Democracia Política e novo Reformismo

Política e cultura, segundo uma opção democrática, constitucionalista, reformista, plural.

terça-feira, 14 de julho de 2026

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Valdemar e Cunha expõem o despropósito das emendas Por O Globo Sem mandato, os dois direcionaram verbas públicas seguindo critério paroq...

Jogamos sem alma na Copa do Mundo, por Fernando Gabeira

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O Globo Um desastre nem sempre tem uma causa única. A Argentina não chorará por nós, seu grande vizinho e rival Quando era menino, jogáv...
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Avatar, por Merval Pereira

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O Globo Os Bolsonaros estão conseguindo manter acesa a campanha eleitoral para a Presidência da República em torno de seus problemas Em ...

Longevidade não pode ser olhada só com lentes fiscalistas, por Pedro Cafardo

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Valor Econômico Transição demográfica implica custos, mas também pode gerar riqueza Acabou a Copa do Mundo para o Brasil e o próximo gra...

Lula amplia ações para aproximar-se do eleitorado evangélico, por Andrea Jubé

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Valor Econômico Estratégia ganhou força com o recente contencioso entre Michelle e Flávio Bolsonaro Num momento em que o PL ainda contab...

As barreiras contra o crescimento de Flávio, por César Felício

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Valor Econômico Oposicionista pode crescer com voto útil, mas sua rejeição tem raízes estruturais De cada seis eleitores, cinco dizem qu...

Moraes proíbe Bolsonaro de ver o filho, e Flávio se aproxima de Lula, por Luiz Carlos Azedo

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Correio Braziliense O ministro do STF criou um fato político que reforça a narrativa de perseguição construída pelo bolsonarismo desde a c...

Um novo viés bolsonarista, por Eliane Cantanhêde

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O Estado de S. Paulo Se Jair Bolsonaro está com Flávio, problema dele; Michelle tem projeto, é ‘imparável’ e boa de briga O único motivo...

A emenda Valdemar, por Carlos Andreazza

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O Estado de S. Paulo É claro que uma ferramenta legislativa disparadora de bilhões de reais – aplicada de maneira obscura e autoritária – ...

Vergonha e prejuízo, por Jorge J. Okubaro

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O Estado de S. Paulo É preciso agir com sensatez para reduzir os estragos que um político em dificuldades eleitorais é capaz de produzir ...

Flávio Dino puxa um novo fio de fraudes na meada das emendas, por Dora Kramer

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Folha de S. Paulo Dirigentes dos partidos deixaram papel administrativo para avançar sobre atribuições legislativas Quem controla a dist...

Ideologia e religião não evitam corrupção, por Hélio Schwartsman

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Folha de S. Paulo EUA e Israel planejavam instalar Mahmoud Ahmadinejad no poder no Irã Ex-presidente linha-dura estava na lista de pagam...

Nova Praça Onze é pensada para turistas, não para moradores, por Alvaro Costa e Silva

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Folha de S. Paulo Projeto de revitalização privilegia a especulação imobiliária e atinge toda a cidade Atual prefeito, Eduardo Cavaliere...

A reestruturação da mineiridade política, por Pacelli Lopes*

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"Mas toda a crise, leitor, é uma porta entreaberta para o futuro. E para um futuro nascido de um aprendizado com o mundo e com a nossa ...

Foi para isso que nos chamaram para vir a Copa, por Aylê-Salassié Filgueiras Quintão*

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A edição de 2026 da Copa do Mundo de Futebol vai chegando ao fim... Não interessa ao brasileiro quem chegou às Quartas de Final, que é ou se...

Poesia | Vem, noite, de Fernando Pessoa por Paulo Autran

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Música | Roberta Sá e Zeca Pagodinho - Pago pra ver

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segunda-feira, 13 de julho de 2026

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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Elucidação de homicídios é frustrante no Brasil Por O Globo Apenas quatro em 10 assassinatos cometidos no país são esclarecidos, de acor...

Os Ministérios da Saúde e da Fazenda advertem, por Bruno Carazza

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Valor Econômico Efeitos sociais e econômicos das bets impõem desafio de restringir a atividade É difícil encontrar hoje em dia quem não ...
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O Banco Central entre Delfos e Ulisses, por Alex Ribeiro

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Valor Econômico Para parte dos analistas, BC é refém da transparência que promoveu no período recente O ex-presidente do Banco Central A...

O Ocidente está dobrando à direita, por Sergio Fausto

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O Estado de S. Paulo O mapa político europeu não está cristalizado. Mas a direção dos ventos – alguém diria o ‘espírito do tempo’ – é clar...

A farra das emendas, por Diogo Schelp

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O Estado de S. Paulo Mas quem paga o preço eleitoral dos escândalos com as emendas? Ninguém, na verdade Emendas Pix, de bancada, comissã...

