Correio Braziliense
O mercado reage à
viabilidade, governabilidade e risco de cada candidatura de oposição: Lula
lidera; Flávio consolida-se como segundo polo; a alternativa “moderada” não
cresce
No começo da semana, na bolsa de apostas da Faria Lima, acreditava-se que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, teria uma conversa decisiva com o ex-presidente Jair Bolsonaro durante uma visita previamente agendada e autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A expectativa era de que o gesto — embora apresentado como manifestação de solidariedade pessoal — carregasse um significado político mais profundo: abrir uma janela para rearranjo da direita na disputa presidencial e, sobretudo, reanimar a esperança do mercado de que ainda existe um caminho eleitoral capaz de derrotar Lula sem recorrer ao bolsonarismo “raiz”.













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