Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Riscos extremos em 2026. Por Diogo Schelp

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O Estado de S. Paulo Grupos trabalham para próxima eleição repetir o clima de polarização extrema e, mais uma vez, sufocar o espaço do cen...

A soberania do povo. Por Denis Lerrer Rosenfield

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O Estado de S. Paulo Se a questão venezuelana chegou ao ponto em que está, isso se deve à própria esquerda, que reconhece em Maduro um líd...

Retrospectiva política 2025. Por Lara Mesquita

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Folha de S. Paulo Chegamos ao final do ano em um cenário ambíguo após reviravoltas Verão será de intensas articulações políticas para a ...

Saldo positivo. Por Ana Cristina Rosa

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Folha de S. Paulo Fortalecimento do sistema democrático implica a defesa dos interesses do povo, o que faz da democracia algo incompatível...

Como explicar crença nos Bolsonaro, vistos como burros? Por Bernardo Carvalho

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Folha de S. Paulo Trabalho de campo em seita de lunáticos, que deu origem ao conceito de dissonância cognitiva, teve série de falhas Ape...

E então que quereis, de Vladimir Maiakovski

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Música | Chico Buarque & Milton Nascimento - Cálice

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domingo, 28 de dezembro de 2025

Opinião do dia – Keynes*

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“Dei a minha teoria o nome de teoria geral. Com isso quero dizer que estou preocupado principalmente com o comportamento do sistema econômic...

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Partidos são porta para infiltração do crime na política Por O Globo Caso TH Joias expôs contaminação profunda das instituições. Legenda...

As palavras e as coisas. Por Luiz Sérgio Henriques

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O Estado de S. Paulo A paixão desmedida, desregrada mesmo, é a que hoje move tiranos, ou aspirantes a tirano, a destruir conquistas civiliza...

O lirismo cult de ‘O que será?’ e a esperança que renasce a cada ano-novo Por Luiz Carlos Azedo

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Correio Braziliense A canção descreve algo que move a vida e vem do corpo, do desejo, da folia e da angústia, presente em todos os lugares...

O crescimento vem da distribuição. Por Luiz Inácio Lula da Silva

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CartaCapital Quando os mais pobres têm mais renda disponível, cria-se o círculo virtuoso Sempre acreditei que muito dinheiro nas mãos de...

O tamanho da direita. Por Elio Gaspari

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O Globo Campo político tem preso ao seu pé a bola de ferro da família Bolsonaro, e precisará de jogo de cintura para argumentar em 2026 co...

Limites para erros. Por Merval Pereira

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O Globo Se os cidadãos perderem a confiança nos ministros do Supremo, a democracia estará em dificuldades. A credibilidade já ficara arran...

Uma blitz para Silvinei. Por Bernardo Mello Franco

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O Globo Bolsonarista levou 24 anos de prisão por tentar impedir pobres de votar em 2022 Silvinei Vasques aproveitou a bruma natalina par...

No ataque ao BC, o país corre risco. Por Míriam Leitão

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O Globo No caso Master não houve só desequilíbrio entre ativos e passivo. Houve crime, isso torna mais graves as pressões políticas e jurí...

A mente humana. Por Dorrit Harazim

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O Globo Neste Natal de 2025 há poucos indícios de que soubemos desembrulhar — com o devido zelo — o que nos foi dado de presente: a vida ...

Renovação e investimento na pauta eleitoral. Por Rolf Kuntz

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O Estado de S. Paulo Seja quem for o eleito em 2026, uma boa administração deverá incluir atenção especial à renovação da indústria e, se ...

Sobre democracia e moralidade. Lourival Sant’Anna

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O Estado de S. Paulo Abusos são justificáveis para quem os comete, e vê como condenável sua denúncia EUA e Brasil, as duas maiores democ...

Jair Bolsonaro matou a candidatura Tarcísio à Presidência? Por Celso Rocha de Barros

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Folha de S. Paulo Governador tem boas razões para não querer ser presidente em 2027 Em pleno dia de Natal, Jair publicou uma carta compa...

