Valor Econômico
O cerco sobre os sócios do Master na política impedirá que resistam aos projetos que evitam a alavancagem excessiva do sistema financeiro
Depois de anos de omissão, que abriram as
portas para o Master produzir o maior escândalo financeiro da história do país,
o Senado e a Câmara, em menos de 24 horas, apresentaram duas alternativas para
evitar novos rombos.
A quaresma regulatória do Congresso começou no fim da tarde da quinta-feira, quando o senador Renan Calheiros (MDB-AL), enviou, de Maceió, um novo projeto, o PLP 30, para evitar que evitar que o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) seja usado como isca para a venda de papéis em operações excessivamente alavancadas. Quando o FGC começou a pagar os clientes do Master lesados, em janeiro, ainda havia corretoras vendendo terrenos na lua.












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