Folha de S. Paulo
Messias enfrentou sentimento anti-STF,
calendário eleitoral e hostilidade de Alcolumbre
Ao presidente, resta agora tentar alguma medida de impacto antes da eleição, como fim da escala 6x1
A derrota por larga margem na indicação
de Jorge Messias para
o STF (Supremo Tribunal Federal) deixa dúvidas sobre a capacidade de reação do
governo Lula e abre perspectivas sombrias para a campanha eleitoral que se
avizinha.
Messias foi vítima do fato de ter sido
escolhido na hora errada. Como mostrou a sabatina para lá de cortês na Comissão de
Constituição e Justiça, o indicado não desperta resistências de caráter pessoal. É
educado, afável e tem jogo de cintura política.
Por diversas vezes na longa sessão, buscou estabelecer relação de empatia, mesmo com os mais barulhentos opositores. Não se abalou nem com as provocações do verborrágico Magno Malta (PL-ES).

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