Elite guerreia por causa do Master. Por Vinicius Torres Freire

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Folha de S. Paulo Moraes, do STF, perguntou a Galípolo, do BC, se havia roubança no banco de Vorcaro Toffoli se torna central, mas se es...

Ignorância cívica assola o país. Por Dora Kramer

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Folha de S. Paulo Esquerda e direita rendem homenagem ao ridículo ao afetar engajamento político em torno de sandálias Há nos três Poder...

Arqueologia de um crime infame. Por Muniz Sodré

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Folha de S. Paulo Percepção de absurdo passa com o tempo, não vai a juízo, mas deixa nos sentidos a pestilência da infâmia Está em pauta...

Poesia | A Página, de Joaquim Cardozo por João Diniz

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Música | A cara do Brasil - Vicente Barreto

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sábado, 27 de dezembro de 2025

Opinião do dia - Montesquieu* (Batalha das ideias)

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“ Procurando instruir os homens é que poderemos praticar esta virtude geral que compreende amor de todos. O homem, este ser flexível, dobran...

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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É precipitada a acareação com BC no caso Master Por O Globo Decisão de Toffoli antes do Ano Novo e à revelia da PGR reforça sensação de ...

À espera de 2026. Por Marco Aurélio Nogueira

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O Estado de S. Paulo No próximo ano, a maioria dos eleitores fará escolhas. Sem entusiasmo. Há um mal-estar que gera tédio e cansaço. Just...

2026 demandará sorte e virtude. Por Oscar Vilhena Vieira

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Folha de S. Paulo O sistema político brasileiro dá claros sinais de que está em transição Não estou confiante que a vida na nossa Repúbl...

O que querem os Bolsonaros? Por Hélio Schwartsman

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Folha de S. Paulo Faz sentido lançar Flávio como candidato, se clã achar que a eleição já é de Lula Se eles consideram que direita tem c...

Os desafios de Lula em 2026. Por Idiana Tomazelli

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Folha de S. Paulo Governo precisa resistir à tentação de pisar no acelerador dos gastos federais Farra em estados e municípios e situaçã...

Quarteto fantástico. Por Alvaro Costa e Silva

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Folha de S. Paulo Amizade e ambição uniram Cortázar, Vargas Llosa, García Márquez e Fuentes A Revolução Cubana primeiro encantou os escr...

Guerra na fronteira Norte. Por André Gustavo Stumpf

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Correio Braziliense Donald Trump está esperando a melhor hora para atacar. Quando, onde e como é a incógnita. O Exército brasileiro tomou ...

O Poder Judiciário e a mulher de César. Por Orlando Thomé Cordeiro

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Correio Braziliense   É inadiável a criação de um código de conduta para o STF. Porém, não me parece que devamos nos limitar a qualquer do...

O País avança, mas tropeça nas sandálias. Por Fabio Gallo

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O Estado de S. Paulo Quando deveríamos discutir educação e produtividade, o ‘pé para virar o ano’ vira questão nacional Enquanto a Síria...

O avesso da esperança. Por Flávia Oliveira

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O Globo Não é possível que duas crianças feitas órfãs durante a celebração do nascimento de Jesus não nos façam lutar por um país em que m...

A dança da solidão. Por Eduardo Affonso

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O Globo Estarmos sós nos obriga a ser inteiros, autônomos. A não ter medo do silêncio — ou de escutar a própria voz. E isso dá trabalho ...

O brasileiro esse desconfiado. Por Thaís Oyama

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O Globo Um código de conduta para os juízes do STF poderia contribuir para elevar os subterrâneos níveis da confiança nacional O brasile...

Delírios imperiais. Por Luiz Gonzaga Belluzzo

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CartaCapital Trump repete, na sua farsa trágica, a desdita da Inglaterra No prólogo de O 18 de Brumário de Luís Bonaparte, famoso texto ...

O único poder moderador. Por Eugênia Gonzaga

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CartaCapital Um país democrático submete-se à Constituição, não aos esbirros dos generais E do senso comum a ideia de que um poder autor...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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