A dança dos vices, por Denis Lerrer Rosenfield

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O Estado de S. Paulo   Candidatos devem ir além de seu escopo inicial, tendo como objetivo conquistar o grande público, sob o risco de não...
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Como o Congresso da UNE caiu em 1968, por Miguel de Almeida

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O Globo Polícia acabou informada não por seus espiões, mas por um lavrador O dia mal amanhecera em 12 de outubro de 1968, um sábado, qua...

Paulistas querem chamar a polícia, por Carlos Alberto Sardenberg

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O Globo Segurança pública exige mais policiamento. A resposta é simples, mas cara e de difícil implementação Está em andamento um amplo ...

Brasil não pode viver asfixia digital, por Irapuã Santana

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O Globo Equilibrar a necessária governança da internet sem criar mais dificuldades para o crescimento da produtividade é um desafio Desd...

O teorema de Buscetta: 'mob lawyers' e facções judiciais, por Marcus André Melo

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Folha de S. Paulo Caso Master e escândalo do Rio de Janeiro revelam estrutura de proteção institucional ao crime Integrantes da própria ...
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Antirracismo é jogo de ganha-ganha, por Ana Cristina Rosa

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Folha de S. Paulo Ações voltadas à promoção da equidade étnico-racial produzem efeito benéfico à sociedade brasileira como um todo Falar...

Quer ser empregado de um robô? Por Ruy Castro

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Folha de S. Paulo Robôs já são capazes de fazer tudo, exceto pinçar um pelo encravado ou descascar uma banana Para isso, uma empresa de ...

O futuro não é destino, por Tostão

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Folha de S. Paulo Seleção e os times brasileiros priorizam as estocadas, os lances individuais e a pressa de chegar ao gol Existe uma ca...

Eleições 2026 e a Afirmação da Democracia no Brasil. Quais os desafios? Por George Gurgel*

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As eleições  de 2026 no Brasil desafia a sociedade  democrática  brasileira a eleger uma presidência da República,  uma bancada de parlament...

Poesia | Navegue, de Fernando Pessoa

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Música | João Bosco - Papel Machê (João Bosco/Capinam)

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domingo, 12 de julho de 2026

O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões

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É urgente proteger juízes que atuam contra facções Por O Globo De acordo com Fachin, pelo menos cem magistrados temem represálias por co...

Mudança de rumo, por Merval Pereira

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O Globo Flavio Bolsonaro pode ser inviabilizado como candidato à Presidência até mesmo antes de chegar a ser indicado pelo PL, pois as inv...

A democracia oligárquica, por Elio Gaspari

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O Globo Bem escrito, bem-humorado e entristecedor, livro de Joaquim Falcão expõe as mazelas do atual regime brasileiro, capturado por uma ...
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O fundo do fundo do poço, por Bernardo Mello Franco

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O Globo Ao decretar novas prisões, juiz relatou 'sangria das verbas públicas' na gestão Cláudio Castro A frase é do juiz Marcell...
2 comentários:

Em nome do pai, por Dorrit Harazim

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O Globo Há, no caso dos filhos de Netanyahu, apenas a inconveniência de um sobrenome atrelado a um incômodo chamado Gaza Na semana passa...

A Revolução Americana explica por que a democracia sobreviverá com Trump, por Luiz Carlos Azedo

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Correio Braziliense É impossível assistir à série da Netflix sem pensar no presente, porque o atual presidente dos EUA colocou em xeque pr...
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O presidenciável e o ministro do STF, por Eliane Cantanhêde

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O Estado de S. Paulo O que a tentativa de golpe desuniu, o Master uniu: Flávio e Alexandre de Moraes O prazo venceu e o presidenciável F...
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Gilvan Cavalcanti de Melo
Fortaleza, Ceará, Brazil
(Nascimento, 5/12/1935, Limoeiro (PE). Encontro com a políticas, se deu com o assassinato, pela ditadura Vargas, do estudante Demócrito de Souza Filho em (3/3/1945. Na década de 1950 foi dirigente estudantil e, posteriormente, dirigente dos servidores federais, até março de 1964. Colaborava com os jornais pecebistas "Folha do Povo" (PE), “A Hora” (PE) e “Novos Rumos” (Rio). Estudou no Instituto Superior de Ciências Sociais (Moscou). Com golpe militar (1964) esteve preso, em Recife, até julho de 1965. Foi demitido do serviço público (Ato Institucional nº1). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, na clandestinidade, até nova prisão em 1970/1972. Respondeu a vários processos na Justiça Militar (UNE/UBES, IAPB, PCB, etc.) e foi condenado a revelia. Esteve exilado no Chile e em Cuba. Foi anistiado com a promulgação da Lei de Anistia de 1979, entre os primeiros 326 da lista, divulgada na imprensa (JB, 31/8/1979). Fez parte da fundação do PPS, (janeiro de 1992). Desde então, faz parte da sua direção nacional.
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