Vilhena Vieira*

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Folha de S. Paulo Não tem sido fácil cumprir as ambiciosas promessas da democracia Orbán inspirou líderes populistas e autoritários como...

Mandantes e mandatários, por Carlos Andreazza

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O Estado de S. Paulo A quarta fase da Operação Compliance Zero foi a primeira disparada sobre bases da delação de Daniel Vorcaro. É inform...

Dívida sai da periferia; chega ao centro, por Fabio Gallo

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O Estado de S. Paulo A nova era da dívida dos países está criando uma geografia da desigualdade O Fundo Monetário Internacional (FMI) re...

Ficar por quê, por Flávia Oliveira

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O Globo O desemprego é o menor da série histórica do IBGE, iniciada em 2012; a recuperação da renda é constante Esta não é uma coluna so...

Matar um para assustar cem, por Thaís Oyama

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O Globo Susto é endereçável não apenas a Alessandro Vieira, mas também aos candidatos que disputarão a eleição para o Senado O ministro ...

O vão entre as palavras, por Eduardo Affonso

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O Globo Talvez consigamos produzir similar nacional para a palavra de primeira necessidade neste país Alguém comentou no X (onde mais?) ...

Brasília 66, por André Gustavo Stumpf

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Correio Braziliense Brasília assistiu a rebeliões e golpes de Estado. Hoje é uma cidade grande, com os desafios inerentes ao seu tamanho, ...

Quem liderará o futuro do Ceará? Por Juliana Diniz

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O Povo (CE) Ainda não sabemos como se dará a disputa ao governo estadual no Ceará daqui a alguns meses. Embora seja esperado que as defini...

Ex-presidente do BRB pode tentar correr com delação no caso Master, por Adriana Fernandes

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Folha de S. Paulo Aconselhado a delatar antes, Paulo Henrique Costa foi preso na 4ª fase da operação Compliance Zero Suspeita-se que ele...

Estamos todos à venda? Por Hélio Schwartsman

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Folha de S. Paulo Corrupção é fenômeno mais disseminado do que gostaríamos de acreditar Desonestidade é fruto de negociação interna entr...

Governador em exercício trava máquina bolsonarista no Rio, por Alvaro Costa e Silva

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Folha de S. Paulo Ricardo Couto decreta auditoria e exonera aliados de Cláudio Castro Homem das rachadinhas do filho 01, Queiroz virou s...

Vamos conversar sobre o poder do Estado em uma sociedade sem limites claros, por Antônio Márcio Buainain*

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Jornal da Unicamp "A questão, portanto, não é apenas se o Estado sabe o que fazer, mas se ainda consegue, de fato, fazer valer suas d...

A Guerra do Irã e seus impactos fiscais, por Marcus Pestana

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Há mais de seis semanas, a economia mundial sofre os efeitos da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã. O conflito militar afetou uma áre...

Não é (só) a economia, por Cláudio Couto

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CartaCapita l Ela importa na decisão de voto, mas não explica tudo Passada a desincompatibilização dos ocupantes de cargos no Executivo ...

Juntar os cacos, por Jamil Chade

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CartaCapital Restabelecer a democracia na Hungria não será tarefa fácil, avalia Lajos Bokros, ex-ministro das Finanças A Hungria viveu u...

Guerra imoral, por Aldo Fornazieri

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CartaCapital Mesmo com toda a inferioridade militar, a heroica resistência dos iranianos está impondo uma derrota política e moral aos EUA...

Punitivismo progressista, por André Barrocal

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CartaCapital Lula promete criar o Ministério da Segurança e espera por mais poderes do Congresso para atuar na área Os brasileiros estão...

Máquinas de pensar? Por Manfred Back e Luiz Gonzaga Belluzzo

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CartaCapital Seu avanço oculta o monopólio de dados e ajuda a bloquear o pensamento “…a tirania da IA preside ao nascimento de uma beste...

Poesia | O Correr da Vida, de Guimarães Rosa

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Música | João Gilberto - Brasil Pandeiro (1982), de Assis Valente

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sexta-feira, 17 de abril de 2026

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Para surpresa de ninguém, rombo dos Correios continua Por Folha de S. Paulo Empresa puxa novo déficit recorde de estatais sob Lula, de R...

O Brasil oculto da polarização, por José de Souza Martins*

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Valor Econômico Não é direita ou esquerda. É o nosso extremismo: somos radicalmente de extremo centro Parece que todos são contra a pola...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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