Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Opinião do dia – Ferreira Gillar

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“ Porém o mais extravagante em tudo isso é que os petistas, embora já não queiram mais que Dilma volte ao governo, se veem obrigados a lu...

União doa R$ 2,9 bi para segurança dos Jogos

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• Conclusão do metrô ainda depende de empréstimo de R$ 989 milhões do BNDE S O governo federal autorizou o repasse de R$ 2,9 bilhões ...

MP libera R$ 2,9 bi ao Estado do Rio para segurança na Olimpíada

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• Em grave crise financeira, o governo do RJ declarou estado de calamidade pública na semana passada Eduardo Rodrigues, Idiana Tomazell...

Delator afirma que 1% da obra do Maracanã era para o TCE

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Um ex-executivo da Andrade Gutierrez afirmou em delação que mandou pagar 1% do valor da reforma do Maracanã para a Copa de 2014 ao TCE, par...

Edinho pede ao STF para não ser julgado por Moro

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• Ex-ministro da Comunicação é investigado por sua atuação como tesoureiro de Dilma André de Souza - O Globo -BRASÍLIA- A defesa do...

Sérgio Machado quer 'polarizar', diz Temer

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Por Cristian Klein e André Ramalho – Valor Econômico RIO - O presidente interino Michel Temer afirmou que o ex-presidente da Transpetro...

'Não renunciei e não tenho o que delatar', diz Cunha

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• Cunha não respondeu, contudo, se descarta totalmente renúncia ou delação no futuro; ele afirmou que vai recorrer à CCJ da decisão de Mara...

Cunha descarta renunciar ou fazer delação

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Por Thiago Resende e Raphael Di Cunto – Valor Econômico BRASÍLIA -  O presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB...

Cunha afirma que 'não tem o que delatar' e volta a descartar renúncia

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Débora Álvares, Ranier Bragon, Daniela Lima – Folha de S. Paulo BRASÍLIA - O presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afir...

Odebrecht diz que Cabral recebeu propina em obras da Copa

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Marina Dias, Bela Megale – Folha de S. Paulo BRASÍLIA e SÃO PAULO - A Odebrecht afirmou a procuradores da Lava Jato, em tratativas para...

Repasses a Santana serão prova no TSE

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Por André Guilherme Vieira e Estêvão Taiar – Valor Econômico SÃO PAULO - As provas de repasses de propinas da Petrobras ao marqueteiro ...

Ministro da Justiça vai a Moro e declara apoio a Lava Jato

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• Alexandre Moraes viajou a Curitiba, nesta terça, 21, e visitou o juiz símbolo da maior operação de combate à corrupção no País Fábio ...

Um novo pacto institucional - Murillo de Aragão*

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- O Estado de S. Paulo O processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff não expôs apenas sua fragilidade, sua inconsistência po...

Temer reformista - Merval Pereira

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- O Globo Temer quer negociar reformas estruturais após a votação do impeachment. Aprovado o impeachment no Senado como espera, o pre...

A alma do negócio - Dora Kramer

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- O Estado de S. Paulo Eduardo Cunha falou quase duas horas ininterruptas e não disse nada que não fosse de conhecimento público na a...

A crise do establishment - Luiz Carlos Azedo

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• Na democracia, não há saída para as crises sem passar pelo Congresso. O impeachment, porém, avança como pau de enchente na comissão esp...

O réu comentarista – Bernardo Mello Franco

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- Folha de S. Paulo O anúncio teve ar de suspense. Afastado da Câmara por decisão do Supremo, Eduardo Cunha convocou a imprensa para ...

Acordo Temer-Renan acerta em Dilma - Raymundo Costa

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• Negociação das dívidas pode pacificar o Senado - Valor Econômico À mesa de Temer com os governadores, o lugar de honra coube ao...

O Rio e o mito do governo de eventos - Elio Gaspari

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• A falência de um modo de administração irresponsável, espetaculoso e demófobo - O Globo Decretar calamidade é parte do estilo d...

Uma oportunidade para o Estado encolher - Cristiano Romero

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• União negocia com todos os Estados a venda de estatais - Valor Econômico Uma das contrapartidas dos Estados na renegociação de ...

