Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

CRISE ECONÔMICA, INOVAÇÃO POLÍTICA E PROGRAMÁTICA

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Raimundo Santos Professor CPDA/UFRRJ Fonte: Gramsci e o Brasil O relatório apresentado por Walter Veltroni no encontro da Direção Nacional d...

AZIAS & ALKA-SELTZER

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Alberto Dines DEU NO OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA O ano começou com um bom debate. Debate sobre a imprensa na imprensa é coisa rara desde o mome...

O presidente não lê

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Roberto DaMatta DEU EM O GLOBO Numa terra de cegos, quem tem um olho é rei. Num país de gente sedenta e carente de leitura, é desanimador e ...

presidente e a mídia

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Ruy Fabiano Jornalista DEU NO CORREIO BRAZILIENSE Em recente fala, Lula revelou que não lê jornais. Faz-lhe mal ao fígado. Disse que se info...

A volta de quem não foi

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Dora Kramer DEU EM O ESTADO DE S. PAULO Os exemplos são muitos, mas os casos de Antonio Carlos Magalhães e Jader Barbalho são as mais expres...

O ensaio geral de um novo modelo

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Rosângela Bittar DEU NO VALOR ECONÔMICO As prévias das eleições americanas, ou a busca de um modelo de contato preliminar com o eleitorado q...

Garotinho perde espaço no PMDB e busca novo partido

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Christiane Samarco e Alexandre Rodrigues DEU EM O ESTADO DE S. PAULO Com sinal verde de Aécio, ex-governador do Rio negocia com PSDB, mas ta...

Reação conservadora

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Merval Pereira DEU EM O GLOBO NOVA YORK. Nem mesmo tomou posse, e o presidente eleito dos EUA, Barack Obama, já se vê às voltas com dificuld...

A crise como possibilidade de um projeto nacional de desenvolvimento

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Carlos Lessa DEU NO VALOR ECONÔMICO No início do milênio era majoritária, no Brasil, a percepção de que o modelo de desenvolvimento estava e...

Hora incerta

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Míriam Leitão DEU EM O GLOBO O desemprego e a informalidade caíram quatro anos seguidos. Os salários e a renda aumentaram. Agora está havend...

Empregos por decreto

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Vinicius Torres Freire DEU NA FOLHA DE S. PAULO Governo não vai impedir desemprego reclamando das empresas que levam auxílios (subsídios?) e...

Emprego industrial tem maior queda em 5 anos

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PEDRO SOARES DEU NA FOLHA DE S. PAULO DA SUCURSAL DO RIO O nível de emprego na indústria brasileira caiu 0,6% entre outubro e novembro passa...

Emprego tem a maior queda em 5 anos na indústria

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Jacqueline Farid, RIO DEU EM O ESTADO DE S. PAULO O IBGE informou que o emprego na indústria caiu 0,6% em novembro sobre o mês anterior, o m...

Acordo em SP reduz jornada e salário para evitar demissão

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Adauri Antunes Barbosa, Cássia Almeida e Henrique Gomes Batista DEU EM O GLOBO Um acordo inédito - pelo número de entidades envolvidas, com ...

O QUE PENSA A MÍDIA

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Editoriais dos principais jornais do Brasil http://www.pps.org.br/2005/index.asp?opcao=editoriais&portal =
terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Falando às escuras

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Dora Kramer DEU EM O ESTADO DE S. PAULO O ex-deputado Roberto Freire, presidente do PPS, assumiu o discurso, mas o receio de que a abertura ...

Elo fraco

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Xico Graziano DEU EM O ESTADO DE S. PAULO Na economia clássica, costumavam-se distinguir as atividades produtivas em três setores: primário...

A nova face do baixo clero

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Raymundo Costa DEU NO VALOR ECONÔMICO O deputado Ciro Nogueira (PP-PI) disputa pela segunda vez a presidência da Câmara, sem conseguir se li...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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