O Globo
Relatório dos EUA cita Moratória da Soja pelo qual grandes exportadoras se comprometem a não comprar commodity plantada em área de desmate
Está entendido que Donald Trump fará o que
estiver ao seu alcance para tirar Lula do Palácio do Planalto e está entendido
também que Flávio Bolsonaro fará de tudo para apresentar-se como o homem de
Trump em Pindorama. Fora desse circo, pelo menos em tese, a diplomacia
comercial americana promete negociar e promover audiências públicas até o dia
15 de julho, antes de baixar um tarifaço sugerido para a faixa de 25%.
Passada a barulheira da semana passada,
entrarão em campo os profissionais, com argumentos e números.
O documento que prenuncia o tarifaço, produzido pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA, é uma salada de exemplos conflitantes e até mesmo de afirmações absurdas. Ao falar do desmatamento cita números do governo Bolsonaro, reconhece que a situação melhorou mas em seguida roga uma praga: “Mesmo assim, como indicam os dados históricos, esses esforços podem ser desfeitos por administrações futuras, e as taxas de desmatamento ilegal podem aumentar novamente.” (Sobretudo com um Bolsonaro no Planalto.)








.jpg)


.jpg)