Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Líderes, gerentes ou chefes

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RENATO JANINE RIBEIRO DEU NA FOLHA DE S. PAULO FHC e Lula definiram um alto padrão para a função presidencial: o de líder. É o que torna dif...

Patrimônio desperdiçado

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Dora Kramer DEU EM O ESTADO DE S. PAULO O presidente Luiz Inácio da Silva tem 80% de popularidade, maioria absoluta no Congresso e o apoio o...

Somos presos comuns

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Stepan Nercessian DEU EM O GLOBO Em Copacabana o cidadão me para, declara-se meu eleitor e dispara: - E aí, meu vereador, posso confiar que ...

Definição, quase certa, de Sarney no Senado reforçará papel autônomo do PMDB em 2010

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Jarbas de Holanda Malgrado sujeita ainda a contramarchas que podem voltar a embolar o jogo, adiando a decisão para o final do segundo tempo ...

Freio de arrumação

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Mércio Pereira Gomes DEU EM O GLOBO Por maioria expressiva de oito votos, o STF reafirmou a legalidade constitucional do decreto presidencia...
Um comentário:

A pequena política

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Merval Pereira DEU EM O GLOBO NOVA YORK. O inesperado problema enfrentado por Timothy Geithner para sua aprovação no Congresso como secretár...

A hora do prejuízo

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Ricardo Melo DEU NA FOLHA DE S. PAULO SÃO PAULO - Não adianta ministro espernear e o presidente reclamar. Mantidas as regras do jogo, o volu...

Ressacas da grande festa

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Maria Clara R. M. do Prado DEU NO VALOR ECONÔMICO De tudo o que se tem ouvido sobre a crise e o pós-crise, poucas avaliações merecem leitura...

Economia da AL desaquece e Brasil perde exportações

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Raquel Landim, de São Paulo DEU NO VALOR ECONÔMICO As economias da América Latina desaceleraram bruscamente e as vendas do Brasil para a reg...

Demissões provocam atrito entre ministro e empresários

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Adauri Antunes Barbosa, Lino Rodrigues e Geralda Doca DEU EM O GLOBO Lupi quer punição para quem recebeu verba pública e demitiu. Fiesp reag...

O QUE PENSA A MÍDIA

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Editoriais dos principais jornais do Brasil http://www.pps.org.br/sistema_clipping/mostra_opiniao.asp?id=1209&portal =
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

CRISE ECONÔMICA, INOVAÇÃO POLÍTICA E PROGRAMÁTICA

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Raimundo Santos Professor CPDA/UFRRJ Fonte: Gramsci e o Brasil O relatório apresentado por Walter Veltroni no encontro da Direção Nacional d...

AZIAS & ALKA-SELTZER

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Alberto Dines DEU NO OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA O ano começou com um bom debate. Debate sobre a imprensa na imprensa é coisa rara desde o mome...

O presidente não lê

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Roberto DaMatta DEU EM O GLOBO Numa terra de cegos, quem tem um olho é rei. Num país de gente sedenta e carente de leitura, é desanimador e ...

presidente e a mídia

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Ruy Fabiano Jornalista DEU NO CORREIO BRAZILIENSE Em recente fala, Lula revelou que não lê jornais. Faz-lhe mal ao fígado. Disse que se info...

A volta de quem não foi

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Dora Kramer DEU EM O ESTADO DE S. PAULO Os exemplos são muitos, mas os casos de Antonio Carlos Magalhães e Jader Barbalho são as mais expres...

O ensaio geral de um novo modelo

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Rosângela Bittar DEU NO VALOR ECONÔMICO As prévias das eleições americanas, ou a busca de um modelo de contato preliminar com o eleitorado q...

Garotinho perde espaço no PMDB e busca novo partido

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Christiane Samarco e Alexandre Rodrigues DEU EM O ESTADO DE S. PAULO Com sinal verde de Aécio, ex-governador do Rio negocia com PSDB, mas ta...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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