O Estado de S. Paulo
Seja qual for o resultado das eleições de
domingo, o País se prepara para um estelionato eleitoral ou para uma crise
econômica em 2027. Não é catastrofismo. Nem o presidente e candidato à
reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, nem o candidato do PL, Flávio Bolsonaro,
apresentaram até agora propostas concretas para lidar com a economia.
Flávio negou todos os ajustes necessários para reduzir a dívida pública: desindexação do salário mínimo, mudança nos pisos de saúde e educação, reforma da Previdência, entre outras medidas. Chegou até a se comprometer com a escala 6x1, que, num primeiro momento, vai afetar a produtividade da economia.




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