O Estado de S. Paulo
Os pesos e contrapesos da democracia norte-americana hão de impedir, ainda que a um custo inicial elevado, que esse cenário de horror se materialize
Faltam quase 200 semanas: é assustador
Estadão, 13/4/25, A4), foi o título de artigo que publiquei neste espaço, há
exatamente um ano, a propósito das primeiras 12 semanas do governo Trump. Já
era possível então antever um futuro incerto e perigoso, para os EUA e para o
mundo. O panorama é agora ainda mais assustador.
Nação perigosa (Dangerous Nation) é o título do livro publicado há exatos 20 anos por Robert Kagan. A obra mostra que desde a independência, os norte-americanos aumentaram seu poder e influência por meio da expansão comercial e territorial, do combate à influência no continente norteamericano de franceses, espanhóis, russos e mesmo de britânicos, da alienação dos native americans. Em detalhado reexame desse processo histórico, Kagan mostra como os EUA, desde seus primórdios como nação, foram vistos pelo resto do mundo não apenas como uma fonte inspiradora de mudança política, cultural e social, mas também como uma nação ambiciosa, por vezes perigosa.










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