Supremo que pode tudo não é bom para o país
Por Folha de S. Paulo
Reforma da corte exige fim de vínculos com
parentes, decisões individuais duradouras e inquéritos anômalos
Hoje não há norma ou lei que resista ao STF quando elas contrariam interesses pessoais e corporativistas dos ministros; isso deveria mudar
A hipertrofia do Supremo Tribunal Federal e
do poder pessoal de seus 11 integrantes atingiu uma dimensão difícil de
conciliar com a tranquilidade institucional. Se não for reformada, a corte
caminhará para tornar-se uma organização de Estado imune a controle,
responsabilização e limites.
O escândalo do Banco Master expôs as entranhas e os riscos dessa anomalia que se desenvolve há décadas, favorecida pelo desenho constitucional de 1988 e moldada pelas más escolhas de agentes públicos.











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