Enquanto durar - Míriam Leitão

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- O Globo Para Meirelles, gravidade da crise eleva o apoio a medidas fiscais de longo prazo propostas pelo governo interino. O minist...

A miséria da economia - Monica de Bolle

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- O Estado de S. Paulo Os argumentos econômicos já não convencem ninguém. Querem ver? Daqui a um dia, o Reino Unido poderá decidir pe...

Pasárgada - Roberto DaMatta

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- O Globo Em 1968 ou em 1969 fiz o curso “Urbanização e utopia”. Éramos quase todos estrangeiros naquela Harvard onde a palavra estra...

Distante e indiferente – Ruy Castro

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- Folha de S. Paulo Em 15 dias fora do país e lendo diariamente os jornais locais, nenhuma notícia sobre o Brasil. Eu não precisava d...

Não há fichas limpas - Arnaldo Jabor

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-O Globo, 21/6/2016 Não, não sei mais analisar a situação brasileira. Os fatos estão muito à frente de qualquer interpretação, que é ...

Acordo não deixa claro as contrapartidas dos Estados – Editorial / Valor Econômico

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O governo do Estado do Rio de Janeiro decretou um estranho estado de calamidade pública após reunião entre o governador interino, Francisco...

Um acordo de arrumação – Editorial / O Estado de S. Paulo

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Ao negociar um alívio de R$ 50 bilhões aos Estados devedores do Tesouro Nacional, o presidente interino Michel Temer pode ter feito um bom ...

Fracasso campeão – Editorial / Folha de S. Paulo

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Polêmica desde a concepção, a operadora de telefonia Oi prostrou-se ante uma dívida de R$ 65,4 bilhões e apresentou na segunda-feira (20) s...

Delírios estatistas e corrupção na quebra da Oi – Editorial / O Globo

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• Num fato para a História, o PT se liga aos três maiores fracassos empresariais do país desde Cabral: Petrobras, Sete Brasil e a ‘Supertel...

Acaso – Fernando Pessoa (Álvaro de Campos)

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No acaso da rua o acaso da rapariga loira. Mas não, não é aquela. A outra era noutra rua, noutra cidade, e eu era outro. Perco-me sub...

Luiz Melodia e Seu Jorge - Diz que fui por aí

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terça-feira, 21 de junho de 2016

Opinião do dia – Sergio Fausto

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“ Com a Lava Jato chegando à sua temperatura máxima e o prestígio do sistema político ao seu ponto mais baixo, a sociedade brasileira ser...

Estados renegociam dívida, mas terão teto para gastos

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• Despesas não poderão subir acima da inflação Governos ficarão seis meses sem pagar débitos com a União, e impacto será de R$ 50 bi...

Alívio em troca de teto

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• Governo federal concede carência de seis meses a estados, que terão de limitar gastos Bárbara Nascimento, Martha Beck, Catarina Alenc...

União dá a Estados alívio de R$ 50 bi até 2018

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Por Fabio Graner, Edna Simão e Lucas Marchesini – Valor Econômico BRASÍLIA - Depois de um dia marcado por fortes negociações, os gove...

Estados aceitam proposta da União e só voltarão a pagar dívidas em 2017

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Eduardo Cucolo, Gustavo Uribe, Machado da Costa, Marina Dias, Valdo Cruz – Folha de S. Paulo BRASÍLIA - Após uma nova rodada de negoc...

Governo dá carência até o fim do ano para dívidas dos Estados

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Eduardo Rodrigues, Idiana Tomazelli, Carla Araújo, Tânia Monteiro, Murilo Rodrigues Alves, Bernardo Caram, Luciana Nunes Leal - O Estado ...

Empreiteira e cervejaria têm ‘banco da propina’

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Delator diz que Odebrecht e Petrópolis são sócias no Caribe Delator da Lava-Jato, o operador Vinícius Veiga Borin, ligado à Odebrecht,...

R$ 63 milhões doados a 18 partidos desde 2010

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Silvia Amorim - O Globo Além de distribuidoras de bebidas ligadas ao Grupo Petrópolis, as empresas Leyroz de Caxias e Praiamar também s...

Odebrecht ou OAS? Lava-Jato só fechará delação com uma delas

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• Força-tarefa considera que as empreiteiras têm informações parecidas Thiago Herdy - O Globo CURITIBA - Advogados da Odebrecht e d...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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