Numa escala menor, com a qual se media nossa ação, os dados salientes foram as posições que o PCI assumiu quanto ao movimento estudantil e à intervenção soviética na Tcheco-Eslováquia. Quanto ao movimento estudantil de 1968, o PCI assumiu uma posição de abertura, afirmando querer unir lutas de classe e movimentos antiautoritários na perspectiva de uma transformação socialista original, baseada na difusão da política e na expansão progressiva da democracia articulada pelo reconhecimento da autonomia dos movimentos coletivos e da sua subjetividade política.”
*Giuseppe Vacca, Por um novo reformismo, p.35. Fundação Astrojildo Pereira / Contraponto, 2009.













.jpg)

.jpg)


